Sou o Brilho dos seus Olhos ao me Olhar
Quem me vê
Pensa que sou frágil
Fácil de quebrar,
Mas quem me conhece sabe
Que sou como o vaso de barro
Me reinvento
A cada rachadura.
Eu sou grande demais para caber em qualquer lugar.
Por isso eu não me demoro onde não tem espaço para mim.
Tenho parado pra pensar...
De onde vim e para onde vou?
Do que sou e do que serei?
Porque?
Pra quê?
Infinitas perguntas estão rodopiando em minha mente, devagando como almas sem rumo.
Querer entender o inexplicável é difícil de assimilar.
Querer um saber que a ti não pertence é tolice, ou não.
Querer é só querer até que se aplique uma ação.
És o que é? Pense bem antes de agir; o que achas de mim? Sou teu maior inimigo, mas quem diria, você necessita de mim e eu preciso de você.
Tenho tanto medo de ser quem realmente sou, que visto diariamente uma máscara, com ela, uma falsa personalidade, um personagem que criei para o mundo.
Espelho Meu
Eu sou os amores vividos e os que deixei de viver,
Sou o nervosismo do vestibular, do primeiro beijo, da prova no Detran e da monografia apresentada.
Sou a vida que passou por um triz na sala de cirurgia e do revólver no rosto, mas sou mais ainda a alegria de continuar vivendo.
Sou os momentos de paciência e os momentos em que a mesma se ausentou de mim.
Sou a saudade do cheiro de capim do curral do meu avô paterno e da maresia em alto mar nos dias de pescas com meu outro avô.
Sou as lembranças do banho de chuva, das queimadas e pique-esconde com meus irmãos.
Sou o sabor do bolo de leite condensado da minha avó, das moquecas da minha mãe e dos churrascos do meu pai.
Sou mãe que chora e ri, que brinca e que briga, mas que ama sem medida.
Sou uma menina de pulso firme com coração bem o oposto.
Sou a teimosa que revê seus conceitos e preceitos.
Sou a mulher de pés no chão, e ao mesmo tempo a menina de saltos altos.
Sou os amigos que mantenho e os que perdi contato,
Sou os inimigos que nunca tive.
Sou a mistura de mim e de você que se permitiu ficar,
E sou principalmente a felicidade que está nas coisas que não são coisas.
Liziane Botti Ferri
Eu sou a decadência poética, oferecida pela vida em um corpo não sustentável;
Vendo passar as oportunidades como um copo d'água no Estado líquido para gasoso!
Componho acrósticos, indolente e talvez indiferente, mas com toda dedicação;
Calma, não se apavore,
Se eu sou seu carma, então você tem sorte
É só me seguir que eu dito seu norte
Não sou desocupada, sou por ti preocupada.
Não pratico insistência, dou assistência.
Creio no educar, aposto na ação.
Exijo educação!
Talvez tenha uma pitada de teimosia o que me faz desejar, lutar e conquistar.
Acredito no poder do amor, ele tudo espera, nele me conforto e por ele quero viver!
Nessa alquimia quase perfeita, decepções, frustrações e até mesmo os momentos ruins nos tornam pessoas maiores.
Evoluir com fé, respeito e sabedoria requer inteligência para lidar com todo tipo de situação.
Seja mais do que tenha...
Agradeça mais do que queira...
Ouça mais, observe mais, reflita mais.
Tenha Deus contigo em cada passo que der.
Caminhe para frente, escolha o seu melhor caminho e leve contigo pessoas, mas apenas aquelas que quiserem te acompanhar.
Mais conceito, menos preconceito.
Viva, sorria e ame!
O amor tudo pode, tudo suporta!
O amor é a cura!
Estou completamente curada.
Não sou cantor, compositor ou poeta;
Não sei poetizar, não sei rimar;
Mas esse compasso da vida, traz notas e canções.
Talvez falte acordes, melodias;
Talvez sobre arrependimentos, frustrações ou alegrias;
Ah, mas esse embalo da vida é tinhoso, ele não se cansa de causar.
Pode até sobrar ou faltar, mas ele nunca se deixa levar.
E nessa onda de emoções e temperos, como quem não quer nada, ele chega e deixa marcas.
Dizem que o tempo cura feridas, mas a vida... Eh, vida!
Essa sim, sabe deixar saudade e raiva, medo e vontade, sonhos e realidade.
E assim segue ela, cheia de conhecimentos, amadurecimentos e acontecimentos. As vezes com exageros, outras vezes em escassez, mas ela, não se preocupe... Ela nunca deixará suas páginas em branco, sem nada para contar, pois a vida é assim... Cheia de altos e baixos, quente e frio, amor e ódio, raiva e felicidade uma mistura que enche as páginas de um livro que conta detalhes de uma canção que só você sabe.
Se falo que sou melhor rei que o rei me coloca em seu trono para me humilhar pois ninguém a de me acreditar e nem de me obedecer logo não vou para frente e me diz que não estou apto.
"No meio Do inverno Sombrio”
No meio da escuridão
Hoje eu sou o escuro
Eu sou o verde que nunca será maduro
Eu sou uma tempestade sem precipitação
No meio do inverno Sombrio
Eu sou um humano sem coração
Nós não somos mais pequenos
Mas isso não significa que já crescemos
Somos tão minúsculos que até da nossa idade nós esquecemos
Tão perto do inverno Sombrio
E tão distante do inferno Eu sorrio
Sorrir tristeza para não chorar
Esconder os Sentimentos Para não demonstrar
No meio do inverno Sombrio
Mesmo que as horas não passem
Sempre que nós lembrarar-mos que nós vamos morrer
Estaremos sujeito a dor e depressão
Últimopensador
O seu corpo aromatizado
Sinto pelo carinho de minhas mãos
Já sou a tua cama arrumada, não faz diferença se é amor ou paixão
Careceu do meu sentimento
Para dá cor a pequenos fatos
Atire a primeira pedra
Quem nunca teve pecado
Lisonjeo-a com um cálice de amor fraternal
Mas os pensamentos justifica a carne com um amor nada convencional;
Sou aquele homem que te acorda, lhe fazendo cócegas e perguntando se dormira bem, acompanhado de um café da manhã e um sorriso transbordante de felicidade.
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