Sucesso na Vida

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Existe uma teoria silenciosa que atravessa a vida de muitas pessoas sem nunca ser dita em voz alta: para encerrar um grande amor, é preciso escrevê-lo.
Escrever tudo.
Sem filtro.
Sem orgulho.
Sem tentativa de parecer forte.
Apenas a verdade crua de tudo aquilo que ficou preso no peito durante anos.

NOSSOS GENITORES, NOSSOS ALGOZES!!






Durante muitos anos da minha vida, enfrentei situações que colocaram à prova a minha fé, a minha força e a minha capacidade de continuar seguindo em frente.


Meu pai sempre esteve envolvido com práticas que ele dizia serem destinadas a mim, aos meus irmãos e a outras pessoas. Ao longo dos anos, vi inúmeras situações que me fizeram acreditar que tentaram destruir a nossa vida de várias formas. Mas, apesar de tudo, existe uma certeza que carrego dentro de mim: Deus sempre foi o meu guardião supremo e nunca permitiu que eu fosse derrotada.


Houve uma pessoa que me odiava profundamente e fez um trabalho de vodu contra mim. Até hoje sinto dores exatamente nos locais onde, segundo o ritual, teriam sido colocadas agulhas. Muitas pessoas podem interpretar isso de maneiras diferentes, mas eu sei o que vivi e o quanto aquilo marcou a minha trajetória.


Em outro momento, uma colega de trabalho, que era obcecada pelo meu marido, comentou abertamente que estava acostumada com trabalhos de feitiçaria. Pouco tempo depois, ela me presenteou com um body vermelho. Algo dentro de mim não se sentiu em paz. Resolvi jogar a peça fora.


Anos mais tarde, quando morávamos em outro lugar, aconteceu algo ainda mais estranho. Uma garota roubou uma regata do meu esposo que estava secando no varal. Durante a pandemia, ela também tentou obter o nome completo dele para realizar um cadastro que nunca chegou a acontecer. Algum tempo depois, descobrimos algo que nos deixou profundamente inquietos.


Meu marido estava organizando uma caixa de sapatos quando encontrou duas mechas de cabelo vermelho dentro de um par de tênis que eu havia ganhado do meu irmão. Uma mecha estava em cada pé do tênis. Naquela casa não havia mais ninguém com cabelos daquela cor. Eu havia dado roupas minhas para essa mesma pessoa anteriormente. Quando encontramos aquelas mechas, diversas situações passadas começaram a fazer sentido em minha mente.


O mais impressionante é que, durante toda aquela semana, antes mesmo de descobrirmos os cabelos, eu tive sonhos recorrentes com oferendas descendo pelas águas de um rio. Em uma das manhãs, acordei sentindo um cheiro intenso de velas queimando misturado ao aroma característico que eu associava a locais de culto espiritual. Naquele mesmo dia, os cabelos foram encontrados.


Depois desse período, minha saúde começou a piorar drasticamente. Passei por momentos extremamente difíceis. Houve ocasiões em que senti que meu corpo estava desistindo de lutar. Mas, mesmo nos momentos mais sombrios, quando tudo parecia perdido, pessoas que me amam moveram o mundo para me ajudar. E acima de tudo, Deus me sustentou.


Por isso, carrego uma profunda gratidão.


Nenhuma feitiçaria, nenhuma maldade e nenhum desejo de destruição foi capaz de apagar a minha existência. Posso ter ficado fraca muitas vezes, mas nunca fraca o suficiente para que a minha vida fosse tirada.


Deus sempre foi o meu guardião e protetor.


Mas as feridas mais profundas não vieram apenas de fora.


Vieram dentro da própria família.


Meu pai passou a vida nos amaldiçoando. Dizia que o sonho dele era nos mandar para o Iraque para morrermos em uma guerra. Além das palavras cruéis, houve violência física, psicológica e inúmeras formas de abuso que deixaram marcas profundas em todos nós.


Nossa mãe, infelizmente, foi conivente com tudo isso.


Com o passar dos anos, compreendi que algumas pessoas não mudam. Aprendi que, para existir paz verdadeira, certos laços precisam ser rompidos de forma definitiva.


Hoje não existe ódio dentro de mim.


Existe apenas a valorização da paz que conquistei.


Quando eu tinha apenas 16 anos, depois de passar uma noite inteira sendo torturada pelo meu genitor, tomei a decisão mais importante da minha vida: fugir. E não fui sozinha. Levei comigo meus três irmãos.


Naquele momento, eu era apenas uma menina, mas fui obrigada a amadurecer rápido demais.


Infelizmente, nossa mãe decidiu levá-los de volta para aquele ambiente de sofrimento. Eu nunca mais retornei.


Apesar dos erros, tenho orgulho da coragem que tive naquela época. Tenho orgulho da menina que enfrentou o medo para buscar liberdade.


Hoje, depois de tantos anos, finalmente consegui afastar meus irmãos daqueles que foram nossos algozes.


Somos livres.


Livres dos abusos.


Livres das manipulações.


Livres do medo.


Livres das correntes invisíveis que tentaram nos prender durante toda a vida.


Olho para trás e vejo uma história marcada por dor, perdas, perseguições e batalhas que pareciam impossíveis de vencer.


Mas também vejo uma história de sobrevivência.


Uma história de resistência.


Uma história de fé.


O mundo muitas vezes pareceu estar contra mim, mas Deus nunca deixou de lutar ao meu lado. Em cada batalha, em cada lágrima, em cada momento em que pensei que não conseguiria continuar respirando, Ele me sustentou.


Hoje, meus irmãos estão livres.


Eu estou livre.


E meu coração transborda gratidão.


Gratidão a Deus.


Gratidão à vida.


Gratidão ao Universo.


Porque, apesar de tudo o que tentaram fazer, nós sobrevivemos.


E finalmente conhecemos o significado da liberdade.

Quanto mais observo a vida, mais percebo que a simplicidade é uma das maiores riquezas que existem. E, curiosamente, ela é também uma das mais incompreendidas.


Muitas pessoas confundem simplicidade com pobreza, escassez ou falta de ambição. Mas não é disso que estou falando. A simplicidade não é viver sem nada. É viver sem que as coisas possuam você.


Existem pessoas que moram em casas simples durante toda a vida. Algumas até possuem dinheiro guardado, poderiam comprar muito mais do que têm, mas não sentem necessidade. Aprenderam a encontrar felicidade em coisas que não podem ser compradas.


Vivemos em um mundo onde todos, de alguma forma, convivem com inseguranças. O rico teme perder aquilo que acumulou. O pobre teme perder aquilo que conquistou com tanto esforço. Ninguém está completamente livre das dificuldades da vida. Ninguém está totalmente protegido da maldade humana.


Mas existe algo que nenhuma pessoa consegue roubar quando é cultivado com sinceridade: a paz interior.


Com o passar do tempo, percebi que a felicidade raramente está nas grandes conquistas que imaginamos. Ela costuma morar em momentos simples que acontecem quase sem fazer barulho.


Está em ter uma cama confortável para descansar depois de um dia cansativo.


Está em sentar à mesa para compartilhar uma refeição com quem amamos.


Está em assistir a um filme juntos numa noite tranquila.


Está em preparar um café enquanto a conversa acontece sem pressa.


Está em acordar e perceber que existe alguém ao seu lado que escolhe permanecer, não por obrigação, mas por amor.


Talvez a verdadeira riqueza seja justamente essa: ter com quem dividir a caminhada.


A vida não é feita apenas de dias bons. Também existem perdas, preocupações, frustrações e momentos difíceis. Faz parte da experiência humana. Nenhuma felicidade é permanente. Mas nenhuma tristeza também é.


A vida oscila entre tempestades e dias ensolarados.


Por isso, nos momentos difíceis, gosto de pensar que as boas lembranças funcionam como pequenas luzes guardadas dentro de nós. São elas que nos ajudam a continuar quando tudo parece pesado. São elas que nos lembram que a dor não dura para sempre.


E quando olho para tudo isso, percebo como passamos tanto tempo correndo atrás de coisas que um dia ficarão para trás. Casas, carros, objetos, dinheiro. Tudo isso pode ser útil, confortável e importante. Mas nada disso nos acompanha para sempre.


O que permanece são os momentos vividos, os afetos construídos, as histórias compartilhadas e o amor que oferecemos ao longo do caminho.


Afinal, ninguém leva seus bens quando parte deste mundo. Mas leva consigo a marca de como viveu, de quem amou e de tudo aquilo que escolheu valorizar.


Talvez a felicidade não seja uma condição permanente. Talvez ela seja feita de pequenos instantes espalhados ao longo da vida. E talvez a sabedoria esteja justamente em reconhecê-los enquanto acontecem.


Porque o passado já se transformou em aprendizado. O futuro ainda não chegou. O único lugar onde a vida realmente acontece é agora.


E se a felicidade estiver muito mais perto do que imaginamos, escondida justamente nas coisas simples que costumamos deixar passar?

A morte determina que a vida é finita. Mas ela não determina o que faremos com o tempo que existe entre o agora e ela.

Eu sou capaz de reconstruir minha vida quantas vezes forem necessárias.

Eu escolho crescer, mesmo quando a vida parece difícil.

NA VIDA ADULTA, NÃO EXISTEM AMIGOS. NEM NO TRABALHO, NEM DENTRO DE RELACIONAMENTO. QUANDO VOCÊ LEVA PARA A SUA CASA, PRINCIPALMENTE. TODOS SÃO CONCORRENTES DA SUA VIDA. VIGIE. APRENDENDO COM O ERRO DOS OUTROS E PASSANDO O RECADO!

Você está atravessando uma fase da vida em que não existem atalhos.
Você precisa atravessar com os próprios pés.
Então vem a tempestade.
A ponte balança, quebra, a água cai violentamente e você sente medo de que tudo desabe enquanto ainda está sobre ela...

A vida às vezes parece uma ponte seguida de uma montanha, seguida de outra ponte. Um roteiro escrito por alguém que claramente não conhecia o conceito de descanso.
Mas existe um detalhe extraordinário.
Você observa antes de agir.
Você olha para os buracos.
Olha para a árvore.
Olha para os galhos.
Analisa onde as pessoas estão se apoiando.
Percebe que existe um trecho estreito depois da subida.
Você não simplesmente se joga.
Você tem medo, mas pensa.
Isso é importante.
Porque coragem não é ausência de medo.

Existem estruturas sustentando nossa vida que também não conseguimos enxergar.
Memórias.
Experiências.
Crenças.
Medos.
Esperanças.
Valores.
Relacionamentos.
Tudo aquilo que sustenta nossas decisões, embora não apareça como uma parede ou uma coluna.

Porque o amor, em suas muitas formas, também é um grande assunto da vida humana.

Nós passamos a vida inteira construindo coisas em cima de uma realidade que sabemos ser temporária. Casa, dinheiro, livros, projetos, relações, planos, sonhos. E, no fundo, sabemos que um dia teremos de deixar tudo.
Talvez seja justamente por isso que uma experiência de quase perder a própria vida possa mudar tanto a percepção de uma pessoa.
Depois de chegar perto do precipício, o simples fato de acordar no dia seguinte deixa de parecer banal.
O café deixa de ser apenas café.
Uma conversa deixa de ser apenas uma conversa.
Um animal deitado perto da gente deixa de ser apenas um animal.
Uma manhã comum começa a carregar uma espécie de solenidade.

Se você acredita que existe eternidade, pode viver esta vida com esperança.
Se você considera que talvez esta seja a única vida, pode viver esta vida com presença.
Em ambos os casos, esta vida importa.
Porque, se existe algo depois, este momento é uma parte da sua jornada.
E, se não existe, este momento é ainda mais precioso porque é tudo aquilo que temos.
Talvez a pergunta mais honesta não seja “o que existe depois da morte?”
Talvez seja:
“Se eu nunca conseguir descobrir essa resposta enquanto estiver viva, como quero viver enquanto ainda posso fazer perguntas?”

Essa associação automática entre presença física no templo e presença de Deus na vida é questionável. Jesus criticou repetidamente pessoas que cumpriam práticas religiosas externamente enquanto o comportamento delas não correspondia ao que professavam. Em Mateus 23, por exemplo, ele faz críticas bastante duras aos religiosos que demonstravam aparência de piedade enquanto negligenciavam aspectos fundamentais da justiça, misericórdia e fidelidade.

Você não precisa convencer ninguém de que Deus está na sua vida.
Aliás, se você acredita em um Deus que conhece pensamentos, intenções e coração, seria até estranho precisar apresentar argumentos para uma terceira pessoa provar que sua fé existe.
Sua espiritualidade pode ser silenciosa.
Pode acontecer dentro da sua casa.
Pode aparecer numa oração.
Pode aparecer quando você agradece por estar viva.
Pode aparecer na maneira como trata seu marido.
Pode aparecer na maneira como cuida de um animal vulnerável.
Pode aparecer quando você escolhe não fazer mal a alguém mesmo tendo oportunidade.
Pode aparecer na maneira como você atravessa uma fase difícil sem abandonar completamente a esperança.
Uma igreja pode ser importante para algumas pessoas. Mas uma construção não é a única localização possível de Deus.

NA ÚLTIMA HORA, DEUS DEVOLVE NOVAMENTE A VIDA. PORQUE ELE AMA NOS VER VIVER! AFINAL, É UM PRESENTE DELE PARA NÓS. GRATIDÃO MEU ETERNO CRIADOR DOS CÉUS E DA TERRA!!

AQUI, TUDO É UM EMPRÉSTIMO, COMEÇANDO PELA PRÓPRIA VIDA. SOMOS SERES EM CORPOS DOADOS, POR ISSO, NÃO SE ACHE A ÚLTIMA BOLACHA DO PACOTE, SE O SER QUE TE DOOU UM CORPO, ACHAR QUE VOCÊ ESTÁ PASSANDO DOS LIMITES, VAI TOMAR DE VOLTA BEM RÁPIDO. IMAGINA, TUDO O QUE VOCÊ PEGOU EMPRESTADO DO SISTEMA, CARRO, CASA, FAZENDAS E ETC. A PRIMEIRA OPÇÃO TE DESPRENDE DO CORPO DOADO, E VOCÊ NÃO TERÁ MAIS COMO SENTIR NADA, PORQUE NÃO TERÁ TATO. A SEGUNDA OPÇÃO TE PRENDE FEITO RATO DE LABORATÓRIO. AMBAS, SÃO TERRÍVEIS, MAS AO MENOS A PRIMEIRA NÃO NOS HUMILHA.

Você não está sendo exagerada, nada do que sente é demais, é o peso de uma vida inteira sendo deixada de lado, de dar e dar e nunca receber nem o mínimo de respeito. Você merecia um lugar onde se sentisse em casa, e em vez disso, todos os dias você lembra que é apenas tolerada, não acolhida. Isso dói na alma. 💔


De: Eu PARA: eu

Sabe, hoje simplesmente não me vem mais o ânimo. Não me interesso mais em compartilhar minha vida em fotos, em vídeos, em mostrar como estou. Não é desistência, é que meu coração agora precisa de silêncio.

Estou me recolhendo, dentro do meu mundo, longe dos olhares e das expectativas. E sabe de uma coisa? Isso não é solidão. É proteção.

Já dei demais de mim para quem nem sempre soube me valorizar. Já me mostrei demais para quem apenas tolerou minha presença. Agora, escolho guardar o que é meu. O que sinto, o que vivo, o que amo, isso é precioso demais para ficar exposto em telas.

Meu mundo agora é mais tranquilo. É eu, meu esposo, nosso amor, e Deus. É suficiente. Não preciso de curtidas para saber que valho a pena. Não preciso de comentários para sentir que estou bem. Minha vida não é um espetáculo, é real, é minha, e agora, eu escolho viver ela sem precisar provar nada a ninguém.

Estou quieta, mas não estou vazia. Estou escondida, mas estou segura. E isso, para mim, agora é a maior paz que eu poderia ter.

A prova de que valeu a pena

Tudo começou em 2022, quando a vida me bateu forte. Vieram as dores constantes, a exaustão que não passava, o diagnóstico de falência de órgãos e então uma cirurgia após a outra. Foram dias de medo, de incerteza, de corpo frágil e coração cansado. Mas graças a Deus, cada procedimento foi bem-sucedido, e hoje estou aqui, inteira de novo.

Foi nesse percurso difícil que entendi o que realmente importa. Porque quando o corpo enfraquece, descobri que não estava sozinha: Deus esteve comigo em cada respiração, e meu esposo nunca saiu do meu lado. Ele esteve lá nos dias bons e nos dias em que eu mal conseguia falar. Nós nos sustentamos, um ao outro, sempre.

Por isso decidi me recolher. Não é desistir, é escolher onde colocar minha energia. Já vivi demais para os olhos dos outros; agora vivo para o que é verdadeiro. O passado já me custou muito, mas resisti a tudo, e hoje sei: cada lágrima, cada luta, cada passo que dei para ficar bem... valeu a pena. Porque o melhor da minha vida está aqui, comigo, todos os dias.

Não preciso de mais nada. Tenho saúde, tenho fé, tenho o amor da minha vida. E isso é mais que suficiente.