Suas Qualidades de Namorado
É o próprio Deus quem garante o cumprimento de todas as Suas preciosas promessas. Nossa parte é crer, orar e recebê-las pela fé.
Confie em Deus, mesmo nas injustiças, pois Ele vê tudo, age em silêncio e cumpre Suas promessas no tempo certo.
Alegrar-se no Senhor não é apenas buscar Suas bênçãos, mas encontrar verdadeira satisfação e contentamento
em Sua presença.
Não tenha medo do que os outros vão pensar com suas escolhas, as consequências delas podem ser boas ou ruins para você mesmo, e não para eles, pensamentos contrários só alteram alguma coisa se você permitir
Ao confiar suas preocupações ao Senhor, você descansa na fidelidade de um Deus que tudo sabe e cuida de você com amor constante.
Ó, mar!
Ó, mar, suas ondas se movem
E seu mover é magnético, assim sendo frenético, afastando as opressões.
Ó, mar, a sua onda tem um mistério, onde me vejo e me supero, com seus barulhos e cores, assim como louvores, que edificam minhas emoções.
Ó, mar, sua batida é bem vinda e, assim como uma linda rima, vem de encontro ao meu corpo, mente, alma e coração.
17/10/2023
“Ser homem, é assumir as suas responsabilidades, e enfrentar os erros cometidos no passado. Assim terá uma consciência alva e liberta, para quando estiver diante do Grande Criador, se apresentar como um homem digno, que reconheceu suas falhas, e procurou consertá-las“
Aprenda com seus erros e acertos, aprenda com suas verdades e mentiras, aprenda com os dias bons e maus. Se tiver que chorar, chore, porém, procure sorrir mais. Revolte-se contra aquilo que não te faz bem, mas recue quando for necessário. Grite quando tiver que gritar, mas procure sempre ser equilibrado. Não é vergonhoso você aprender com você mesmo, e se suas escolhas não foram as melhores, e porque você ainda estava aprendendo. Não se Culpe, nem se puna. Quem nunca errou ?
A vida e assim mesmo: viver, aprender, acertar, errar, chorar, sorrir, gritar e equilibrar as nossas emoções e sentimentos. Se não fosse assim, não seriamos capazes de desbravar novos horizontes.
Então, simplesmente, Viva a vida, tenha fé e seja feliz.
Desistir é a forma mais insensata que uma pessoa pode optar em sua vida. Lute com todas suas forças, ao menos, ganhando ou perdendo você saberá na sua consciência que você tentou e que não desistiu. Pela sua insistência já és um vencedor.
Atila Negri
Lembrai-vos das suas virtudes mas também dos seus defeitos, para que aja um conserto e procures se corrigir naquilo onde fraquejas.
Isso tambem é virtude e bom senso.
Atila Negri.
CANTO DA VITÓRIA MAIS DIFÍCIL
No silêncio da alma ferida,
Quando o mundo virou suas costas,
Lutei com as armas da fé escondida,
Na trincheira das horas mais tortas.
Não foi glória com luzes e palmas,
Foi suor, foi joelho no chão,
Gritei com a dor presa na calma
E ouvi meu próprio coração.
Cada passo, um abismo vencido,
Cada noite, um choro contido,
Cada “não” que o mundo gritou
Foi semente que em mim floresceu.
Me chamaram de fraco e caído,
Mas não viram o que renasceu:
Um gigante forjado em segredo,
Que caiu… e depois se ergueu.
Essa vitória não tem medalha,
Não tem faixa, nem multidão,
Mas carrego no peito a muralha
Que ergui com cicatriz e oração.
Por isso, se ouvir meu canto,
Saiba: é de guerra e de amor,
É da dor que virou acalanto,
É da cruz que virou esplendor.
Hoje canto a vitória mais rara,
Não a fácil, comprada ou banal —
Mas aquela que nasce na cara
Do fundo… e termina imortal.
A Vida e Suas Surpresas”
A vida é, por natureza, surpreendente. Às vezes, ela nos golpeia de forma tão inesperada que nos deixa em silêncio, perplexos… Há momentos em que tudo desmorona, e nos vemos lançados num abismo tão profundo, que até o eco dos nossos próprios gritos parece se perder no vazio.
Você grita por socorro, luta com o pouco que ainda resta de força, tenta alcançar o topo… mas não consegue. A esperança se apaga, o corpo se rende, a alma se cala. Você apenas… existe.
E então, de repente, alguém aparece. O coração, ainda machucado, se enche de esperança. “Será que agora alguém vai me salvar?” — você pensa. A pessoa joga uma corda. Você se agarra com toda a força, a ponto de ferir as mãos, cega pela vontade de ser resgatada. A subida começa. E junto com ela, uma emoção silenciosa brota lá do fundo, como um sopro de vida. Você começa a acreditar.
Mas, quando está a poucos passos da saída, esperando aquela mão final para te puxar… ela te solta. Sem piedade. Sem explicação. E você despenca de volta pro fundo. E dessa vez, algo muda. Algo dentro de você esfria. Seu coração se fecha. A dor vira armadura. E você passa a desacreditar das pessoas.
Você se pergunta: “O que fiz de errado? Por que me feriram tanto, se eu só queria ser amada?”
A escuridão vira sua companhia. O tempo passa. Você ouve barulhos, mas já não espera que algo bom aconteça. A dor endureceu sua fé. Talvez seja o vento. Um animal. Ou nada. Os dias viram meses. Talvez anos. Você se acostuma a viver no escuro.
E então, um dia, você desperta. Os olhos ainda cansados enxergam algo diferente: uma rampa… um caminho para fora do buraco. Mas você não acredita. Tenta se mover, mas o corpo não obedece. Já sem forças, apenas espera o fim.
E então, uma sombra se aproxima. O medo surge de novo. Você não quer ver mais ninguém. Não acredita mais em mãos estendidas. Grita para que se afastem. Diz que não precisa, que não quer, que não confia.
Mas essa pessoa não reage com dureza. Apenas para. Suas mãos estão cobertas de barro. E mesmo assim, há uma serenidade no gesto. Sem insistir, ela se afasta e sobe a rampa. Você não entende. Qual era a intenção?
Outras pessoas aparecem. Algumas te ignoram. Outras te ferem com palavras e julgamentos. Mas ajuda verdadeira? Nenhuma. Até que alguém diferente se aproxima. Limpo, calmo, com mãos tão suaves que quase brilham. Mais uma vez, você grita. Rejeita. Mas essa pessoa não recua. Apenas se aproxima, em silêncio.
Ela te olha com ternura. Sem dizer muito, apenas te estende as mãos. Você tenta caminhar, mas não consegue. E então, sem dizer uma palavra, essa pessoa te acolhe nos braços e começa a subir contigo.
No meio do silêncio, ela diz algo que te toca profundamente:
— “Eu estive aqui o tempo todo. Tentei te ajudar. Mas você, assustada, não quis ser resgatada.”
Você então se lembra… daquela outra presença. Daquelas mãos sujas de barro. E pergunta:
— “Era você aquele que veio antes? Aquele que fez tanto barulho por tanto tempo?”
A pessoa sorri com suavidade, mostra as mãos ainda marcadas, e responde:
— “Sim, era eu. Durante todo esse tempo. Fiz barulho, espantei os perigos, cavei com as próprias mãos essa rampa. Não joguei corda porque sabia que você não estava pronta… ela poderia se enrolar no seu pescoço e te ferir ainda mais. Preferi cavar, pouco a pouco. Porque você vale esse esforço. Você merece.”
E então, você entende.
Nem todos que têm as mãos sujas são ruins. Às vezes, estão sujas por cavar caminhos para te salvar. Nem toda corda lançada é para resgatar. Algumas servem só para manipular, prender, machucar.
A vida nem sempre será justa, e nem todos estarão ao seu lado por amor. Mas um dia, alguém vai aparecer e fazer o possível — e até o impossível — para te tirar do buraco. Em silêncio, com paciência, com amor verdadeiro.
E esse alguém vai te carregar no colo, quando você não puder andar. Vai cuidar de você. E te mostrar, pouco a pouco, que ainda existe confiança, que ainda existe esperança.
Vai chegar a hora de você acreditar de novo. E, principalmente, vai chegar a sua vez de ser imensamente feliz.
Porque você merece. Merece mais do que pensa
“Quando o Amor Decide Ficar” – Versão 2
A vida tem suas formas misteriosas de nos ensinar…
Às vezes, nos surpreende com tamanha intensidade que nos deixa sem chão.
Ela nos lança em abismos escuros, frios, solitários…
E lá embaixo, onde o silêncio é ensurdecedor, a gente acredita que ninguém nos ouvirá.
Gritamos. Lutamos. Mas parece que o mundo inteiro está surdo.
Então, aos poucos, o corpo cansa… a alma se cala… e o coração começa a congelar.
Você, ali, perdida em meio à dor, pensa que é o fim.
Que nunca mais vai confiar, amar, ou sorrir com o mesmo brilho.
Mas um dia… alguém aparece.
E você acredita, por um instante, que talvez seja o recomeço.
Essa pessoa joga uma corda, e você se agarra com todas as forças.
Sobe… devagar, com esperança nos olhos e tremores no peito.
Seu coração começa a se aquecer…
Você acredita, deseja, sonha.
Mas… a poucos passos da luz, essa pessoa te solta.
E a queda machuca mais do que a primeira vez.
Porque agora você conhecia a esperança… e ela também se despedaça.
A partir dali, você se fecha.
O medo vira escudo, a desconfiança se transforma em armadura.
Você começa a desacreditar do amor, das intenções, das pessoas.
E tudo escurece de novo.
No silêncio dos dias, barulhos vêm e vão…
Mas você já não espera mais nada.
Acredita que o amor é apenas uma ilusão bonita demais pra ser verdade.
O tempo passa. A dor adormece. Você se acostuma a viver na escuridão.
Até que, certa noite, ao abrir os olhos, você vê uma rampa.
Sim, uma saída.
Mas o cansaço é tanto que você nem tenta.
Fica ali, imóvel… esperando que tudo simplesmente acabe.
E então, uma presença se aproxima.
Você sente. O coração dispara. O medo volta.
“Mais uma decepção”, você pensa.
Você grita, repele, manda embora — antes que possa machucar.
Mas essa pessoa não reage como as outras.
Ela te escuta em silêncio. Te respeita.
Está com as mãos sujas de barro…
E mesmo assim, há uma delicadeza nos gestos que te confunde.
Sem insistir, ela sobe a rampa e desaparece.
Você fica ali, se perguntando:
“Será que era diferente?”
Os dias passam. Algumas pessoas aparecem…
Mas ao invés de ajudar, lançam pedras. Julgam. Ferem.
Até que, um dia, alguém surge.
Com mãos limpas, olhar sereno e um silêncio cheio de paz.
Você, como sempre, tenta se proteger…
Mas essa pessoa não recua.
Ela apenas te olha com doçura…
E, sem dizer muito, te estende as mãos.
Você aceita.
Mas não consegue andar.
Então ela te acolhe nos braços…
E começa a subir com você no colo, devagar, com carinho, com cuidado.
No meio do silêncio, ela diz com voz suave:
— “Estive aqui o tempo todo… te observando, tentando te ajudar.
Mas você, assustada, não conseguia me ver.”
E então você se lembra…
Daquela presença de mãos sujas…
Dos barulhos constantes…
E pergunta:
— “Era você quem fazia todo aquele barulho? Era você com as mãos sujas de barro?”
Ele sorri, e com os olhos cheios de ternura, responde:
— “Sim, era eu…
Fiz barulho para que você soubesse que não estava sozinha.
Não joguei uma corda, porque sabia que, naquele momento, ela poderia te machucar mais do que ajudar.
Preferi cavar… com minhas próprias mãos.
Fiz uma rampa. Um caminho.
Porque você vale esse esforço.
Porque… eu escolhi te amar.”
E naquele instante, tudo muda.
Você percebe que nem todo amor machuca.
Nem toda partida é abandono.
E que existem pessoas que ficam.
Mesmo quando você grita. Mesmo quando você se afasta.
Mesmo quando está no seu pior.
Nem todo mundo que tem as mãos sujas quer te ferir.
Às vezes, elas estão assim porque cavaram caminhos pra te salvar.
Nem toda chegada é ameaça…
Às vezes, é a resposta de todas as suas orações silenciosas.
E o mais bonito de tudo:
É que alguém, um dia, vai te amar com tanto cuidado…
Que vai te carregar no colo, até que você aprenda a caminhar de novo.
Vai te aquecer com paciência, até que o seu coração decida se abrir outra vez.
E esse alguém…
Vai te mostrar, com cada gesto, que você merece ser feliz.
E merece mais do que imagina.
A arrogância e suas consequências na sociedade
A arrogância é um traço humano que se expressa através de comportamentos de superioridade e desprezo pelos demais. Ela pode acontecer em uma variedade de ambientes. Esse problema tem se tornado cada vez mais comum devido à necessidade de aprovação pelos outros e o extremo individualismo. Portanto, esse assunto exige uma observação cuidadosa dos seus sinais e sintomas.
Sob esse ponto de vista, a necessidade de aprovação alheia faz com que a pessoa não desenvolva uma autoestima sólida e independente, tornando-se um indivíduo vulnerável à insegurança e à dependência emocional. Em suma, esse medo de isolamento pode ser superado quando a pessoa aprende a valorizar suas próprias qualidades, visto que o reconhecimento externo é supérfluo.
Outrossim, o individualismo em detrimento do “nós” reforça atitudes, inadequadas, de superioridade. Esse comportamento causa barreiras à comunicação, impedem a formação de relacionamentos saudáveis e provocam prejuízos tanto para quem o pratica quanto para as pessoas próximas. Por causa disso, é importante ter humildade e buscar a construção de laços baseados na reciprocidade e no respeito mútuo para combater o individualismo exacerbado.
Diante desse cenário, torna-se essencial para o egocêntrico buscar promover valores de empatia e autoconhecimento. É fundamental também, que as pessoas ao seu redor saibam quais são os limites importantes, comunicando-se de forma assertiva e não permitindo que seu bem-estar seja prejudicado por atitudes arrogantes.
"O amor é como um
pássaro, por suas asas.
As vezes voa pra la, voa
pra cá, e depois volta
pra casa."
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