Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Ainda que a dor faça eu sentir como se estivesse sendo rasgada ao meio, acredito que Deus é o meu socorro. Nunca deixei de esperar naquele que pode tudo. Porque eu certamente não posso.
Durante uma crise profissional não se deixe abater. Crie outro meio de ganhar dinheiro de forma até vitalícia. Use isso tudo para planejar novos rumos. Comece hoje. Repensa sua vocação.
Por mais motivos que eu tenha para sorrir, em meio ao meu sorriso sempre haverá o reflexo da tua presença... ÚNICA! Por mais que tua presença seja saudade, tua essência está eternizada em mim.
Flávia Abib
Vivemos tempos sombrios, quando a esperança se perde em meio ao caos da maldade humana... Seres humanos?! Não sei se podemos chamar de humano, criaturas que não possuem escrúpulos, ou qualquer tipo de sentimento que se aproxime de algo semelhante!
JRNV
Caminho
De manhã silencio
Ao meio dia grito
De tarde me perco
De noite me evito
No norte a lembrança
Contra ela luto
Do leste a esperança
O sul é meu luto.
Que outros calculem
Rumo e razão:
Eu vivo em vertigem
Morrendo em vão
Nasço no agora
Respiro o incerto
— Meu tempo é demora.
Meu passo, deserto.
A Árvore Invisível
No meio da floresta, onde o verde se espalha em incontáveis tons de vida, há uma árvore morta. Seu tronco retorcido e seco ergue-se como um esqueleto, desprovido de folhas, de seiva, de movimento. Os pássaros não pousam em seus galhos; os insetos não a rodeiam; até o vento parece desviar-se dela, como se sua presença fosse um incômodo.
Ela já foi grande, já sustentou ninhos, já balançou sob o peso de frutos. Agora, é apenas um vulto silencioso, uma sombra esquecida no meio do esplendor alheio. Os olhos dos passantes deslizam sobre ela, sem fixar-se, sem reconhecer sua existência. Afinal, quem se importa com o que já não floresce?
Assim também é a velhice humana. Há um momento em que as folhas caem — a vitalidade, o vigor, a utilidade aparente — e, de repente, o mundo parece desviar o olhar. O idoso, outrora centro de histórias e sustento, torna-se uma figura quieta nos cantos da casa, nos bancos das praças, nos quartos de asilos. Suas rugas são como as rachaduras no tronco da árvore seca: marcas de tempestades sobrevividas, de anos que não foram gentis, mas que ninguém mais se dá ao trabalho de ler.
A floresta segue verde, impiedosamente bela. A vida dos outros segue, impiedosamente alegre. E a árvore morta permanece, invisível, até o dia em que o vento mais forte a derrubar, e então, talvez, alguém note sua ausência — mas não sua existência.
Assim como tantos velhos, que só são lembrados quando já se foram.
Em meio a tudo o que eu passo,
à Deus eu peço um sinal...
Não sei se o que eu passo já é o tal sinal
ou se é o tempo fazendo o seu papel.
Ter lembrado do mundo em meio tempestade, torna mais fácil recuar...
A tempos que extraordinário muda em uma simples reação...
Sensatez em ver que covardes sempre será covarde...
Razão paralelas de ambiguidade em tempos de linhas curtas que muda o humor relacional e torna tudo mais leve...
Avançar acaba sendo pegadas em solução do tropeço que vida alheia define-se como está?
Em meio ao mar de inseguranças, eu continuo navegando; por isso o barco que eu navego se chama Resiliência.
Desde criança eu carregava um mapa
que ninguém via
uma casa aberta no meio do mundo,
gente chegando cansada
e saindo com um pouco mais de vida.
Enquanto os outros sonhavam viagens,
eu sonhava abrigo.
Sonhava mãos dadas,
cadeiras puxadas pra perto,
um lugar onde ninguém fosse peso.
O tempo passou
e disseram que crescer
era esquecer essas ideias grandes.
Mas meu peito nunca aprendeu a ser pequeno.
E então a vida colocou pessoas no caminho
que acenderam o desenho antigo.
Não como salvação,
mas como espelho:
“olha, isso ainda mora em você.”
Conhecer alguém
não criou o sonho
só deu nome à coragem
de tirá-lo da gaveta.
Meu instituto não é prédio,
é promessa.
É a criança que fui
estendendo a mão pra adulta que sou
e dizendo:
“a gente ainda pode.”
Quero construir um lugar
onde a dor não seja vergonha,
onde intensidade seja força,
onde gente quebrada
descubra que ainda é casa.
Se um dia isso existir
não será milagre.
Será soma:
de quedas,
de encontros,
de amor que não coube em mim
e precisou virar mundo.
"Eu tô pensando quê eu menina usava apenas
o dedo do meio pra mandar um recado.
Hoje tá melhor, usa-se os dez e faz-se um coração."
Haredita Angel
13.08.17
"Se você tem a sensação de que em sua vida
nada mudou,é porque você parou no meio do caminho."
Haredita Angel
13.08.19
"Eita Macapá, eis a capital do meio do mundo, tu te revelas como um tesouro amazônico de belezas singulares. Mais do que uma cidade, é um convite a sentir a grandiosidade da natureza que a abraça. Seu litoral, surpreendentemente banhado pelas águas doces e imponentes do rio Amazonas, é um espetáculo à parte. Não são ondas salgadas que beijam a areia, mas sim a força e a vida do maior rio do planeta, trazendo consigo a energia da floresta, tenho que falar que temos um nascer do sol de tirar o fôlego, pintando o céu com tons vibrantes que só a Amazônia pode oferecer. Macapá tu és a fusão perfeita entre a urbanidade e o coração pulsante da floresta, onde a cultura e a natureza dançam em perfeita harmonia, como eu te ano Macapá."
Feliz aniversário
Fábio Alexandre
Estaudando
Ele só entra na favela porque está sob a proteção do crime organizado.
No meio do povo, não anda — afinal, não foi eleito por ele.
Excelência não é um ato isolado, mas um hábito cultivado por meio de desempenho consistente, inteligência interpessoal, comprometimento inabalável e busca incessante por desenvolvimento.
