Sou o Brilho dos seus Olhos ao me Olhar
Nada mais reconfortante que um amor desconstruído…
Olhar para alguém e não sentir nada…
A pessoa escolheu se manter no cantinho da indiferença…
Tanto faz se fazer presente…
O amar perdeu o sentido…
O tempo fez seu papel…
A saudade nem faz conta…
A lembrança virou vazio…
O amor não dorme em cama fria…
memória apagada
me apagou da sua memória feito arquivo,
como quem fecha uma janela sem olhar o céu.
fui palavra que não coube na tua página,
fui verso que não rimou com teu tempo.
e no teu gesto simples, quase sem peso,
desinstalou-se o que em mim era inteiro.
não houve drama, nem despedida
só o silêncio de quem não quer lembrar.
mas eu, que ainda guardo tua voz em pastas invisíveis,
sigo abrindo arquivos que você renomeou como nada.
sigo lendo entre linhas o que você quis esquecer,
como quem revisita cartas que nunca foram enviadas.
porque há amores que não se apagam,
mesmo quando deletados.
eles ficam —
em cache, em sombra, em sonho.
em mim.
24/10/25
Bom dia, meu doce amor
Você é a minha inspiração e o meu sabor
O seu olhar me encanta e me seduz
E o seu beijo me enche de luz
Você é a minha companheira perfeita
E a minha felicidade completa
Eu te amo mais do que as estrelas
E quero te fazer a mulher mais bela
💖
“Poema” Uma doce paixão
O amor nasce de um olhar,vive de sorriso...
Morre de um adeus.
Mas se for o amor verdadeiro,perdura-se eternamente...
Não ah nada que apaga um grande amor.
Nem a distancia...
Nem a ausência nem o tempo.
Tudo permanece como no primeiro encontro...
O primeiro olhar,o primeiro beijo.
O amor verdadeiro adormece,
e acorda regrado com gotas do suave perfume das flores nas tarde de primavera.
Sentir o doce gosto da paixão, mais inocente...
Deixando a alma transparente no aconchego suave de um grande amor.
O amor verdadeiro é como sentir o vento tocar o rosto...
Suavemente como sopra a copa das paineiras...
E suas plumas caem ao solo e logo germina trazendo a tona nova...
Vida a natureza.
Assim é o amor verdadeiro...
Natural puro e eterno.
O amor verdadeiro...
É como a fênix..
Renasce a cada segundo...
Com louco desejo de amar.
Um grande amor euma doce paixão entre dois corações.
Suspirando no mesmo caminho.
La no alto da serra...
Deitado sobre a terra, vamos morrer...
Bem juntinhos.
A eternidade cabe num olhar.
Um instante de encontro verdadeiro é suficiente para marcar uma vida inteira.
Há olhares que seguram o tempo e o transformam em sempre.
Meu olhar se perde triste nas lembranças de nós dois.
Momentos que ficaram na fotografia e na memória antiga.
Eu andava, tropecei, ao olhar pra cima bati a cabeça no ferro... Ora, seria eu alguém tão atrapalhado? Quando estou só, imagino muitas coisas, mente fértil, pronta para analisar os detalhes... Tão gentil com as pessoas, mas, esperando o retorno da gentiliza que quase nunca vem, mas logo, penso, fiz minha parte...
Sempre penso em silêncio, esteja onde estiver, que é melhor a honestidade do que a vigarice, pois posso dormir tranquilo, com a consciência em paz. Ora, ser bom, pelo menos aqui no Brasil, é sinônimo de ser besta, ingênuo, já que há em nosso país uma cultura da esperteza... Sigo em frente, sempre a pensar na vida, na ajuda, no amor fraterno, o qual não é teoria, e, sim, prática... Não diga que ama a Deus, se por outro lado, odeia o próximo...
Pois bem, ao sorrir olhe o horizonte vasto que há, ele exprime a noção de sentido e objetivo que deve seguir, sempre! Seja original, seja você...
O verdadeiro desafio do autoconhecimento está em olhar para dentro com honestidade. Não apenas para aquilo que gostamos de ver — nossas virtudes, ideais e intenções —, mas também para os medos, defesas, expectativas e identidades que fomos acumulando ao longo da vida.
Na busca espiritual, muitas vezes imaginamos que o caminho é adquirir mais: mais conhecimento, mais técnicas, mais experiências espirituais. No entanto, o movimento mais profundo é o contrário: deixar cair as camadas que encobrem o que já somos.
Esse processo pode ser dolorido porque toca o ego, nossas histórias e a imagem que criamos de nós mesmos.
Requer silêncio interior, humildade e coragem para permanecer diante da verdade sem fugir dela.
Assim, o autoconhecimento não é uma conquista exterior, mas um desvelar gradual da consciência que sempre esteve presente. E, nesse sentido, o caminho espiritual não nos leva a nos tornarmos algo novo — ele nos convida a reconhecer aquilo que sempre fomos em essência.
TEMPO INTERIOR E O PESO DO OLHAR ALHEIO.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Há um instante na vida em que a presença do outro se torna uma espécie de espelho de profundidade. Não o espelho superficial que devolve formas, mas aquele que devolve densidades. Quando alguém se inclina para compreender aquilo que guardamos sob as camadas do cotidiano, desperta-se uma tensão antiga: reconhecer-se, permitir-se e, ao mesmo tempo, temer-se.
A filosofia clássica recorda que o ser humano é dividido entre o que conhece de si e o que evita conhecer. A psicologia aprofunda esse paradoxo ao mostrar que nossas regiões mais sensíveis raramente se revelam por vontade, mas por contato. E o contato que tenta desvendar nossas zonas obscuras é sempre grave. Há uma penumbra que pulsa, uma sombra que observa, uma quietude que denuncia o quanto somos opacos até para nós.
Essa aproximação do outro funciona como rito. Exige cuidado, lucidez e um silêncio que escuta. É antropologicamente raro e é espiritualmente comprometido, pois trata do mistério da interioridade humana. Quem adentra o território da alma alheia participa de um processo tão antigo quanto as civilizações que refletiram sobre a intimidade, a confiança e o vínculo.
E, no entanto, o verdadeiro movimento filosófico surge no interior daquele que percebe essa aproximação. A alma, antes reclusa em seu próprio labirinto, começa a se ver pelos olhos de alguém que não teme a escuridão. Isso provoca uma espécie de iluminação discreta, uma revelação que não estoura, mas amadurece.
O drama existe, mas não é destrutivo. É drama de reconhecimento. É a constatação de que somos feitos de camadas que só se revelam quando alguém se aproxima com coragem e intenção sincera. Nesse gesto repousa a grandeza da psicologia do encontro humano: a alma só se completa quando aceita ser lida.
E toda leitura profunda, ainda que assombre, sempre reacende a força que sustenta a travessia.
Que cada olhar que te alcança em profundidade te lembre de que a verdadeira imortalidade começa no instante em que alguém percebe quem você é.
Muitas vezes, as palavras não exprimem o que queremos dizer; portanto, é necessário um olhar ou um simples gesto para completar o nosso pensamento.
A felicidade está naquele breve instante, na troca de olhar, no sorriso maroto e no tremer do corpo quando te vejo passar.
Menina linda do sorriso brilhante e olhar sedutor, um dia te roubo um beijo, só para sentir teu gosto, por um breve instante, ser teu amor.
A tristeza,é um dos momentos
que nos permitem refletir,
voltar o olhar para dentro de nós
e reconhecer o que está errado "
(Martin Seligman)
Não há verdade que resista ao olhar do homem que aprendeu a contemplar o caos dentro de si com serenidade.
Nó do lenço
Em Veneza, o amor era um porto,
Onde o Mouro, de guerras cansado,
No olhar de Desdêmona,enfim, achou conforto,
Um reino de paz, por ela outorgado.
Mas a sombra do lago, em silêncio, tecia
A teia de aranha que o peito consome.
A dúvida, o verme que a alma vicia, Sussurrava mentiras em volta de um nome.
O lenço caído, bordado em morangos,
Tornou-se a prova de um crime inexistente.
Otelo, perdido em sombrios fandangos, Cegou para a luz da amada inocente.
Onde havia ternura, nasceu o tormento,
O ciúme é o monstro que a si próprio devora.
Um travesseiro abafa o último alento,
E a verdade só chega na última hora.
Ó, General, que venceu mil batalhas,
Mas caiu diante de um falso confidente!
No quarto de Chipre, entre mortalhas,
Dorme o amor que foi morto injustamente.
Há feridas em mim
Que um amor deixou:
Ouve tantas partidas
Em meu olhar
Que nem as lágrimas
Mais profundas
Conseguiam evaporar.
Ouve tantos suspiros
Em meu coração
Que nem o ar
Ala Katrina
Em meus pulmões
Eu conseguia controlar.
Ouve tantos dias
Que pareciam noites
Em minha cama
Que ao me ver chorar
Já não conseguia mais suportar.
Triste, triste mesmo:
Triste não é o grito da partida
Mas sim, o silêncio da solidão!
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