Sou So um Palhaco

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Sou ponte entre mundos.

Eu sou eu, o outro é o outro, e juntos somos nozes.

Não importa se a cilindrada é alta ou baixa... EU sou a velocidade

Pele aberta

não sou feita de armadura.
sou fragilidade acesa,
pele que sente,
susto que ainda atravessa.
não me endureci para sobreviver —
eu senti.
e isso,
isso é estar viva.
_escrevendo.me
04/01/26

Quem sou eu?

Eu sou uma flor vermelha, que se abre no sereno, eu sou uma menina apaixonada, também sou baixa e morena.

Eu sou aquela pessoa que pensa muito, sou aquela pessoa que fala demais,

Eu sou aquela poesia perdida, sou o poema nunca lido sou uma Rosa perdida que ninguém colheu, aquela flor excluída que também é uma das mais lindas.

Eu sou a mistura da indígena, do africano e do judeu.

Pai e mãe habitam em mim, e eu que sou filha

A minha idade não me define, pois sou atemporal.

Cansativo, porém não sou de ficar cansada.

Tenho todos os motivos do mundo para ser feliz, mas não sou.

Não sou apenas uma. Posso eu dizer não para mim. Posso eu escolher quem não afetar.⁠

Não sei mais se sou eu quem escrevo, vejo meus dedos, mas escrevo com o coração.⁠

Sou Pragmático.
Acredito na verdade.

Se eu sou capaz de me tratar melhor do que você me trata, então não preciso de você.

Muito... Mais muito ruim em relacionamentos amoroso sou eu... tanto, tanto que em tentar fico tonto, tonto ...

Tudo o que escrevo é sobre mim, minha vida e meus pensamentos. Sou minha única referência, portanto o que digo sou eu mesma em palavras.

Eu te amo, Ba.
Te amo com tudo o que sou
e com tudo o que tenho para te oferecer.


Amo você de maneira despida,
transparente.


E ainda me surpreende
às vezes até me custa acreditar
que esse amor que entrego inteiro
seja recebido
e devolvido
na mesma intensidade.

Eu não sou feito de respostas.
Sou feito de rachaduras.


Por dentro, tudo em mim é barulho:
pensamentos tropeçando,
memórias se mordendo,
desejos que não cabem no corpo.


Eu existo em estado de urgência.


Tenho dias em que me sinto infinito
e outros em que mal caibo em mim.
Tenho vontade de ser tudo
e medo de não ser nada.


Eu me desmonto com frequência.
E não é metáfora.
Eu me desmonto mesmo.
Ideias, identidade, planos, certezas —
tudo cai no chão.
E eu junto os pedaços
com mãos tremendo.


Não sou estável.
Sou vivo.


Carrego perguntas como quem carrega feridas abertas:
quem eu sou quando ninguém está olhando?
quem eu seria se não tivesse aprendido a me esconder?
quem eu posso ser se eu parar de pedir permissão?


Às vezes eu me sinto grande demais para esse mundo pequeno.
Às vezes pequeno demais para meus próprios sonhos.


Eu sinto tudo no limite:
o amor rasga,
a perda ecoa,
o desejo arde,
o medo grita.


Não sei sentir pouco.


Se eu te disser que sou forte,
é porque você não viu minhas noites.
Se eu te disser que sou sábio,
é porque você não viu quantas vezes eu me perdi.


Eu sou feito de tentativas.
E de fracassos belos.
E de recomeços malfeitos.
E de coragem improvisada.


Não me peça equilíbrio.
Eu sou terremoto aprendendo a andar.


Mas deixa eu te contar algo:
se você me ler e doer,
é porque tem algo em você querendo sair.


Porque todo mundo anda por aí
se amputando emocionalmente
para caber.


E eu não quero caber.
Eu quero existir.


Eu quero que minhas contradições respirem.
Que meus abismos tenham nome.
Que minha bagunça seja honesta.


Eu não sou exemplo.
Sou espelho.


Se você se vê em mim,
não é coincidência —
é humanidade.


Você também sente demais.
Você também finge menos do que parece.
Você também tem um caos bonito aí dentro
pedindo para ser reconhecido.


Então não se organize.
Se entenda.


Não se controle.
Se escute.


Não se esconda.
Se permita.


Porque viver
não é parecer inteiro —
é continuar mesmo em pedaços.


E se alguém te chamar de intenso,
agradeça.


Pior seria ser vazio.

Hoje, nada externo me abalará. Eu sou o mestre das minhas reações.

Não sou prisioneiro do tempo, sou senhor do agora.