Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos

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Eu tenho raiva
Vivo pela clemência no meio dos inclementes, eu peço por justiça em meio ao vendaval, tiro e coloco a roupa no varal.
Faço pipoca e vejo filme, vivo por instinto da pura sobrevivência.
Confundo a maldade e não confronto o inimigo.
Sou conselheira do amigo.
Faço do Pai Nosso meu abrigo....𓂃 ࣪˖ ִֶָ𐀔ꫂ ၴႅၴּ ֶָ֢.

Como não haveria de ser eu um lobo da estepe e um mísero eremita em meio a um mundo cujos objetivos não compartilho, cuja alegria não me diz respeito! Não consigo permanecer por muito tempo num teatro ou num cinema. Mal posso ler um jornal, raramente leio um livro moderno. Não sei que prazeres e alegrias levam as pessoas a trens e hotéis superlotados, aos cafés abarrotados, com sua música sufocante e vulgar, aos bares e espetáculos de variedades, às feiras mundiais, aos corsos, aos centros culturais e às grandes praças de esportes. Não entendo nem compartilho dessas alegrias, embora estejam ao meu alcance, pelas quais milhares de outros tanto anseiam. Por outro lado, o que se passa comigo nos meus raros momentos de júbilo, aquilo que para mim é felicidade e vida e êxtase e exaltação, procura-o o mundo em geral nas obras de ficção; na vida parece-lhe absurdo. E, de fato, se o mundo tem razão, se essa música dos cafés, essas diversões em massa e esses tipos americanizados que se satisfazem com tão pouco têm razão, então estou errado, estou louco. Sou, na verdade, o Lobo da Estepe, como me digo tantas vezes — aquele animal extraviado que não encontra abrigo nem ar nem alimento num mundo que lhe é estranho e incompreensível.

Hermann Hesse
O lobo da estepe. Rio de Janeiro: Record, 2020.

O dia nasceu.


​A casa ainda quieta,
o quarto meio escuro,
e uma faixa de luz atravessando o chão
como se alguém tivesse aberto o mundo devagar.


​Eu ainda estava cheio de ontem
quando percebi
que ele vinha limpo.
​Não trouxe promessa.
Trouxe espaço.


​Tem manhã que abre o céu.
Tem manhã que pesa nas nuvens.
Hoje eu não discuto com nenhuma delas.
Até a chuva tem um modo de cair
que parece cuidado.


​Deus repete esse gesto todos os dias
e a gente quase não nota.


​O dia nasceu.


​E eu fico ali,
com a luz tocando o chão,
sem dizer nada.

Um pouco louco
Um louco completo
Um pouquinho louco
Um louco e meio
Não sei
Só sei que eu não nasci pra ser normal.

Porque no meio de um mundo barulhento, você foi silêncio. Um silêncio que dizia tudo. Eu te vi e algo em mim... se reorganizou. Não foi escolha. Foi inevitável. Porque algumas conexões não precisam de lógica — só acontecem. E é isso que dizem sobre almas gêmeas, certo? Que elas se reconhecem antes mesmo de se conhecerem. Que elas se pertencem. Eu nunca acreditei nisso, até você.
Nos apaixonamos não por vontade, mas por falta. A falta de algo que a gente nem sabia que precisava até olhar nos olhos da pessoa certa. Ou errada. Ou perfeita demais pra caber em qualquer definição segura. A gente ama porque precisa se sentir inteiro. E você me fez acreditar que era possível.
Mas então veio o vazio. A ausência. Saudade?
Não. Não é só saudade. É abstinência. Do seu cheiro, do seu toque, do seu caos que fazia sentido. Ou parecia fazer. Você foi embora, mas ficou. Em cada canto. Em cada pensamento. Em cada pensamento de seguir em frente.
E eu me pergunto, toda noite, você ainda me ama?
Será que sente falta? Será que lembra da gente como eu lembro? Porque eu tento esquecer, mas não consigo. Porque amar você foi o que me fez crescer. E se tudo que fiz foi errado... foi pelo amor certo. O seu.
Então, no fim de tudo, eu volto à pergunta que nunca cala:
Por que você?
Porque sempre foi você. Desde o primeiro olhar. Desde antes do primeiro toque. Porque no meio de um mundo inteiro... Nós nos encontramos


E agora, dizem que é hora de... seguir em frente.
É, eu sei, as pessoas gostam de ouvir isso, não é? Achar que a dor vai embora só porque você diz isso em voz alta. Acontece que as palavras são apenas isso — palavras. E eu... bem, eu sou bom com palavras. Eu sei como fazer parecer que estou bem. Como fazer parecer que já não ligo mais.
Como se o coração entendesse comandos. Mas não é assim que funciona, é? Seguir em frente não é sobre andar... é sobre deixar pra trás. Esquecer. Apagar. Enterrar.
Você.
E como eu poderia fazer isso? Como se apaga alguém que se tornou sua vida? Como se esquece do sorriso que fazia você se esquecer de todos os problemas, o riso que fez sentido onde só havia ruído?
Você foi o começo. O meio. E, mesmo que tenha ido embora, ainda é o fim de tudo que veio depois.
Mas, se sou honesto, eu não esqueci de você. Não é fácil esquecer. Mas quem realmente esquece, não é? A memória de tudo que compartilhamos, tudo o que fizemos, permanece. E eu sou grato por isso. Grato por ter experimentado o que é verdadeiramente sentir. Porque, no fim das contas, são as experiências que moldam a gente. Você me moldou. Não da forma que eu imaginava, mas de um jeito que, de alguma forma, me ensinou a ser mais... real.
E isso, por mais doloroso que tenha sido, valeu a pena. Mesmo que eu nunca tenha sido capaz de seguir completamente em frente, eu me tornei alguém diferente. Alguém que agora sabe que a dor, a saudade, o vazio — tudo isso pode coexistir com o crescimento. Pode coexistir com o agradecimento.
Você fez parte de uma parte importante de mim, e talvez isso seja o suficiente. Não sei se um dia vou realmente esquecer. Mas aprendi que não preciso disso. Não agora. O importante é que eu aprendi a valorizar o que ficou. Eu realmente agradeço. Porque sem você, sem o que vivemos, sem o que me fez sentir, eu nunca teria chegado a esse ponto. O ponto onde posso olhar para tudo e dizer: 'Eu estou bem.'.

Companheira

Tu és a flor mais linda do jardim de Deus.
Isto tudo se comprova, no meio dos teus.
Mulher dedicada,
Digna de ser amada.
Não somente por sua dedicação
Mas sim pelo amor dentro deste coração.
Companheira e grande amiga
Sempre juntos achamos saída.
Seja na hora da luta e dificuldade
Vencemos unindo forças e vontade.

Educação
é o caminho
e o meio
de se obter
uma boa saúde
e
construir
um mundo
melhor!

"Somos o mundo."

⁠Falar bem é o melhor meio de pensar bem.

" No meio da confusão
— ninguém repara —
no movimento Invertido."

"Você é a calma no meio do meu caos."

Vamos orar povo de Deus.
Buscar até que ele se manifeste em nosso meio.⁠

"Se você aderiu ao trabalho à moto, ou como meio de transporte, todo cuidado é pouco, todo dia vemos um corpo estendido no chão, principalmente em grandes avenidas. Ontem observei 1 jovem, hoje não é só sexo masculino. Já se tornou corriqueiro. Lembre-se de sua família" Ademar de Borba

Suas balelas são metáforas...
Canastrão, no meio da resenha faz cenas impagáveis...
Seus atos medonhos são figuras....


Laços de recuperação são apagados pela condenação... ( e essas figuras são alucinações ou apse da degradação do ser humano.)


Vulgaridade...
As tendências compulsivas e iluminadas pela angústia de ser o navegante da floresta negra...


Nos encontramos em apenas na notoriedade da floresta inconsciente.
Abrangência do início da exposição.
Ate a empatia declaração se derrota nos espaços influentes.

Pai, em meio a qualquer ventania, Tu és meu porto seguro.
Segura minha mão e guia o meu sábado.

Poesia é buscar as palavras em meio aos sentimentos!
É curar a alma com a mão.
É sentir o que se escreve
E se curar com o que se lê.

" O texto explica que o mundo espiritual não pode ser representado com exatidão por meio de desenhos ou mapas materiais, pois sua substância é formada por elementos fluídicos e mentais. "
Do livro: Cidade No Além.

Em meio aos esbarrões da vida
...
Eis que encontro o desencontro
Interrogativas que seguem
Qual caminho seguir
O definitivo
Recomeçar
Se abrigar no desconhecido
?
Consequências geradas
na ausência do se abrir
Distração para não criar certezas
Flerte para preencher ausência
Sem objetivo
mas com causa
Contudo
De fato
Nunca havia se desviado

Agnaldo Souza

Em meio a tanta “cão” fusão, o Lixo resolveu odiar justamente o homem da limpeza.

⁠Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.


Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.


A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.


É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!


O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.


Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.


E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.


Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.


Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.

⁠As Palavras Impensadas, ditas em meio à euforia, podem inviabilizar a calmaria de alguém.


Às vezes, não é o que sentimos que machuca — é o que deixamos escapar sem passar pelo crivo do silêncio.


Palavras ditas na euforia nascem sem freio, sem cuidado e sem escuta alguma.


Carregam o peso do instante, mas podem pousar na vida de alguém como sentença duradoura.


O que para quem fala é só excesso de emoção, para quem ouve pode ser o início de uma inquietação que não pediu para carregar.


A calmaria de alguém é frágil como água parada: qualquer pedra jogada sem intenção cria ondas que demoram a se desfazer.


E há palavras que, mesmo ditas sem maldade, afundam fundo demais.


Por isso, nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.


Há silêncios que não são covardes — são cuidados.


Porque preservar a paz do outro, muitas vezes, é um ato de maturidade muito maior do que vencer qualquer euforia passageira.