Sou porque tu Es Pablo Neruda
Não quero atenção nenhuma que faça que eu pareça idiota carente por qual quer imbecilidade;
Sou o que sou e não mudo por nada ou nenhuma lágrima que queira esquecer do que realmente não lembrava;
Sou um apaixonado carente de amor, carente de atenção e talvez ferido no coração, com a dor que não se cala e que não para, só quero viver e não temer para deixar de sofrer e enfim sorrir e a felicidade conhecer;
Sentir a brisa no rosto, trazendo-me a certeza do que seja verdadeiro sendo merecedor pelo o que devo ganhar;
Vi a frustração levar minha esperança, feito bala de “762”, tendo privação quando sou lembrado, um alivio para me tirar de sena para viver sem dignidade;
Minhas escolhas foram de dar o meu coração, mas errei em viver se perdendo em aprender dizer a Deus com certo medo de viver;
O orgulho do povo é a perda de algo bom para desespero da nação para manter a descrição de forma hipócrita;
Eu sou uma contradição que mata cada exemplo de vida como se não tivera nada a aprender, porém busco entender a melhor forma de caminhar entre o certo trilhando um atalho entre o errado;
Sei que preciso de muita coragem para provar quem realmente sou e do que sou capaz, pois as minhas diferenças são entendidas como complicadas;
Em um mundo que se move nem sempre ao meu favor que escrevo a minha vida da melhor forma da simplicidade e do amor;
E facilmente é compreendida pelo coração, quando se há interesse a essa imensa loucura no dever que a consciência te impõe;
Insisto em te ensinar o caminho de volta para que você perceba de que sou o único homem que te aceita como é, com todo o seu temperamento desigual;
Mas me julgo denominador de seus sentimentos que sempre me deixam sem ar quando tento desviar da sua rota apaixonante;
Sou o desejo que te cerca querendo invadir o seu corpo em prazer insano e satisfatório, para que você se situe no querer e pelo que sonha em fantasiar;
Sou o pecado proibido, porém gostoso e desejado por suas entranhas em sua intimidade que se faz inocente as minhas intenções;
Ser ou não ser não é só questão de opinião é questão de atitude em querer e ser, mas se importando em viver;
Sou julgado o tempo todo, sou maltratado e ignorado, escondem verdades e me oferecem mentiras e ilusões, porém, contudo isso eu ainda continuo de pé e vivendo para a frustração alheia;
Não sou de pedra eu só me inspiro no reverso da minha própria poesia, lhe oferecer das verdades fluentes que foram tomadas pela ausência;
Onde moras? Porque a saudades? O corpo choras... Sem responsabilidades esperando encontrar um coração de portas abertas;
A ignorância fala em tom de ironia! Venho da impaciência, porém sou forte e insuperável... E a sabedoria responde a ignorância! A palavra me define pela suavidade de entender o que o vento é capaz;
Necessito que se importe comigo, mas nem sei quem mais eu sou... Só sei da dor que me assisti em noites sem sentidos me bate sempre as inspirações no mais lúcido vivido;
Mas quando me dei conta, tendo que cuidar de mim... Ignorando o julgamento do mundo, eu entendi o gosto de um amor melhor... Me assustei!
Quero te encontrar sem noção onde procurar, pois eu não sou daqui... Sou de um lugar bem diferente onde o respeito é o valor de tudo...
Te desejo tudo que é bom e me responda a culpa é de quem quando não se é perfeito... Apenas pelo obvio ainda não é o suficiente;
Não me desdenhe, não me critique, pois sou tão quente quanto o sol e ainda posso ser tão frio quanto à lua, mas de uma coisa te garanto que um dia te farei muda...
Sou a escolha errada de um verso vivo mal-entendido, porém verdadeiro escrito em algum instante por qual quer filosofo não menos importante;
Posso ser a fúria do acalento que se mostra pelo silêncio cortante que emite a pureza da inocência... Ah as tuas manhãs de felicidades me inspiram para escrever a tua história;
Desejo ser o teu sorriso mais perfeito que já se desenhou em tua face e com a definição de gostoso...
Não sou escravo de nenhum coração... Tenho a minha liberdade sem domínio algum para que não caia ao chão...
Enfrentar-te-ei com minhas próprias virtudes que no qual represente a força que tenho... Quase me fiz acreditado em sentimentos falsos que se mostraram como verdadeiros;
Não me desdenhe por eu ser diferente dos iguais, pois nunca me misturo a coisas legais... Sou amante das inocentes comportadas, mas é das safadas que me perco mais...
Sou melodias simultâneas no qual se equilibra em acidentes sentimentais... Acidentes sentimentais! Como pode ser acidente dois corações que se encontram?
Então se tornaria mórbido os sentimentos dos seres ilusórios, por quê? Pra que? Valeria a miséria do coração...
O coração não se alimentaria de vertigens ou solidariedade passiva com intenções subjetivas;
