Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Jesus é o símbolo da cruz que carrego e do coração que perdoa, da fortaleza que sou e da voz branda que ecoa, e mais do que isso, a singela harmonia de espírito que em minh‘alma faz-me ser uma nova pessoa
Deus é o máximo que há no meu íntimo; Eu sou o ínfimo que revela o máximo; Em busca do ideal para encontrar o mínimo
A capacidade criativa do próximo só é perceptível a partir do momento quando sou capaz de sair da minha zona de conforto e fazer do conforto do outro uma zona recíproca
Todo aquele que acredita que me conhece como sou esconde de todas as maneiras a minha suprema felicidade
Estamos num mundo extremamente conectado; uma ilha para o homem é o aquário para o peixe, mas se soubermos aproveitar ao máximo essa conexão veremos que o mundo é o céu em movimento e o oceano um imenso caminho para as estrelas
Realmente não sou flor que se cheire, meus espinhos podem até fazer sangrar, mas não os escondo para que mãos estranhas não me arranquem do seu jardim
Eu sou Pedro, Pedro significa pedra, pedra significa fragmento da rocha, a Rocha é Jesus! Então ser Pedro (homem) significa ser parte de Jesus, pequeno Cristo!!
A culpa de ser quem eu sou já foi levada por Cristo na cruz, fui justificado NELE!
Embora o pecado esteja em mim, eu não estou no pecado, pois fui absolvido de ser quem eu sou.
Creio nisso e descanso nisso, sendo assim, inicia-se o processo de pacificação e santificação do meu ser!
Não é questão de estar e sim SER!
Não é questão de sou e sim ÉS EM MIM!
Não é questão de buscar e sim ESTÁS EM MIM!!
Não é o grito e sim EM SILÊNCIO E NO SECRETO!
Não é uma questão de ser honrado por mérito e sim sobre SERVIR POR AMOR!
Não é uma questão de receber uma visão e sim SER COMO ELE!
Não é uma questão de viver e sim MORRER POR ELE!
Não é uma questão de amar quem está próximo e sim COMO ELE AMOU!
Não, eu não sou recíproco. Sempre faço de tudo pra ser melhor do que são para mim. Afinal, cada um da o que tem.
se você atira a sua pedra,
espere receber a sua pedrada.
desse idioma de arrogância eu já sou fluente.
ninguém jamais vai acreditar em você,
pois elogia na frente e por trás, mente.
te amanso mesmo me envenenando,
fácil é tocar o seu sentimento brando
que não aguenta ninguém te provocando.
estou pronto para te dar o bote, sempre me cercando.
e quem mais quis me acolher, foi quem escolheu me levar a morte
mas a vida me ensinou que o que não mata torna forte.
percorro com meus passos rapidamente nos corredores nada vastos de naves espaciais
ou sou eu que tenho crescido demais:
aprendendo com o meu presente
e com os erros que querem se repetir cada vez mais.
é sempre uma alegria tão serena,
mas vivo em uma realidade que só me encena,
fruto de um caótico período que deixou de ser uma quarentena.
mais uma noite sem conseguir dormir
escutando o universo sussurrando constantemente em meu ouvido,
mas eles me diziam que aquilo era só um ruído,
mas quem dera se todo ruído soasse tão definido,
meu ouvido já teria explodido.
conheceram o meu mundo e me estudaram a cada passo lento
e como o resultado de uma pesquisa curta e fajuta
me contaram que não basta ter talento.
mas se não há um futuro brilhante, eu o invento.
não quero viver em uma vida forçada,
até porque sempre me disseram que felicidade não é comprada.
desse mundo inteiro, só quiseram me mostrar um pedaço
e eu sempre disse que preciso de mais espaço.
assim, eu senti que esse lugar não é mais meu.
construi a minha válvula de escape,
meus caminhos longe dos meus entraves
se materializando em um foguete que me levaria para longe dessas naves.
e agora aquele ruído se transformava no universo que eu assistia na janela do meu quarto
repleto de um novo mundo que nascia,
mas na verdade, eles sempre estiveram lá,
era eu que nunca os via.
sempre fui mais azul,
apesar de um dia ter sido breu.
hoje sou edição limitada, peça única do museu,
quem deixou de falar comigo foi quem perdeu,
bebendo cada lágrima de quem por mim sofreu.
caçoando até nadando contra a maré,
meu jeitinho de rir diferente,
como eu sou engraçado quanto tem muita gente,
oposto de quanto tô só: não sou só mais um,
por onde quer que eu vá, qualquer um sente,
os livro dos corpos frios e mórbidos,
resultado do meu jeito solar, mais quente,
me ter é como ter um... "davi?" presente.
por tempos, fui a ervilha entre tantos colchões,
nunca quebrado: coração de aço,
debocham da minha cara, logo eu, o palhaço,
entretanto dentro de mim, o circo é meu.
o problema não sou eu
se é você que eu não convido a subir no palco,
ou até seria...
pois independente das rugas que me surgir,
minha alma sempre irá cheirar a talco.
votos de um novo ano podem te fazer ser melhor,
a cada momento que comigo você "brinque",
te ofereço um gole para se afogar no meu drinque
como os porcos de chihiro.
até em cortinas que não se abrem, sou de bom grado,
apesar de escrever isso ao teu lado
e recitar para multidões.
meu jogo não funciona com moedas, são milhões,
escolha diversas outras opções,
mas nada se compara a mim.
sou a mistura do nada muito engraçado:
gostoso, me divido pois todo mundo quer um pedaço;
mas nada muito bruto: pois nasci palhaço.
depois de muitas tentativas,
trilhando o meu próprio percurso,
eu sou a minha fonte, o meu recurso,
coma mais arte:
pois o dom que eu nasci, cê precisou fazer curso.
o espetáculo foi um sucesso e sempre será,
respeitável público,
os espero novamente em janeiro
em mais uma abertura do meu picadeiro.
