Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem
23 de março.
Não me inspiro em nada, a não ser em mim mesma. Tenho estrada, mas também tenho chão, e acima de mim o infinito a me guiar. Respiro o ar, esse mesmo que você respira. Ocupo lugares que provavelmente são os mesmos. Porém, permaneço única. E para ==> p o u c o s.
Palavras tem poder, muito poder...elas podem edificar e encorajar, mas também podem destruir e traumatizar.
A busca do bem comum é também lutar por politicas publicas onde direitos e deveres são os pilares para a construção de um novo jeito de se viver em sociedade
Gratidão
Os ventos e tempestades
Fazem parte do viver
Calmaria e paz
Também compõe o meu ser
O segundo tempo chegou
Experiências acumulou
A história foi escrita
Com derrotas e conquistas
O sentimento que abraça a alma
É a eterna gratidão
Pela vida tão vivida
Com amor e superação
Apesar das boas e dolorosas lições que a vida nos oferece, ela também nos liberta de falsas amarras.
Antes de mais nada, praticar a misericórdia não é apenas um ato religioso, mas também uma manifestação de compaixão inerente à natureza humana.
Assim como ontem, ela não mais voltou a me querer! E eu pra me vingar, também nunca mais quis ninguém...(Saul Belezza - Patife)
" A traição vem de uma pessoa doente, se quisermos revidar, é porque também estamos doente. Não devemos descer a esse nível, devemos perdoar para não adoecer, porém, perdoar não significa continuar, é perdoar e cada um seguir a sua vida. "
Me dói não ir sua procura.
Mas abdicar do meu orgulho também machuca.
Por que não vem à minha busca?
Ah se soubesse que, para mim, sua voz é musica.
A ausência do teu beijo me perturba.
E o seu corpo? Poesia nua.
Desperta-me aquela paixão crua.
Mas és fria mas também bela, como a Lua.
Jogado na rua, me perco em meus lençóis, à sua procura.
Se sou sua paixão? Assuma.
Nossa distância e sua ausência nos machuca.
A lembrança me conforta.
E a solidão? Surta...
"Sempre que a luz da Lua recai sobre meu corpo, também recai escuridão sobre minh'alma.
A luz me faz lembrar teu brilho, me faz lembrar tua calma.
Quisera eu que, fosse tudo apenas uma coisa de corpo e não de alma.
O que fazer para não viver todo esse drama?
Como sair limpo de tudo isso, sendo que, você me joga na lama?
Na madrugada, a solidão, esfria a minha cama.
E tuas lembranças, meu peito, inflama.
Quisera eu, com palavras vazias, apagar essa chama.
Quanto mais eu tento te afastar da mente, mais minha mente, por ti, clama.
Tenho medo por nós, pois em algum momento, o coração, dessas batalhas, se cansa.
E o que poderia ter sido uma doce vida, se tornará apenas, uma amarga lembrança..."
"O palácio da solidão, com seus enormes salões e suas paredes gélidas.
Gélido também é o coração dela.
O palácio tem sua beleza, mas na verdade, é uma cela.
Sinto falta do casebre, onde nosso amor era calor, era a nossa festa.
Ela não sentira amor, eu sinto por mim, sinto por nós e sinto muito por ela.
Prisioneira da própria indiferença, na solitária das afetivas mazelas.
As lembranças do nosso amor, é um todo preto e branco, mas meu peito é aquarela.
Uma paixão, em cores vivas, pintada em uma gris tela.
Paixão fervorosa, insana, demoníaca, intrépida.
E em nosso conto de fadas, eu fiquei com o palácio da solidão, com seus enormes salões e suas paredes gélidas..."
"Me pergunto se você também devaneia pela madrugada.
Se tenta lembrar, qual foi o último abraço, que te fez sentir amada.
Será que em nossas trocas de olhares, já se sentiu apaixonada?
Sentiu acelerar o coração, enquanto minhas mãos, pelo seus cabelos, deslizava.
Nossos momentos pela cidade, sempre acordada.
Sua boca, que a cada sorriso mais, me ganhava.
Nesses nossos jogos, será que sua alma, também saiu derrotada?
Meu cúpido abdicou do arco e flecha, agora me convence à facadas.
Abandonar-me é um pecado, o qual não deveria ser perdoada.
Sinto o vento frio, lembro seu cheiro, nos imagino na sacada.
Amar de longe quem tem amor em não ser amada.
A Lua ri do meu desespero, da minha loucura, do meu devaneio, pela madrugada..."
