Sou uma Filha da Natureza

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⁠O que é Deus para mim ...
Para mim Deus está em um passarinho voando.
Em uma borboleta batendo suas lindas asas.
Em uma rosa desabrochando linda e perfumada.
Em uma cachoeira linda e formosa.
Em um rio caudaloso que abastece toda população com sua água.
No mar com sua imensidão e formosura.
Ou em uma simples folha que cai e vai formar o humos para fortificar a terra, fazendo com que ela fique fértil e produtiva.
Deus está em cada um de nós.
Enfim, para mim Deus está em tudo que existe aqui nesta terra e no universo.
Para mim Deus é este universo que faz tudo funcionar certinho sem que ninguém precise colocar a mão, e quando alguém coloca a mão descontrola tudo.
Eu não acredito que Deus seja um SER, e sim o conjunto de tudo isto que eu relato acima e muito mais, aí teria que partir para outras galáxias, espiritualidade, e muito mais coisas que ainda desconhecemos.
Quando digo: “ QUE DEUS TE ABENÇOE “
Estou desejando que vc seja abençoado pelas leis do UNIVERSO E DA NATUREZA !

Inserida por ronaperr

Deus está presente em todos os lados
A luz que você precisa para sua bênção
Aquele que busca uma saída em sua fé
O alcance de conquistas em suas mãos

Natureza é espelho de presença divina
Aos olhos daquele de quem a observa
Nem todos tem esse grande privilégio,
De ser presente, entender a mensagem.

Inserida por salvafaria

Não existe uma linda paisagem,
Se sua imagem interior é turbida,
Quando por dentro o sentimento,
Difere, não reflete aquele sentido.

Se triste não consiste uma beleza,
Buscar na natureza o significado,
Qual motivo dessa sua presença,
Se em Deus resulta a sua imagem.

Inserida por salvafaria

Os apaixonados não morrem, não veem a morte, não tem começo e não tem fim.
Eternos amantes assim como a natureza sempre floresce.

Inserida por RobinS25

⁠O meio ambiente é a tela da vida, onde cada ação humana pinta o futuro da existência.

Inserida por lirioreluzente

⁠O cosmético entra na pele para florescer na alma.

Inserida por gustavoboroni

⁠Livros podem ser escritos depois…
Até filhos podem ser feitos depois…
Mas se não plantarmos árvores Agora, não haverá mais Depois.

Inserida por ateodoro72

A MULHER DE UM HOMEM Só




Há muitas espécies em extinção na natureza. Desde os ursos Panda até a “mulher de um homem só”.
Se por acaso alguém encontrar alguma por aí encaminhe para o Fantástico, pois se trata de raridade.
A “mulher de um homem só” para quem não sabe, só teve na vida, um único namorado, ainda na adolescência. Muito jovem casou-se com ele. Sua “performance” sexual limitava-se a alguns tímidos beijinhos (os famosos selinhos de hoje) e uma ou outra mão-boba na perna da donzela que, de tão culpada, rezava a noite inteira rosários e rosários em penitência. E de joelhos, para que o pecado fosse mais facilmente perdoado.
O encontro amoroso só podia acontecer no sofá da sala, aos domingos à tarde, sob a vigilância da família inteira que se revezava na guarda do hímen da moça.
Depois de muitas e silenciosas tardes de namoro começava a ficar urgente passar à próxima fase, a do noivado, ante-sala para o casamento. “Os outros” já estão falando , dizia o pai, referindo-se a urgência em casar os pombinhos antes que acontecesse o pior.
E o noivado era festejado com muita comida e muitos doces, familiares presentes na festa e uma bela aliança de ouro na mão direita dos noivos. Tudo isso vinha acompanhado de autorização paterna para andarem de mãos dadas e “de braços”. Podiam passear, mas sem dispensar o “doce- de- pera “.
A núpcias da “mulher de um homem só” eram rigorosamente preparadas e implicava em muita festa , despesas enormes, quase sempre maiores que o poder econômico de muitas famílias.
A festa durava o dia inteiro, tudo isso depois de semanas de exaustos preparativos. O vestido da noiva, obrigatoriamente branco, acompanhado de véu e grinalda de flores de laranjeira, só podia ser usado pelas moças-donzelas, virgens, de comportamento comprovadamente casto, avalizadas pelo pároco da igreja local, inclusive.
A preparação da vida futura da “mulher de um homem só” parava por aí. Ela sabia através de conversinhas com casadas recentes que teria que passar por grandes apuros na noite de núpcias, mesmo assim, munida de muita coragem, encarava o fálico marido com toda coragem de que dispunha. Traumaticamente chegava até o matadouro, vestida em camisola de sedas e rendas, de preferência branca para combinar com sua pureza. Curiosidade havia, mas o medo era maior. A possibilidade da dor superava qualquer possibilidade de esperar por algo que pudesse ser bom.
Era um ritual de passagem doloroso, sofrido, onde dor e alegria se confundiam. Muitas se separavam das famílias e iam viver em lugares distantes e como aves migratórias chegavam tristes acompanhadas daquele quase desconhecido que iria fazer gato e sapato da pobrezinha.
Mas era assim que tinha de ser e todas as moças queriam casar. Ficar solteira era uma vergonha. Solteironas, nem pensar. Seria a condenação de “ficar para titia” ou cuidar dos irmãos mais novos e arcar com os pais quando envelhecessem. Melhor o matadouro, morder o travesseiro e tornar-se mulher (como se já não o fossem). Tornar-se, para sempre, “mulher de um homem só”.
Ensinadas na lei do sacrifício e da doação acolheriam os filhos que deus mandasse, uma dúzia deles e nunca esqueceria nem o nome nem o aniversário de nenhum, afinal seu título era de nobreza- rainha do lar – quase uma santa.Dava até a impressão que os filhos foram concebidos sem sexo, como Jesus. Essa mulher não podia ter a visão de seu marido despido. Sexo só santificado, diziam os padres. Tinha que passar pela água-benta, pelo confessionário e era preciso zelar a vida inteira pela reputação, abdicar de enfeites e perfumes.
Quem ouve uma história dessas nos dias de hoje pensa que é pura lenda. Mas ainda existem algumas dessas mulheres vagando por aí. Não conseguem entender muito bem quem são as extravagantes e voluptuosas” mulheres de muitos homens” que desfilam pelas ruas enfiadas em “jeans” apertados, barriguinhas à mostra, seios empinados, bundas arrebitadas, equilibrando-se em saltos muito altos e finos. Não se falando que exalam perfumes libidinosos que provocam paixões avassaladoras. Todas sem donos, livres pensam as “mulheres de um homem só” ou será que o mundo mudou tanto que agora são eles que têm de obedecer, comportar-se e se submeterem ao desejo delas?
Será que eles é que viraram “homens de uma mulher só?”