Sou uma Filha da Natureza
Me impressiona a sua BELEZA,
É um brinde da NATUREZA,
Pra alma de um POETA,
Que na rima se COMPLETA,
E tira do fundo do CORAÇÃO,
Singelas frases com EMOÇÃO,
Simples mas VERDADEIRAS,
Pois é desta MANEIRA,
Que escrevo os meus VERSOS,
E quero gritar bem alto ao UNIVERSO,
E no grito o seu nome eu CHAMO,
Pra todo mundo ouvir que eu lhe amo...
A natureza está cheia do amor
de Deus!
Qualquer que seja o caminho
a ser percorrido,
está florido da ternura Dele.
A natureza para mim é resumida numa palavra apenas: Harmonia. Nem sempre estamos dispostos para aprender com ela. Está aqui, em todo lugar, porém, bastando apenas a nossa boa vontade .
"A prudência seria uma arritmia; cada decisão sensata causaria um sopro, pois a natureza do peito é o risco, não o cálculo."
Você acha que Deus está mudando toda Sua natureza para se acomodar aos seus pecados? Não! Ele é o mesmo!
"Mesmo quando o céu se apresenta nublado, o sol permanece fiel à sua natureza. Do mesmo modo, a esperança não desaparece quando os olhos não a veem. Ela apenas aguarda que o coração volte a acreditar."
A nova natureza busca a santidade tão espontaneamente como a velha corre atrás da iniquidade.
frases cristãs vol. 4
William James disse: O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia de ser aprecido".
sfj,caracteres
Eu celebro cada criação divina pela gratidão, por Deus ter nos dado generosamente uma natureza maravilhosa que a esta hora não preciso nem colocar música porque tenho o canto dos pássaros para ouvir.
O INFERNO SEGUNDO ALLAN KARDEC:
A Origem das Crenças, a Justiça Divina e a Verdadeira Natureza das Penas Espirituais.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
No capítulo IV, da Primeira Parte, item 12 de O Céu e o Inferno, Allan Kardec realiza uma das mais profundas análises já escritas sobre a concepção tradicional do inferno. Seu objetivo não é atacar pessoas, religiões ou a fé sincera, mas submeter determinadas crenças ao exame da razão, da lógica, da justiça divina e dos ensinamentos de Jesus Cristo.
Ao longo de muitos séculos, consolidou-se a ideia de um inferno material, localizado em algum lugar do Universo, onde almas condenadas sofreriam eternamente em corpos ressuscitados, submetidas ao fogo, aos vermes, aos demônios e às mais variadas formas de suplício físico. Kardec demonstra que essa concepção nasceu da imaginação humana, das antigas tradições religiosas e das interpretações literais de textos simbólicos das Escrituras.
No trecho estudado, ele reproduz essas descrições tradicionais para que o próprio leitor perceba suas contradições.
Se apenas a alma desce ao inferno após a morte, como explicar castigos físicos antes da ressurreição? E, se os corpos voltariam apenas no Juízo Final, como poderiam sentir queimaduras, dores, mordidas, fome ou sede antes desse momento?
A própria doutrina tradicional apresenta dificuldades lógicas que Kardec evidencia com serenidade, sem ironia, convidando o leitor a refletir.
Outro aspecto observado é a localização geográfica do inferno. Durante séculos houve quem afirmasse que ele existia nas profundezas da Terra; outros o situavam em algum planeta desconhecido. Entretanto, jamais houve consenso entre os próprios teólogos.
Kardec mostra que, quando uma crença necessita recorrer continuamente a hipóteses para explicar suas próprias dificuldades, ela deixa de oferecer segurança racional.
Em seguida, ele reúne descrições produzidas por diversos autores e místicos, como Santo Agostinho e Santa Teresa, bem como outras narrativas medievais que descrevem cidades incendiadas, rios de sangue, desertos gelados, montanhas de suplícios, demônios monstruosos, serpentes gigantescas, instrumentos de tortura e cenas que lembram profundamente as antigas mitologias do Egito, da Grécia, de Roma e de diversos povos da Antiguidade.
Essa comparação não é casual.
Kardec demonstra que muitas imagens atribuídas ao inferno cristão possuem enorme semelhança com representações pagãs do Amenti egípcio, do Tártaro grego e de outras tradições antigas. Isso evidencia que a imaginação religiosa dos povos influenciou fortemente a construção dessas paisagens de sofrimento.
O Codificador não nega que Espíritos possam experimentar dores profundas após a morte.
Ao contrário.
Ele ensina que o sofrimento espiritual existe.
Existe o remorso.
Existe a vergonha diante da própria consciência.
Existe a solidão moral.
Existe o apego aos vícios.
Existe a perturbação.
Existe o arrependimento.
Existe o sofrimento decorrente das próprias imperfeições.
Contudo, essas penas não constituem vingança divina.
São consequências naturais do estado moral em que cada Espírito se encontra.
A justiça de Deus jamais cria sofrimentos inúteis.
Toda dor possui finalidade educativa.
Toda experiência visa ao progresso.
Toda expiação prepara a regeneração.
É exatamente nesse ponto que o Espiritismo apresenta uma das mais consoladoras revelações da Humanidade.
Nenhuma criatura foi criada para permanecer eternamente no mal.
Nenhum sofrimento é infinito.
Nenhuma condenação é irrevogável.
O amor de Deus jamais abandona um de seus filhos.
Mesmo o Espírito mais endurecido conserva, no íntimo, a possibilidade de arrependimento, reparação e renovação.
As penas são proporcionais às faltas.
São temporárias.
Diminuem à medida que o Espírito melhora.
Desaparecem quando ele se transforma moralmente.
Assim se harmonizam perfeitamente a justiça e a misericórdia divinas.
Jesus jamais apresentou Deus como um soberano cruel, desejoso de castigar perpetuamente suas criaturas.
Toda a sua vida foi um testemunho de misericórdia.
Perdoou a mulher adúltera.
Acolheu os pecadores.
Consolou os aflitos.
Curou os enfermos.
Orava pelos próprios perseguidores.
Na cruz, pronunciou uma das maiores lições da História:
"Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem."
Como conciliar esse Cristo infinitamente misericordioso com a ideia de tormentos eternos sem finalidade alguma?
Kardec responde por meio da razão e da observação dos ensinos dos Espíritos: Deus corrige sem destruir; educa sem odiar; disciplina sem condenar eternamente.
A lei divina não é a lei da vingança.
É a lei do progresso.
Por isso, as regiões inferiores descritas pelos Espíritos não constituem prisões materiais construídas por Deus.
São estados espirituais produzidos pelas próprias imperfeições humanas.
O orgulho cria seu próprio cárcere.
O egoísmo produz isolamento.
O ódio gera sofrimento.
A crueldade atrai dores semelhantes.
A consciência converte-se no mais justo tribunal.
Cada Espírito colhe aquilo que semeou, não por punição arbitrária, mas pela perfeita aplicação da Lei de Causa e Efeito, sempre subordinada ao amor divino.
O inferno verdadeiro é o sofrimento moral da alma afastada do bem.
O céu verdadeiro começa quando a consciência reencontra a paz.
Assim, o Espiritismo substitui o terror pela esperança.
Substitui a condenação eterna pela possibilidade permanente de regeneração.
Substitui o medo pela responsabilidade.
Substitui o desespero pela confiança em Deus.
Não existe privilégio diante da Justiça Divina.
Todos somos filhos do mesmo Pai.
Todos caminhamos para a perfeição.
Cada existência representa nova oportunidade de aprendizado, crescimento e reparação.
É por isso que, mesmo diante das injustiças humanas, podemos confiar plenamente na Justiça de Deus.
Sim, irmãos, existe injustiça na Terra.
Existem perseguições.
Existem lágrimas.
Existem dores.
Existem crimes.
Entretanto, não existem injustiçados diante de Deus.
Sua Justiça alcança aquilo que os homens não conseguem alcançar.
Seu Amor consola onde a Terra fere.
Sua Providência acompanha cada criatura durante toda a eternidade.
Nenhuma lágrima sincera é ignorada.
Nenhum sofrimento permanece sem finalidade.
Nenhuma boa ação deixa de produzir frutos.
Nenhuma consciência permanecerá eternamente distante da luz.
Jesus Cristo é o maior testemunho desse Amor infinito.
Seu Evangelho permanece sendo o roteiro seguro para a renovação da Humanidade.
O Espiritismo, iluminando racionalmente os ensinos do Cristo, convida-nos não ao medo, mas ao aperfeiçoamento moral, à caridade, ao perdão, à humildade e ao amor ao próximo.
Que possamos estudar, compreender, viver e divulgar esses ensinamentos com fidelidade, lembrando sempre:
Jesus Cristo é Amor.
O Espiritismo é Amor.
Deus é a pura essência do Amor.
Deus, para sempre, seja louvado.
Paz e Luz!
Espírito amigo.
Fontes
O Céu e o Inferno.
O Evangelho Segundo o Espiritismo.
O Livro dos Espíritos.
Bíblia Sagrada: Evangelhos; Apocalipse; Isaías; Marcos.
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Nada é capaz de expressar o Amor. Incapaz completo de dizer ou fazer qualquer coisa sequer; se algumas vez ele for, perde-se o sentido e a cor, perde o nome de Amor
É no apagar das luzes, no fim de cada dia, que se percebe o quanto trabalhamos; ponto a ponto para se adquirir a destreza de cada movimento: um movimento árduo, mas ao mesmo tempo gratificante; gratificante por saber que no fim dos pontos, valeu cada segundo.
A casa de Deus não é a Igreja. É a natureza e o seu coração! Se Deus não habita seu coração não habita nada que estiver ao seu redor.
