Sou So um Palhaco

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⁠Conveniência, senso de observação e etiqueta fazem um tríduo espetacular. A palavra limite os resume de forma inefável.

⁠Toda a polarização política é declaração expressa da falência do sistema político de um país. Um país rico em democracia requer uma terceira via e quantas forem necessárias.

A Paraíba também é um local para amar

Seja no sertão ou no mar,

Contigo quero passear

De mãos dadas no Pavilhão do Chá.



Do alvorecer ao crepúsculo no Rio Sanhauá

Quero você agarrado na minha cintura,

Indo muito além do forrozar

Vamos juntos namorar...



Eis-me aqui, e você aí

Dá até para escrever uma letra de forró,

Quando você não está aqui

Porque foi na Paraíba que eu te conheci.



Não existe o 'cedo', e nunca é tarde

Para amar sempre existe tempo,

Aos poucos vamos nos aproximando

Por causa desse amor que está florescendo...

Como o Sol existe para o dia,

Você existe dentro de mim,

Você me seduz do alto,

Como um navio que navega

Sobre a poesia,


Nada passa a vontade

[nada sublima].



A mudez e a nudez,

Falam mais do que mil

[imagens].

Tanto uma quanto a outra

Insinuam mil miragens...

Como o vento persuade

as ondas do mar,

você existe para mim.



A tua [voz,

A tua [face,

A tua [mão,

A tua [presença,

Todas juntas são sugestivas

Inda de mãos dadas com as lembranças.



Guardo-te como a terra prometida,

Até na memória a tua carícia

Tem o poder de deixar-me entorpecida,

Há um jardim aqui que guarda

A tua rosa mística [rósea],

E uma intenção infinita,

Eis uma malícia definida

Repleta de uma vontade bendita...

A gentileza no amor,

- faz do mundo um mundo novo,

Gentileza gera gentileza,

- o profeta já enxergava a Terra,

Como a grande escola do amor.



A gentileza de amor,

- é como a chuva gentil molhando a flor,

Gentileza gera gentileza,

- a gentileza faz crescer forte o amor.



A gentileza no amor,

- faz a gente crer que tudo pode,

Gentileza gera gentileza,

- quem não desiste da gentileza,

É um ser humano forte.



A gentileza de amor,

- é manifestação da pura sedução,

Gentileza gera gentileza,

Ela é uma reverência ao coração.



A gentileza no amor,

- tem a sua cara e o seu jeito,

Pode ser até que não saia perfeito,

Gentileza gera gentileza,

- a gentileza é como um beijo.



A gentileza de amor,

- é um bem que se vê à quem,

Gentileza gera gentileza,

- é a melhor forma de fazer o bem.



A gentileza no amor é a salsa,

- e também é o merengue,

Com morango e chantilly,

Gentileza gera gentileza,

Eu te quero bem aqui.

Um anjo que brinca entre as nuvens,

Seduz, envolve,provoca e reluz,

É como um demônio que seduz,

Um anjo brincando entre as nuvens...



Sim, é nesse esconde-esconde o anjo

Segue furtivamente te surpreendendo

Entre poemas e beijos alados...

Batendo as asas e dando cambalhotas,

E escrevendo os desejos mais safados...



Destemidamente levando os teus beijos

Com as mãos, elevando aos recantos

Mais recônditos e cônscios...

Provocando mil miragens entre as nuvens...



Um anjo meio demônio, um demônio que é

Um anjo: sou eu ocupando os teus sonhos,

Ainda incógnito e suspenso nos jardins

Dos teus mais altos desejos

- sou o teu anjo -

O mais lindo e supremo encanto.



Decidi sacudir e tirar-te do teu canto,

Soprar no teu ouvido o desafio mais vadio...

Agora, o teu coração não será mais erradio;

O amor com destino certo, eu sou o teu caminho.

Palavras podem até soar muito forte como um trovão, mas somente a verdade surge como um relâmpago na singeleza de um olhar.

A vida é, verdadeiramente,
apenas um incômodo
em meio à paz na inexistência
e o descanso na morte.

Trouxeste a palavra luminosa

De mago e [santo,

Mais do que isso:

Enviaste a palavra de um [anjo,

Além do olhar e da interpretação,

Amar cura qualquer coração.



Rompendo o espaço sideral,

Nesse outono em anunciação,

Chegou a hora e a estação,

De anunciar o amor e a aurora,

Que transformarão de vez

- tudo o que é vão -

O amor que cura amargura,

- 'amarcura' qualquer amargura

Com ou sem amarula,

Eleva o campo astral da criatura.



O escritor que cruzou o mundo,

Semeando o profundo,

Nos voltando para nós,

Elevando o sentimento,

- santo -

E apaixonado de amar,

Tornando assim o coração

- adocicado -

Fazendo de cada um de nós

Corações purificados.



O amor libertador,

Além das letras, e poemas,

De quem escreve, e se atreve,

Alcança a pessoa que se arrisca,

Que se entrega e se converte

Ao que chamam de loucura:

AMARCURA!

Essa sedução que arrebata, Doce alucinação, O destino nos trará um dia algo bem mais intenso do que uma simples paixão...

Para meditar: em nome de um plano político destruíram a instituição família e agora estão terminando de destruir a imagem dos professores porque não têm tato pedagógico
para conduzir as políticas públicas educacionais.

Só quero ver quem as crianças e a juventude vão buscar se referenciar? Porque não é difícil de imaginar que está tudo prontinho para preparar mão-de-obra barata para os presídios privatizados.

⁠A inspiração deve
ser tecida como
que tece Bichará,
Que é um poncho
feito para o frio
do Pampa enfrentar,
Quem diria que sobre
isso iria te contar...

⁠Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.


Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.


O tropeço, para esses, não é punição: é convite.


Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.


A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.


Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.


Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.


Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.


O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.


Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.


A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.


Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.


Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.


No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.


E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.


Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.

Por um amigo, se for preciso, eu brigo com os meus, com o mundo e até com meu Soberano Deus.


Se for preciso, eu enfrento os meus, o mundo inteiro — e até o agridoce silêncio que faço diante d'Ele.


Não por soberba, nem por rebeldia, mas, porque a amizade verdadeira também é um grandioso ato de fé.


Há laços que não se sustentam em conveniência, mas em compromisso.


Amizade não é aplauso automático, é presença que permanece quando a razão manda recuar.


É escolher ficar quando o mais fácil seria se esconder atrás do “não é problema meu”.


E se às vezes esse amor me coloca em tensão até com Deus, não é afronta: é oração em forma de luta.


É Jacó mancando depois de muito insistir…


É Abraão perguntando, Moisés intercedendo, Jó reclamando sem deixar de crer.


A fé madura não foge do confronto; ela o atravessa.


Defender integralmente um amigo não é substituir Deus, é confiar que Ele suporta nossas perguntas e entende nossa lealdade.


O Deus que nos ensina a amar o próximo não se escandaliza quando levamos esse amor às últimas consequências.


Porque, no fim, não brigamos com os nossos, com o mundo e até contra nosso Soberano Deus por um amigo — brigamos diante d’Ele, certos de que a justiça, quando é verdadeira, nunca anda separada do amor.


É no “amar verdadeiramente o próximo como a ti mesmo” que se resumem todas as leis e profetas.

⁠Falhar é um luxo reservado aos que se atrevem a fazer o que muitos medem esforços para fazer.


Quem nunca tentou nada ousado costuma chamar de prudência aquilo que, no fundo, é medo disfarçado de virtude.


O erro não visita os imóveis.


Ele bate à porta de quem caminha, de quem arrisca, de quem troca a segurança do discurso pelo peso da prática.


Por isso, falhar não é sinônimo de incompetência, mas de movimento; não é vergonha, é evidência de coragem.


Há os que colecionam opiniões impecáveis porque nunca precisaram lidar com as consequências.


Já os que falham carregam marcas reais: aprenderam onde o chão cede, onde o orgulho cai e onde a humildade também é o professor.


No fim, o maior fracasso não é tropeçar tentando, mas passar a vida inteira economizando passos para não correr o risco de cair.


Porque quem nunca falha, quase sempre também nunca vive aquilo que realmente vale a pena.

⁠Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.


Porque nenhuma multidão é dominada de uma só vez.


Primeiro, conquistam-se as vozes mais potentes, as mentes mais influentes, os que falam com facilidade e pensam com preguiça.


Compra-se a opinião de alguns e, pouco a pouco, ela passa a parecer a verdade que muitos gostariam que fosse.


Ideias alugadas raramente chegam com contrato visível.


Elas se disfarçam de pertencimento, de urgência, de causa nobre ou de solução fácil.


E quando parte do povo passa a repetir convicções que nunca questionou, talvez já não perceba que deixou de ser dono dos próprios pensamentos.


Há quem venda a consciência por conveniência, há quem a entregue por medo, e há quem a troque pela confortável sensação de fazer parte do coro.


Mas toda mente que abdica do esforço de pensar por conta própria torna-se terreno fértil para quem deseja governar sem diálogo, conduzir sem explicar e dividir para melhor controlar.


Pensar exige coragem.


Questionar exige disposição para, às vezes, caminhar sozinho.


Afastar-se da famigerada mamada.


Por isso, manter a própria cabeça livre talvez seja um dos atos mais silenciosos — e mais revolucionários — que alguém pode praticar.


No fim, não são as ideias impostas que transformam uma sociedade, mas aquelas que nascem do encontro honesto entre consciência, reflexão e responsabilidade.


Porque quem preserva a própria mente, não apenas protege a si mesmo, mas ajuda a impedir que o pensamento coletivo seja transformado em propriedade de poucos.

⁠⁠Para
as nossas
velas machucadas, quase todos os ventos são tempestades.




Há um cansaço que não se vê de longe.




Um rasgo pequeno na vela, quase invisível aos olhos distraídos, mas que muda completamente a forma como o barco enfrenta o mar.




Quando estamos feridos — por perdas, frustrações, decepções ou silêncios que doeram demais — até a brisa mais suave parece ameaça.




Não é o vento que sempre é forte demais; às vezes, somos nós que ainda estamos frágeis demais para suportá-lo.




Velas machucadas não significam fraqueza.




Significam travessia.




Significam que já enfrentamos mares revoltos, que já insistimos em continuar mesmo quando o céu escureceu.




Mas também revelam haver remendos a serem feitos, pausas necessárias, portos onde é preciso ancorar antes de seguir viagem.




Quando quase todos os ventos parecem tempestade, talvez o chamado não seja para lutar contra o céu, mas para cuidar da vela.




Para reconhecer nossos limites sem medo e sem culpa.




Para entender que sensibilidade não é incapacidade — é sinal de que algo em nós pede atenção.




O mundo continuará soprando seus ventos: opiniões, mudanças, despedidas, desafios inesperados…




Nem sempre teremos controle sobre sua intensidade.




Mas podemos escolher reparar o que foi rasgado, fortalecer o tecido da nossa coragem e aprender, pouco a pouco, a distinguir brisa de tormenta.




Porque, quando a vela é cuidada, até o vento contrário pode se tornar direção.

⁠Fomos tão seduzidos pelo Universo Digital ao ponto de romantizar um mundo onde políticos-influencers fingem preocupação.


Ficamos tão apaixonados que já nem percebemos quando a luz da tela substitui a luz da nossa consciência.


A promessa era conexão; entregaram-nos performance…


Era participação; acostumaram-nos ao aplauso virtual.


E, nesse palco infinito, aprendemos a confundir engajamento com compromisso.


Romantizamos um mundo onde políticos-influencers fingem preocupação como se stories fossem políticas públicas e como se uma live substituísse a presença concreta nas ruas, nos hospitais e nas escolas.


A estética do cuidado passou a valer mais do que o cuidado em si.


O roteiro é simples: indignação calculada, frases de efeito, trilha sonora emotiva e um corte estratégico para as próximas eleições.


O algoritmo aplaude. A plateia compartilha. E a realidade, silenciosa, continua exigindo mais do que curtidas.


Não é que a política tenha se tornado espetáculo; talvez sempre tenha flertado com ele.


A diferença é que agora o espetáculo cabe no bolso e até vibra.


A cada notificação, reforça-se a sensação de proximidade com quem, muitas vezes, está distante das consequências do que decide — ou não.


A encenação é convincente porque fala a língua da emoção rápida — e emoções rápidas não exigem memória longa.


O risco não está apenas nos que fingem; está também em nós, que passamos a preferir o conforto da narrativa à complexidade da verdade nua e crua.


É mais fácil seguir quem fala bonito do que cobrar quem trabalha em silêncio.


E é mais sedutor compartilhar um corte inflamado do que acompanhar um projeto até o fim. Assim, a política vira conteúdo, e o cidadão, audiência.


Talvez a maturidade digital comece quando entendermos que preocupação não se mede por visualizações, mas por coerência; não se prova com filtros, mas com atitudes; não se sustenta com hashtags, mas com responsabilidade.


Enquanto confundirmos presença online com compromisso real, continuaremos aplaudindo performances e chamando de liderança o que, no fundo, é apenas expertise digital.


No fim, o universo digital não é vilão nem salvador — é espelho.


E todo espelho revela muito menos sobre quem está do outro lado da tela do que sobre quem escolhe acreditar nele — o reflexo.

Tente ser ao menos um pedacinho daquilo que a vida tem de mais charmoso, uma pessoa surpreendente. Não faça promessa, faça surpresa!⁠

⁠Não me preocupa um erro "gramaticau" se o raciocínio é inteligente. Um tempo verbal pode ser sempre corrigido, um idiota não.