Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
O que eu sou não lhe diz respeito, em parte nenhuma lhe toca... Nasci para poucos e morro por quase ninguém.
cabelos ao vento
e ele quase me carrega
me leva
sou livre
leve e solta
vou com o vento
com o tempo
até aonde eles quiserem
me levar
me trazer
me jogar
pra lá e pra cá
sou o seu brinquedo
preferido
adoro ser rebatida
e é na contrapartida
que eu volto mais forte
mais atenta
mais valente
mais corajosa
a vida me pede força
me perde e me força
a voltar pra lá
de um jeito ou de outro
aqui não é o meu lugar!!!
Sou uma espécie estranha e rara, que às vezes se encolhe de medo da vida até quase sumir. Mas, quando resolvo me reerguer, sou capaz de me tornar grande, bem grande... Na verdade, enorme em minha infinda capacidade de auto recomposição.
Sou como uma velha águia, que se esquiva e se esconde... Envergonhada, se isola do mundo á sua volta, esperando pelo fim e prepara-se para morrer. Solitariamente, entra em um processo de auto flagelo, rogando apenas para que ninguém chegue tão perto, a ponto de perceber as suas fragilidades.
Ás vezes, me mutilo emocionalmente e arranco as minhas vontades e expectativas a unha. E, quando penso que já vivi tudo e que vou morrer, brota em meu ser uma força descomunal. Subo ao topo da montanha da vida, levanto voo, e recomeço novamente.
Poema do solito.
Sou assim, tenho muy pouco,
por sinal, quase nada;
me basta uma payada
num galpão ao anoitecer,
vendo uma estrela se perder,
quase se apagar na coxilha.
Eu, deitado na encilha,
com cheiro do colorado,
o candeeiro enfumaçado,
pendurado no travessão,
que sustenta a velha quincha,
apertada como sincha
na coberta do galpão.
Minha cama é um catre,
pelego é o meu colchão;
e nas noites de invernada
tenho a alma abrigada
e amadrinhada no xergão.
Por vezes, no imaginário,
nessa coisa de solidão,
penso em outros tempos
enquanto sopra o vento,
assoviando no oitão.
Nesse silêncio velado
de campo e alambrado,
quase no fim da pampa,
donde o gaúcho é estampa
que mantém a tradição.
Quis assim o destino:
que eu, paisano e fronteiriço,
índio, guasca mestiço,
fosse guardião destas terras.
A tropilha, o gado que berra,
o tarrã no banhado,
o quero-quero entonado
no ofício de posteiro,
desconfiado do orneiro
que segue barreando o ninho,
pra não terminar sozinho
igual este rude peão.
Não quis china nem cria,
mas me contento solito:
companheiro, o mate, o pito
e o colorado que fiz pra mim.
Enfrenei, domei e, por fim,
vivo nele enfurquilhado.
Às vezes vou ao povoado
ou no bolicho da ramada,
onde se junta a indiada
pra carpeta, algum bichinho…
E o meu pingo, ao relincho,
me espera na madrugada.
Renato Jaguarão
Sinto ciúme, faço fofoca, falo palavrão e tenho dias azedos. Sou quase normal e quase louca. Não sei muita coisa, mas procuro estar com os olhos e ouvidos abertos para absorver tudo que a vida me dá. Adoro viver, a ideia de um dia morrer me assusta. E eu amo, amo demais. Tenho um amor imenso pelas pessoas que são importantes na minha vida. Hoje, consigo separar e saber quem é meu amigo, quem é colega, quem é conhecido. Apesar disso, convivo bem com todos. Pouca gente sabe a fundo da minha vida e de mim, eu disfarço. Não gosto de me expor.
Sou como um livro, as vezes estou fechado, muitos me julgam só pela capa, quase poucos observam meu conteúdo, outros só riem da metade, e só uma tem coragem de ir comigo até o final.
Sou o que se chama de impulsivo. Uma idéia ou um sentimento. Ajo quase que imediatamente. Às vezes acontece que agi sob uma intuição, às vezes erro, prova que não é intuição, mas simples infantilidade. Preciso saber se devo prosseguir nos meus impulsos. Ou se posso controlar. Se continuo acertar ou errar, aceitando os resultados, ou devo lutar e me tornar uma pessoa mais adulta! E também tenho medo de me tornar adulto: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou maduro bastante ainda. Ou nunca serei.
Alexandre Sefardi
COISAS PARA LEMBRAR E ESQUECER
Eu sei que sou bastante esquecido;
Quase me esqueci de viver.
Mas se ‘amor’ fosse o seu apelido,
Impossível seria lhe esquecer.
Gostaria porém de lembrar, que falhas são cometidas –
Também por esquecimento.
Contudo, em cada momento,
Devemos guardar, na memória, as pessoas queridas;
Colecionando tudo de bom que convém lembrar;
Esquecendo-se daquelas que mal podem causar.
Quando você for tentada a lembrar,
Que um dia eu possa esquecer de você,
Lembre-se de nunca esquecer,
Que jamais esquecerei,
De lembrar-me de você!
Sou lutador de forma Rasta, porque aqueles que me veêm, dou a primeira imprensão de quase nada, mas no fundo e certamente quero tudo de bom à todos e tudo.''
Costumo dizer para os falsos humildes que eu sou "humilde para chuchu". Ah, quase esqueço: pra jiló, também!
Sou o que sou e os meus sentimentos transparecem dizendo o quanto posso ir além;
Quase nunca posso controlar meus impulsos que direcionam-se à ti;
E no meu começo escrevo meus carinhos sedentos passando por um meio para que eu possa me encontrar no fim;
Sou feita apenas para quem consegue me decifrar. Não sou para todos. Quase ninguém consegue entender os meus silêncios, minhas caras ou me entender. É um quebra cabeça. Se você não for bom o suficiente então por favor nem comece a tentar.
Às vezes em um quase sempre sou completo complexo, com mistura um tanto explosivo, sou menino homem, sou bicho selvagem sem perder o meu coração para um alguém um tanto suspeito;
Procuro me encontrar para não mais eu me perder quando eu for necessário, enlouquecer com as devidas proporções deixando a vida me levar para onde quiser;
E minha vida é assim me doando por inteiro mergulhando de cabeça nos lugares mais inusitados;
Não sou meio termo nem quase por sentimentos imperfeitos sou tudo e nada para escolher e nunca suportei dúvidas pelo que queira;
Não tenho um coração pela metade nem vivo um sentimento pelo quase ou sou tudo ou nada para erguer o mais lúcido coração;
Nunca me amedrontei pelos confrontos, nem me choco pelo inesperado, mas com o amor eu conquisto o mundo, assistindo os teus passos;
Na vida presto Atenção em quase tudo, Não sou Especialista em fica mudo... tenho um senso crítico de fazer raiva, de bom agrado,ao sarcasmo,Falo como eu falo o espelho e meu reflexo em minhas veias tem de tudo um pouco; so não desço de cima do muro
Sou Nojentinha
Desculpa, sei que não sou melhor que ninguém, mas sou nojenta, quase sempre tenho ânsia de vômitos e estômago embrulhado. Argh! A bola da vez foi o momento do “café”. Resolvi tomar um chocolate quente, ou melhor, águalate quente (chocolate cadê você?? Nem gritando ele apareceu no meu copinho) e comer “cremecraque”, não sei por que cargas d’água, sempre acho que comida cura minhas dores de cabeça (meus 76 kg que o digam), até que um mui amigo (vamos elevá-lo a categoria de anjo) me toma a bolacha “Jesus te chama” e diz: você não queira saber os bastidores dessas bolachas. Queridos bastidores vocês são impublicáveis...
E eu, além da dor de cabeça, agora ganhei enjoo no estômago. E como notícia ruim, vem uma atrás da outra, pela septuagésima quinta vez me perguntaram como tava o bebê, isso se chama gordurinha e não nenêzinho. Ando me sentindo tão má, tão “má - gra”.
