Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem
Verso inquieto, pensamento que voa,
Sou fogo que queima e água que entoa.
Não me prende a superfície,
não me doma a razão,
Geminiana, sou caos e canção.
Sou feita de restos que insistiram em ficar,
pedaços que o tempo não quis levar.
Metade de mim é calma aprendida,
a outra metade ainda é incêndio que não se apaga.
Eu
Sou quem ficou
quando tudo foi embora.
Corpo marcado de quedas,
alma ainda em pé por teimosia sagrada.
Não por força heroica,
mas porque algo em mim se recusa a morrer.
Eu amo como quem entrega casa aberta,
mesa posta, bolso destrancado,
coração sem cadeado.
E o mundo, analfabeto de cuidado,
confundiu isso com fraqueza.
Não era.
Eu cai no asfalto, no banheiro, na rua,
cai nas pessoas,
cai nas promessas.
E mesmo assim, levantei sem aplauso,
sem plateia,
sem mão estendida.
Há em mim uma fé cansada,
não a fé que grita,
mas a que respira baixo
e continua.
Deus me vê quando ninguém vê.
No dia sem comida.
No dia sem resposta.
No dia em que o silêncio é a única companhia.
Eu não sou a que perdeu.
Eu sou a que não se perdeu,
mesmo quando tudo conspirou para isso.
Ainda há luz em mim,
não aquela que ilumina os outros,
mas a que agora aprende a ficar para si.
E isso, por mais que tentem,
ninguém apaga.
Isso sou eu, sem romantizar dor e sem me diminuir.
Não é o fim da história. É o retrato do intervalo.
E intervalos também são parte da música.
Fechar a carteira emocional
Não é o outro que me deve,
sou eu que insisto em pagar parcelas
de um contrato nunca assinado.
Chamo de amor,
mas é vício de apostar no cavalo errado,
mesmo sabendo que não vai cruzar a linha de chegada.
Um dia, o estalo:
o banco não é deles,
a moeda sempre foi minha.
Fecho a carteira.
Corto o crédito.
O débito evapora.
E descubro, enfim,
que liberdade não é conquistar amores distantes,
é escolher e não financiar ilusões.
Sou casa agora,
mas não serei teto para sempre.
Meu lugar me chama de longe,
e quando eu for,
levarei comigo
a certeza de que amei inteiro.
Você sempre soube quem eu sou, não é possível, mesmo com tudo contra mim, eu lembrei, por você, e nada gritava meu nome, o seu nome está em tudo, Diana, Diana, Diana, Diana, diane, em tudo, não tá nem em código, literalmente
Diana deusa lunar - leona deusa solar, ruiva, escanor em Ascensão
Em tudo está você, e você continua ou dormindo, ou fingindo que não lembra quem eu sou, por que não me quer mais, e eu juro se for isso tudo bem. Meu amor por você é maior do que te obrigar a ficar, mas, me liberte desse submundo, diga nos meus olhos que se lembra de mim e que mesmo assim, não me quer por perto, ou, desperte e volte para casa, não tem ideia do que é viver sem você, minha esposa cósmica.
Sou o que se chama de impulsivo. Uma idéia ou um sentimento. Ajo quase que imediatamente. Às vezes acontece que agi sob uma intuição, às vezes erro, prova que não é intuição, mas simples infantilidade. Preciso saber se devo prosseguir nos meus impulsos. Ou se posso controlar. Se continuo acertar ou errar, aceitando os resultados, ou devo lutar e me tornar uma pessoa mais adulta! E também tenho medo de me tornar adulto: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou maduro bastante ainda. Ou nunca serei.
Alexandre Sefardi
Eu não sou poeta, porque é em você que meu ser, meu espírito e minha essência se alojam, e transbordam em cada palavra. Ao mínimo, ainda que haja esperança, persisto em escrever cada uma delas em seu corpo, esquecendo o vazio que eu era durante a noite, para me sentir rico novamente em você a cada novo amanhecer.
Eu não sou poeta, porque você é. É você quem escreve estas palavras. É você quem expressa sua sensualidade com letras como gotas de suor, sua pele nesta tela branca que representa meu coração, vaso da distância do seu aroma.
Eu não sou poeta, porque é você quem sempre me conduziu pelas fantasias do meu ser, em todos os versos que a você dedico, pois você tem essa rara faculdade de atrair tudo para si.
Não sou poeta, porque é você quem me acorda todas as manhãs para me fazer esquecer o que eu sou.
Alexandre Sefardi
Olha eu aqui.
A mesma cara, e ainda tem quem não acredita... Meu nome é Alexandre!
Sou curioso por natureza, sempre em busca de aprender e conectar ideias. Minhas histórias são moldadas por escolhas, encontros e os livros que li. Acredito no poder dos pequenos gestos. Tenho medos, mas também resiliência; sonhos, mas também pés no chão. Sou uma mistura de passado vivido e futuro imaginado, em constante transformação. No fundo, sou apenas alguém tentando encontrar sentido no caminho, deixar uma marca gentil e ouvir, de verdade, a história do outro.
Somos aquilo que gostamos.
Somos nossa comida favorita, os filmes que amamos, os amigos que escolhemos,
as roupas que vestimos, a época do ano que preferimos, o esporte que nos anima, as cidades que nos fascinam...
Eu não só sou...
Somos!
Eu sou impulsivo. Quando uma ideia ou um sentimento surge, eu quase sempre ajo na hora. Às vezes isso é um bom palpite, e acerto. Outras vezes me engano, e vejo que não foi intuição, mas sim uma atitude infantil.
A dúvida que me persegue é: devo seguir meus impulsos ou tentar controlá-los? Devo aceitar meus acertos e erros, como parte de um jogo, ou tentar amadurecer?
Confesso que tenho medo dessa maturidade. Tenho medo de perder a alegria simples e pura de quem age por impulso, ...
Penso sobre isso. Mas sei que alguns minutos... mais um impulso. Talvez eu não seja maduro ainda. Ou talvez nunca seja.
Amazônia oriental...
"Eu sou a casa dos elementos orgânicos
Um templo de vida, onde a natureza se manifesta
As árvores da Amazônia, são minhas vigas e pilares
E as flores silvestres, são minhas cores e texturas
Meu coração é a floresta, onde a vida pulsa
E minha alma, é o rio que flui, sem pausa
A Amazônia Oriental, é minha musa e inspiração
E as 100 obras, são o meu destino, minha missão
Eu sou a casa dos elementos orgânicos
Um espaço sagrado, onde a criatividade se expressa
Meu pincel são as sementes coletadas é a chuva, que rega a terra são minhas telas retratando as manifestações.
E minhas cores, são as cores da floresta, vivas e intensas
Eu sou a casa dos elementos orgânicos
E as 100 obras, são o meu legado, minha herança
Um testemunho da beleza, da natureza que me inspira
E da paixão que me move, sem parar, sem pausa" Leila Boás 05/12/2025
Um vento me venta e um intento eu invento.
Aqui e ali sou apenas um momento.
Se vier, vai me levar pra lá, longe me prender.
Lá onde me calam e não podem me socorrer.
Se for assim, então que minha voz logo se espalhe,
antes que venham e tinjam de preto a mortalha
que cobre minha nobre elegância, que mataram quando ainda era criança.
Antropometria, uma baixaria esculpida e despida, a pobre Luzia.
Preço bem baixo, essa mercadoria.
Quem olhou decidiu que não mais pagaria.
Sem valor, a obra sofre calada, desnuda.
Feita para alegrar os olhos, porém tudo muda
quando aquele que vê já desvaloriza a alma da arte que fora esculpida.
Um andar pela rua que não é segura faz "té" fraquejar,
coração confinado num peito sem espaço quer bombear.
Oprimido de vício, chorar é preciso para se salvar.
Mas se for bem de noite, só pede socorro se alguém quiser te ajudar.
Eu sou, uma pessoa interesseira.
Quando você, está bem;
falo bem, de você.
Quando você, está mau;
falo mau, de você.
Qual é, o meu nome?
Meu nome é:
Uma Pessoa Interesseira.
Algo terrível
Estou a pensar como ser humano que sou, que não sei o que aí vem! Sei que Jesus Cristo vem; mas até lá me preocupa o que aí vem, ou melhor o que já está no mundo, sem que nós humanos nos apercebemos. Os nossos pais primitivos foram criados a imagem e semelhança de Deus. Deus suprou o fôlego de vida neles e eles viveram. Foram feitos do pó da terra, seres viventes, com corpo, alma e espírito. Até hoje é o que somos neste mundo! Somos criaturas de Deus.
Mas há algo novo que o homem está criando. Algo terrível, em todos os sentidos da vida: A inteligência artificial, a robótica e cibernética. Seres híbridos, meio humanos, meio máquinas. Seres Robô, só máquinas. Seres humanos com implantes em si mesmo que os pode tornar, algo incrível, na cura de doenças, etc, etc. Mas que se algum modo os torna também um pouco electrónicos, novos seres. Então temos que ver aqui algo para refletir. Estes seres humanos, robóticos e híbridos, conforme o programa que fôr colocado neles! Por um lado podem ser calmos e não agressivos...! Mas podem também ser usados como armas de guerra, prontos a matar os seres humanos. Nós enquanto humanos que somos temos liberdade e uma vontade própria de agir, matar ou não matar. Já estes seres matam se misericórdia na guerra. A sua função não é ter compaixão, mas matar.
No entanto existem outros como os híbridos, que poderão ter algo humano! Ou seja, podem independente da sua natureza de máquina, ter um lado bom, um lado humano! Mas que como máquinas que são. Por vezes, também podem matar, num acesso de colora. Então existem os mais bons e os menos bons! Pergunto até que ponto é que temos autoridade para os destruir? O que são estes híbridos? Homens ou máquinas? Têm alma ou não? Se têm alma, é justo destrui- los? Não vamos dizer que não têm, alma!
Não sei se me faço entender? Helen Musk , já começou com isto, assim como os implantes no cérebro. Ou seja a neuralink! Não sei se me compreendem! Mas a questão não é nada fácil. Eu confesso que me deixa, muito apreensivo estas realidades! O homem está a criar a máquina! O que vai fazer a máquina Depois de criada? Claro que Deus está no controlo, de todas as coisas! A máquina Depois de criada, o que vai fazer? E se a máquina não Parar, e fazer outras máquinas, com outras naturezas? Bem fico por aqui! Que Deus tenha misericórdia!
Eu sou um sonhador, um pensador, um amante das palavras. A escrita é o meu refúgio, o meu escape, o meu tudo. Encontro-me nas páginas de um livro, nas linhas de um poema, nas frases que me fazem refletir.
Sou um apaixonado pela leitura, um colecionador de histórias, um estudioso da alma humana. Acredito que as palavras têm o poder de transformar, de inspirar, de curar.
Quando não estou escrevendo, estou lendo, pensando, sonhando. A escrita é o meu jeito de entender o mundo, de processar as emoções, de encontrar sentido na vida.
Se você é um amante da escrita, um leitor ávido, um buscador de sentido, então somos irmãos de alma. Vamos caminhar juntos, compartilhando palavras, ideias e sonhos. 📚💭
