Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Queria ser poeta para expressar meus sentimentos . Más que pena que sou apenas um conquistador dos momentos certos das horas erradas das paixões perfeitas dos beijos amargos do amanhã profundo vivendo solitário de ritmo corrido de um louco apaixonado.
Sou insegura, eu sei.
Me perdoe por ser assim, mas é que eu não consigo evitar, eu tenho esse complexo de inferioridadeimpregnadoem mim.
Eu não sou uma pessoa boa, eu não sei demonstrar, me fecho para o mundo, guardando todas as mágoas dentro de mim, matando meu coração todos os dias, sou confusa, bagunçada, um verdadeiro caos, um labirinto do qual as pessoas se perdem e desistem antes de chegar ao fim.
Eu não me acho suficiente para ninguém e vivo no constante medo de ser trocada por uma pessoa que seja realmente especial.
Eu não acho que as coisas vão dar certo pra mim, porque sinceramente, por que daria?
Eu finjo que não dói, que suporto, mas dói, é uma dor insuportável no peito.
Tenho uma dificuldade gigantesca em expressar meus sentimentos, mas sou cheia deles.
Sou cheia de amor, ciúmes e insegurança. Mas tenho medo. Medo de demonstrar pras pessoas o quanto eu amo elas e sufocá-las. Medo de demonstrar meu ciúmes exagerado e minha insegurança quando “aparece” pessoas novas.
Odeio pensar que posso ser trocada e possa existir pessoas que façam com que a minha presença não seja notada.
Meu medo é que você encontre alguém melhor que eu.
Alguém mais seguro de si e sem tantos defeitos.
Alguém com mais amor próprio e sem tantas complicações. Que ao contrário de mim, simplifica as coisas.
Por isso me fecho, me isolo, é meu jeito que proteger meu coração do que pode acontecer.
Eu espero que você entenda toda essa minha insegurança, todo esse meu ciúme, toda essa bagunça que sou, mas não desiste e por favor nunca se separe de mim, você é tudo que existe de bom na minha vida.
Não venho de nenhum país, de nenhuma cidade, de nenhuma tribo. Eu sou filho da estrada... Todas as línguas e todas as orações pertencem a mim. Mas eu não pertenço a nenhuma delas.
"Eu sou assim: um pouco do mar e um pouco de mim!
Sou mistura, sou mistério e não se engane no que se vê, porque águas profundas só conhece quem mergulha, onde tudo sente sem se ver!"
Eu sou imperador, mas não me ensoberbeço com isso, pois sei que sou um homem como os mais, sujeito a vícios e a virtudes como todos o são
Sou de lua
Poesia em excesso
Transparência em versos
Vibro, quando cresço
Me escondo, quando minguo
Me liberto, quando nova
E transbordo, quando cheia
Das delicadezas que a vida ensina
Ser de fases é minha sina
Sou mulher, sou menina
Sou cigana, sou sereia
E às vezes uma bruxinha
Entre todas minhas fases
Tenho fase de ser companhia
Tenho a de ser sozinha
Às vezes dou sonhos
E às vezes dou asas
Poema: autoria #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 30/08/2020 às 18:35 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Eu nasci personagem
Vivo vidas que não vivi.
Não sou eu que crio histórias,
As histórias vêm até mim.
Queria eu da minha vila
Escrever o dia inteiro
Passaria todo o dia
Ouvindo o mar falar do veleiro
Mas junto da vida vem o mundo
E esse, poeta imundo
Trabalha em me impedir
Ergue um moro bem na costa
E me limita a existir.
Entre você e eu; sou mais eu... Quer ir vai, mas se quiser voltar, volta. Eu só não vou me abalar com seu desprezo, porque antes de te amar eu me amo!
Não é preciso palavras
Para definir quem sou
Basta olhar-me nos olhos
E me reconhecerá.
Nunca tive duvidas
De que era verdadeiro
A muito e muito tempo
Roubaste-me por inteiro.
Não preciso de dó
Não mereço
Tal sentimento
Sei que o amor que sinto
É energia pura
Que carrego no peito.
Indio.
Sou Indio...
Indio Brasileiro...
Indio estrangeiro...
Indio da savana...
Indio da cabana...
Indio de varios continentes...
Sou indio...
Sou apenas gente...
Sou Indio humano...
Com a sabedoria do soberano
Indio nascido...
Indio criado....
Ja fui bebê indio...
Ja fui menino índio...
Ja fui homem indio...
E hoje...
Sou um Velho indio....
E daí...
Sou a cultura....
Como o natural....
Detesto o artificial....
Sou tupi...
Sou guaraní....
Sou tribo....
Sou arisco...
Vivo na roça...
Vivo na palhoça...
Velho indio...
Mas ao mesmo tempo sou Menino...
Sou daqui...
Sou selvagem...
Vivo na selva...
Vivo com a relva....
Do chão...
Faço meu colo...
Ateio o sipó...
Dou o nó....
Subo no galho...
Pulo de lá..
Pulo de cá....
Indio do mato
Indio do manso regato....
Na minha tribo...
Todos cantam...
Todos comem...
Nesse meu mundo...
Sou a criança que chora...
Sou uma alma que ama...
Pego chuva...
Pego sereno...
De arco na mão...
Uso meu alsapão...
Assim...
Tomo meu assaí...
Sou povo...
Sou povão.....
Do barro...
Faço meu jarro...
Da cabaça...
Faço minha cuia....
Sou a criação...
Atiro minha flexa...
Sou a expressão...
Tenho mais que educação....
Sou a semente...
Que cai na terra...
Que fecunda e sente...
Dito aqui...
Falo de uma criação....
Então...
Prestem atenção....
Não sou que inventei o desemprego...
Pois aqui tenho tabalho....
Não sou que inventei o carro...
Aqui eu ando de pé...
Vôo com meu sipó....
Tenho saúde...
E não tenho chulé....
Não passo fome...
Como peixe e frutos do mato....
Como farinha...
Como tudo natural....
Não sou eu que mato por dinheiro...
Não sou eu que tenho inveja...
Não sou eu que falo palavrão...
Não sou eu que inventei a maldição....
Não sou eu que fiz a arma de fogo...
Muitos menos a bomba nuclear...
Sou responsável...
Sou indígena variavel....
Sou do mundo...
Sou mundial....
Não conheço a miseria....
Quero apenas paz...
Proa mim...
E pra esse povo dessa esfera....
Sinto todo ar onde eu vivo...
Sinto no ar meu sorriso...
Atrevido...
Decidido....
Louco da selva...
Pra eu temer...
Só se for pela grandeza do criador...
Jesus Cristo...
O nosso Senhor....
Inspirado em uma alma indígena...
Autor:José Ricardo
Eu sou maníaco, dou um sorriso
Porque, no mundo, só o caos não tem fim
Vocês me olham e me julgam como se, no fundo, vocês também não fossem assim
