Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem
O que parece é que as pessoas trocaram mudaram por inversão de valores pensado em ganhar algum benefício, pelo que vejo estão colhendo uma safra de decadência atrasado a evolução moral.
Há tantas coisas para fazer aquele quem vive imitando não será visto, existe pessoas que vivem imitando outros não sei se é por ódio ou inveja, seja apenas você deixa os outros imitar os outros.
Tem gente que sente falta saudade de outras pessoas por não estar presente, a distância não mantém as pessoa longe, a separação sim, não tenha falta se dirrepente alguém não for parte da tua vida, o universo trabalho diferente de nós.
Aprender um passo por dia é está no lucro, as pessoas mudam quando não precisa de você, quando você não pode ajudar não vá gastar energia antes da hora, não dê tempo atenção quando não a um propósito verdadeiro.
Vendo que as pessoas querem de você não te repreendas em ser digno de bom caráter, usa o que a de melhor em você para doar o teu melhor a quem precisa de você.
Não tenha dó de afastar de pessoas que não te representam, quem sabe assim você possa chegar mias perto do criador.
Infelizmente as pessoas não entendem nem conhecem
seus valores, não vá permitir a quem quer que seja possa diminuir o teu valor, não precisa lutar demistar o teu valor para quem te conhece, seja você o teu valor.
A maldade das pessoas caem por terra, tudo é parte do tempo, o tempo não espera passa até ver o mal ser consumido dentro do mal matando o próprio desejo de maldade.
As pessoas tem costumes Atitudes diferentes porém as mesmas desculpas esfarrapadas, está caído levanta, está doente vá ao médico, está com fome vá trabalhar o salário digno justo vai te alimentar, não tente culpar o outro com os teus erros.
Esteja alerta quando a pessoas vem até ti com maus intenções, o que não junta não espalha é fato visível.
'SOBRE O AMOR...'
Estava falando sobre o 'amor' dias atrás. As pessoas falam tanto de amor, mas um amor no campo das abstrações. Disse que, o que vejo desmedido é o puro desamor entre as pessoas...
Falta concretude ao se falar de amor e tantos outros temas, como a ética, por exemplo. Passe um troco errado (para mais) e veja quantas pessoas devolvem? Ou peça um dinheiro para comprar um prato de comida...
Às vezes bate uma inveja enorme daquelas pessoas que não cresceram, das que não tem contas a pagar, das que não aprenderam com a vida...
Palavras não dizem absolutamente nada. Poucas as pessoas que se tornam grandes com gestos tão pequenos e nobres.
Sempre tive sonhos. Repetitivos. De sonhar com os mesmos lugares. Os mesmos tons. As mesmas pessoas. Os mesmos fantasmas.
Percebe-se que a grande maioria das pessoas fingem não saber (ou esquecem) que a lei da gravidade sempre nos atraí para baixo e que, somos milhares de vezes menor que um grão de areia nesse imenso universo.
Vejo pessoas no fracasso falando de sucesso,êxito, triunfo, vitórias... prefiro falar de superação, volta por cima, isolamento temporário, solidão transitiva, desastre passageiro.
'JANELA II'
A vida sempre leva,
o olhar p'ra vida aquarela,
janelas embaçadas.
Palco - pessoas cruas-,
não veem o clarão da lua.
Andam a despedaçar-se.
É o olhar circular,
"a vida pendurada na janela."
Corações crus,
fixados nas ruas desertas...
Bebe-se uma tequila,
a fome é lembrar dela:
pobre vida!
Na madrugada ornamentando sequelas.
Recriando canções,
há de sonhar com elas,
bravejando capelas,
sons oblíquos,
imensidão que não se vê...
Mudanças no tempo,
cancelando querelas.
Invisíveis nos olhos,
- a tal janela -.
E como se perdem!
Sem quê e sem porquês.
Ela tem atiradores,
sabor perspectiva p'ro mundo,
forma nas tempestades.
A janela só tem sentido fechada...
LAR DOCE LAR
Nas ruas,
o barulho tardio.
Pessoas atônitas,
andando de um lado para o outro.
Há crianças perdidas.
Observa-se penumbras.
Pássaros voando sob telhados...
Tudo à céu aberto,
cheiros triviais,
desses sentidos no aconchego do lar.
Em flash back,
as feridas vão se abrindo,
uma a uma...
A percurso será longo,
como a acre canção que não finda.
A chegada cortante,
como o rio e seus talha-mares.
Lentamente,
tudo fica longínquo...
Ventos formam alusões,
e o infinito distorcido aparece.
A metrópole dá lugar a paisagens exuberantes.
A cidade vai encolhendo com seus arranha-céus.
O coração distante,
bate descompassado...
Os olhos molhados agradecem,
na esperança que as telas se reiterem,
e os quebra-cabeças regressem um a um como antes.
A saudade vai sendo esquecida.
E o doce lar vai abraçando seu tirano,
serenamente...
