Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos

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"Eu sou aquilo que você quer que eu seja."

O sentimento me guia,
A mente me controla,
A alma sou eu escolhendo.

Reconheço aquilo que sou incapaz para assim me tornar capaz.

Sou escravo das minhas vontades, não das vontades dos outros.

Eu sou essa sensação de realidade vivo dentro desse corpo.

Eu sou essa sensação de paz;
A angústia é apenas quando nego quem sou.

Eu sou a ação do sentido que eu crio.

Não sinto falta do que eu fui, nem do que serei, pois minha falta é do que sou, da minha presença hoje, e hoje não tenho falta, pois no bem ou no mal, eu estou sempre presente comigo mesmo.

Eu sou tudo o que eu deixo, não sou nada do que eu guardo.

Sou rico daquilo que eu deixo para o mundo, sou pobre daquilo que eu guardo para mim.

Eu sou a vida eterna em corpos temporários.

Dentro de mim, vive o bem e o mal; o mal sou eu negando a mim mesmo; só eu posso me libertar do mal, me aceitando viver do jeito que eu sou.

Metáfora:
Eu sou a energia (vida) dentro dessa lâmpada (corpo); a lâmpada queima (morre), eu continuo sendo energia (vivo).

Quem me lidera sou eu, o sentimento; só faço o que sinto vontade, só vivo o que sinto vontade, e minha razão não pode me atrapalhar nisso.

Eu sou tudo o que eu quiser ser sendo eu mesmo.

"Não sou prepotente nem antissocial, mas evito certos diálogos, pressentindo — sem qualquer previsão — que minha essência é uma ilha de luz navegando além da compreensão."

"Não sou viciado em você, sou apenas um entusiasta das péssimas decisões."

“Não sou um homem de me arrepender. Se foi bom, foi rock and roll. Se foi ruim, foi algo que pensei ser amor. Se foi errado, provavelmente foram os dois ao mesmo tempo.”

"O Inventário das Portas Mudas"


Sou um currículo escrito em tinta invisível,
lançado ao vento de uma cidade de ferro.
Minhas mãos, prontas para o ofício e o zelo,
hoje apenas seguram o vácuo de um desterro.
O calendário é um carrasco de folhas secas,
onde o "amanhã" se veste de "ontem" outra vez.
Bato em portais que não possuem ouvidos,
enquanto o estômago conta o que a sorte não fez.
A fé é uma vela esquecida na chuva,
noventa por cento de sombra e de pavio.
O espelho me olha com olhos de estranho:
um barco ancorado no leito de um rio vazio.
Não sou mais o nome, nem o sonho, nem o plano;
sou o cansaço que aprendeu a caminhar.
Uma jornada de passos que não saem do canto,
sob um céu que desaprendeu a me olhar.

Dor de Dente


Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia a mentira dá dor de dente


Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia mentira dá dor de dente


A minha vó me ensinou e hoje eu sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes


Minha vó me ensinou e hoje sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes