Sou So um Palhaco
Tu és fogo que não se apaga, me queima;
Tu és a calmaria de um furacão;
Tu és o compasso do coração;
da dança;
da chuva;
da alma;
Tu és brisa da manhã;
Tu és a agitação que me acalma;
Tu és apenas tu - do que preciso.
Pensar em você meu amor,
É inspiração mesmo sem estar inspirado,
É amar e sentir um coração palpitando,
É lembrar do momento lindo de um passado,
É se sentir nas nuvens caminhando.
Pensar em você meu amor,
É lembrar do nosso beijo pra lá de romântico,
É sentir descontrolar o pensamento,
É não ter o comando,
Do próprio sentimento.
Pensar em você meu amor,
E chorar sem motivo aparente,
Por que quem a gente ama não está contente,
O pelo simples fato de não estar presente,
O amor da gente...
Um sábio entre tolos é visto como louco. Então seja sábio e afaste-se dos tolos. E não seja tolo, louco é quem finge ser sábio.
·
"Somente as rosas podem ser um jardim com o perfume do amor
elas não falam mais inalam a essência do amor"
Se você tiver que amar alguém ame com a alma ,respeite esse amor
cuide desse amor,proteja esse amor
mostre a ele os caminhos iluminados de paz e amor
pois assim nunca faltará sorrisos "
O fato de um homem ter várias mulheres ao mesmo tempo e não amar nenhuma pode ser considerado como distúrbio mental, pelo menos, eu penso assim. O pior da história é que a verdade sempre aparece, e quando essas mulheres descobrirem que têm como amante o mesmo homem, a única forma feminina que restará a ele será a fria solidão.
Tenha tolerância com os que te traem, porque na verdade estão a trair a própria consciência e um dia o remorso lhes cobrará o preço; sinta pesar dos que te viram as costas, pois, fracassados nas suas ilusões, eles têm medo de enxergar a tua capacidade de triunfar sozinho.
Sofrer por amor até que é bom... Isso significa que somos um ser completo, cheio de emoções e sentimentos... Não somos vazios...
Um grito no vácuo
Grito, será que ninguém me ouve?
Choro, será que ninguém enxerga?
Chuto, soco...será que ninguém ver meus hematomas?
Mudo...ninguém percebe?
Estou de roupa, me sentindo completamente despida
Estou sorrindo, me sentindo completamente depremida
Estou caminhando, sentindo que a cada passo, posso cair ou vacilar
Estou fraca sendo firme, estou desmoronando sendo uma muralha.
O tempo quis brincar de faz de conta comigo, e aqui estou eu, viciada nele; O famoso jogo da vida.
O vício retira do mundo o homem e o coloca em uma caixa criada no seu interior, onde por um tempo ele é um infeliz dormente.
Amor
O teu abraço é como o calor
Me faz soar com tanto amor
Você é minha pureza
Linda como uma princesa
O amor que sinto por você
Só me dar prazer e carinho
Por você, o teu jeito maleável
Perfeito e adorável
O meu mundo sem você
É como uma flor à se perde
Se uma flor se desmanchar
Nosso amor desencatará
Te amo com mil palavras
O que séria sem você
Diria um amor a se perde.
Com você quero conhecer algum lugar um lugar qualquer porque eu quero mesmo estar com você mulher e ao seu lado andar nessa corda bamba chamada vida.
Um raro acaso pode nos denotar uma sorte, um azar, uma chance até.
Coincidências freqüentes já não são mais instâncias, nos mostram o que pode ser um hábito disfarçado de casualidade.
Hoje acordei super, hiper animada, e com ótimos pensamentos. Um deles é, se acreditarmos que alguma coisa pode ser feita é essencial. Com paciência e perseverança, tudo se alcança. Não há nada impossível pois os sonhos de ontem, são a esperança de hoje e podem transformar em realidade amanhã.
AGÁ, DOIS...Ó?
Qual um anjo...ou drone? Vejo o algo a mais
Que os reles pensamentos dos homens;
Vejo os algodões de outrora
Supérfluo luxo da agora.
Qual a mais célere...ou célebre?
Ave de rapina, que plana acima da biosfera
Acima dos agás, dos dois, dos ós
Sinto àquela criança franzina e curiosa
Que transformava qualquer espécie de nuvem
Em brincadeira, em prosa
Em assunto profundo de roda
Em contos sobre Dumont, Zeus, Deus
O sideral não era espaço, o tempo não tinha compasso, o azul mais que uma cor.
Os meninos gargalhavam às custas dos
Devaneios.
As meninas, não.
Algodão do doce azul do céu
Que agora vejo por cima
Qual uma ave de rapina
Qual uma nave espacial
Qual o próprio tempo em si
Me trague,
Me traga o menino, sempre.
O franzino que até hoje é deslumbre
Em suas silhuetas — formas, cumes, patos, gumes
Do cirros à quase cirrose do poeta
Dos cúmulos dissimulados dos falsos profetas
Do nimbo Argento
Do ninho,
Do chão, onde o vôo é mais alto.
Luciano Calazans, Céu Brasileiro, 27/08/2018.
Mães
Para todos os efeitos
Com todos os defeitos
Pesos e medidas
Seu ar amniótico que um respirei
Qual o milagre do água ao vinho
Migrei ao alimento advindo do seu peito
Atavismo certeiro, ancestral pleito
Após nove meses, fez-se a luz
Big Bang comprovado e endossado
Pelo universo do sem fim
Me fizeste pessoa com destino
Incerto como o alvorecer
Sendo assim, és e sempre será
Uma Deusa – do lar, das ruas, do respirar
Deusa dos verbos errantes
Do doravante.
Hoje, as páginas são escritas por mim
Por vós e quem mais nascer
Reinvento a cada instante
Um modo sagaz e pulsante
Para externar a gratidão perpétua
Fructus et Ventris
Nos dias que orbitavam a Primavera
Vi uma fotografia; talvez um vídeo na Televisão...
E em um misto de realidade e fantasia
Da ribalta que é a vida em si
Surgiu um ventre sagrado e fértil
Saliente e lindo.
Duas vidas em muitas, agora respiram
O amniótico, o quente e a proteção
Epílogo de uma fase
Gênesis, novo testamento, em três corações
As luzes que agora veste
São as síntese das sínteses
De luzes, não das ribaltas
E sim de zilhões de sóis
Luzes celestiais.
Me aproprio de Bilac:
"Ora direis, ouvir estrelas?
Certo perdeste o senso..."
E, num ato intransigente e até de "heresia"
Penso
Que ouço uma estrela que carrega em seu ventre duas estrelas – encanto
Em cantos!
Assim, como numa oração
Rogo às luzes e a exaltação
Que os brados que virão
Sejam fortes e viçosos como o Juazeiro
Que sejam impávidos colossos
Com a mais plena ternura da mais terna rosa
Versos – vãos ou não
Advindos de um coração inquieto e em total ebulição da emoção plena
Deseja que as duas luzes, não pequenas
Sementes do Juá, cores da imensidão
Floresçam vigorosamente qual a árvore encantada do sertão ou do ser tão do mundo
Que por ora é o cais, o porto e a proteção.
Vindas do bem,
Bem vindas à luz maior
Que o juá cresça ainda mais
E que neste enviesado mundo
As vidas sejam as mães, os pais
A paz.
À Ivete Sangalo, mãe Marcelo, mãe Brasil, Mãe terra, fogo, água e ares.
Com todo amor,
Luciano Calazans, Salvador, Bahia, 01/10/2017
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