Sou o Brilho dos seus Olhos ao me Olhar
O olhar de uma mulher é um livro aberto para quem sabe ler: ele transborda a luz da maior felicidade, mas também sussurra, no silêncio, os pedidos de socorro que a boca não tem coragem de dizer.
O olhar feminino não mente: ele entrega o êxtase do momento e denuncia o grito mudo de quem precisa de abrigo.
O olhar de uma mulher diz tudo: ele brilha como as estrelas no céu, mas, se você observar bem, verá que esse mesmo brilho é um pedido silencioso de ajuda.
Há um universo no olhar dela; brilha com a força das estrelas, mas carrega o peso de um socorro que a boca não consegue dizer.
O olhar dela é um céu estrelado que ilumina o rosto, mas basta um segundo de atenção para perceber que aquele brilho é, na verdade, um grito por auxílio.
O olhar dela é como o mar em dia de tempestade: profundo, indomável e cheio de segredos que só o coração entende.
Perder-se no olhar de uma mulher é como navegar em um oceano infinito, onde cada onda revela um novo mistério.
Mulher, não adianta desviar o rosto; seu olhar me diz tudo. Ele denuncia a mentira que você sustenta, mas também grita o socorro que o seu orgulho tenta abafar.
No silêncio do seu olhar, eu li a sua mentira e ouvi o seu pedido de socorro. Você não precisa fingir que é forte o tempo todo.
O seu olhar é um mar revolto: por cima, a onda da mentira que tenta me enganar; por baixo, o abismo de quem está pedindo socorro e não sabe como dizer.
Não sei o que me fascina mais: se é a doçura desse seu olhar que me despe a alma, a seda da sua pele sob as minhas mãos ou o privilégio de admirar o sorriso desses lábios, os mais lindos que já vi.
Meu coração pode estar em pedaços, mas se você olhar bem, cada fragmento ainda brilha com o seu nome.
Dizem que o tempo apaga as coisas, mas a imagem do seu olhar encontrando o meu continua intacta na minha memória. Foi amor à primeira vista, e desde aquele dia, eu nunca mais quis olhar para outro lugar.
Dizem que o olhar entrega tudo, e o meu não mente: basta olhar você para sentir essa fome de nós dois que nunca passa.
A Arte de Conter Águas
Na superfície, aprendi a ser leve,
balanço embarcações, embalo olhares,
finjo calmaria para quem passa.
Mas abaixo do azul profundo
há movimentos que não se explicam;
correntes internas, em descompasso, se cruzam,
procurando um ritmo que nunca chega.
Lanço âncoras e as sustento por anos,
algumas firmam,
outras pesam.
Nem sempre sei se me mantêm inteiro
ou se me pedem silêncio demais.
Para conter a superfície em equilíbrio,
sustento ondas,
absorvo impactos
e recolho o que quebra.
Há fúria no fundo,
não em tempestades visíveis,
mas em giros contínuos,
em força que aprende a não transbordar.
Ainda assim, sigo vasto,
ensino caminhos,
devolvo ecos
e carrego vidas sobre mim.
E às vezes, diante do horizonte,
nem avanço, nem retorno,
apenas existo,
sentindo tudo o que me atravessa.
Talvez seja isso ser oceano:
sustentar o mundo
enquanto aprende, sozinho,
a não se desfazer em sal.
E se for assim,
quantos de nós
aprendem a respirar
em águas profundas?
Profundidade do teu olhar
Perspectiva dos rascunhos
Horizonte do fascínio
Unidade demasiado dos instantes
Amplitude devasta os ecos do ser
Distância oculta do eu e de nós.
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