Sou Igual a minha Irma

Cerca de 151758 frases e pensamentos: Sou Igual a minha Irma

Enquanto houver um sorriso em seu rosto, haverá esperança em minha vida.

Inserida por febquevedo

Minha vida é um livro aberto
Onde em cada página escrevo seu nome
Cada sorriso seu vira uma imagem colorida
O motivo para continuar minha vida

Voce está tão longe .. Não consigo te encontrar
Me faltam as palavras para continuar a escrever
As imagens perdem as cores sem você .

Inserida por Gabriellecastro

Minha vida, Meu amor!
Você é minha inspiração,
É um exemplo, É paixão;
Você me ensina, me incentiva, me acalma, me fascina e me faz feliz;
Eu te amo ❤

Inserida por rodrigosantospoeta

⁠a minha dor.

Não pense que sua dor seja maior que a minha.
A minha dor também é chamada de dor.

Inserida por Moa89reis

Hoje me pago sozinho.
Sinto falta da minha esposa, não tenho ânimo para nada por mais que eu entenda que as coisas no⁠ tomaram rumo diferentes eu só queria poder estar perto de quem eu amo.

Inserida por Moa89reis

Meu pai

Minha mãe me ensinou o que é o amor
Meu pai a forma como eu mereço ser tratada

Hoje em dia tenho minhas paixões
Que insistem em me tratar mal
⁠Na real...

Não me tratam mal
Papai me ensinou
Que mesmo batendo em minha cara
Não é para haver dor

Ele não para de me bater
Mas é tudo amor

Sorrio para ele
Queria realmente que fosse amor
Mas desde quando o amor
É demonstrado pela dor?

Obrigada papai

Inserida por Aprendendocomador

O meu pensamento em te é a minha lanterna para a felicidade.

Inserida por EzequielBarros

O MEU REFLEXO 13-06-2017


Marquei a minha infância
como todas em comum,
com brincadeiras, brigas e danças
num lugar perto de sitio nenhum.

O meu reflexo, era toda esta vida
lado a lado, ao mesmo andar,
desta existência espamparada,
claramente vir aval ao amanhecer.

O meu reflexo, é esta amizade doentia
ferros, peculiar, e mirabolante compartia,
O meu reflexo é esta história, que vida!
de lutas, esforços, conquistas e vitórias.

O meu reflexo és tu meu amigo
companheiro das guerras sanguinárias,
o irmão inesquecível deste reino, o antigo
da hera do Edjelson Whaity, o ILUSTRE.

Ator: Ezequiel Barros
Indo, vido e vivendo.

Inserida por EzequielBarros

" É, na tua nascente que eu preciso
Poder afogar a minha tristeza
E matar a minha saudade,
É, nós teus olhos coloridos
Que eu me visto em Picasso,
E pinto com as cores da realidade
Os meus dias imaginários,
É, do teu inspirar que eu respiro
É, de te sonhar que hoje eu vivo,
Háaa! mãe minha, Maria meu viveiro
Os meus dias longe de te perdem a luz."

Inserida por EzequielBarros

" A minha alforria está na calçada do meu sonho desacordado, eu mi sinto livre quando mi liberto deste mundo e ando descalço sobre o pó da terra da minha vida imaginária."

Inserida por EzequielBarros

"Morreste?
Não! Tu eternizastes,
Pois,
A morte é apenas um manto
Transparente na minha mente,
E tu, cubriste o no barro."

Ezequiel Barros
Lágrimas secas b/e1, em memória de Genenciano Filipe Batista, saudades de te Pai.

Inserida por EzequielBarros

Aproveito ao máximo as fases da lua da minha vida para retribuir aos que me fazem bem.
Aos demais, ignoro-os, esqueço-os tão fácil, pura e simplesmente.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠ERA

Como se fosse hoje, minha mãe partiu
Num treze de maio que o Maio sentiu
Como se fosse a mãe dele a fugir
Para outro maio de sentir
Como ele sentiu.
Era Fátima no altar do mundo
Era esse o mundo de minha mãe
Deixando os que amava em horror profundo
E a Fatinha dela, pequenina, também.
Era o desabar de vidas coloridas
Entre flores vivas, vividas
E num relâmpago destruídas
Por um raio de vidas partidas.
Era, como se fosse hoje, treze de um maio
De há quarenta e cinco idos, falidos
Nos gemidos de minha moribunda mãe
Ao ir-se sem o primogénito ver...
Meu Deus, que razão de sofrer !?
Que castigos!
Só depois de tu ires, ó Cristo é que foi a tua mãe!
Eu que tanto queria partir em vez da minha
Choro agora e sempre, pela manhãzinha
A dor que só sente quem a não tem...

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠ESCURO

Minha alma só tranquiliza
No negro da noite dos vendavais.
É aí que ela encontra refrigério
No sossego do mistério
Daquela brisa
Que batiza
Hipnotiza,
Acalma
E exorciza
Os espíritos malignos
Nos malfadados signos
Dos mortais.

(Carlos De Castro, in Terra onde não se faz Censura, 04-07-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

A MINHA CARTA A GARCIA

Neste corpo a quebrar, há sinais
De várias cores a assinalar
As etapas de uma vida de ais
E de outras mais coloridas de pintar
As telas rudes do meu mar.

De estrelas belas a brilhar
Sobre as negras ondas
Das marés longas
Deste viver sem ainda saber
Do vir, do estar e do que sou
Entre esferas de milhões por ter
Vergonha de ser
Incrédulo, sem primeiro ver.

Então, quero antes desaparecer
Entre as brumas
De espumas
Sem ler
O epitáfio já reservado:
"Aqui jaz um inconformado
Que da vida só leva um fado,
A sua carta a Garcia,
Na escura noite da luz do dia."

(Carlos De Castro, in Poesia Só e Chega, em 16-07-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

O FLAMENCO DA POVEIRA

⁠Como ela dançava e cantava o flamenco
Nas praças da minha infância,
À compita com Juvenço
Moço tropa de bota alta
Tipo peralta,
Mas homem sem substância.
Rodopiava louca
E batia em sincronia
O tacão
Dos sapatos da ilusão
E cantava com voz rouca,
Já com energia pouca,
Nos tempos de servidão.
Emília, a ti Poveira,
Mulher de raça
Sem trapaça
E dos copos
Só, sem tremoços,
Que a esmola não dava trocos
Para mais que o copito
Absorvido
Engolido
De súpeto
Feito ímpeto
Na garganta ressequida,
Ferida,
Naquela tarde de esfolar o pito.

(Carlos De Castro, in Poesia Num País Sem Censura, em 30-07-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠⁠DORME MINH'ALMA

Que felicidade, que maldita sorte!
Conseguir que a minha durma!
Mesmo sem ser já na morte
Nem nas vésperas da soturna!

Dorme, minha alma, dorme
Em teus lençóis, tão tranquila
Enquanto descansa a fome,
Da minha miséria sibila.

Ó, forças da natureza,
Deixai minh'alma dormir
Em silêncio e singeleza,
Na incerteza do que há de vir...

Lá, pelas encostas da vida,
Naquelas montanhas de calma,
Eu peço, eu rogo à gente dormida,
Que deixem dormir a minh'alma!

(Carlos De Castro, in Poesia Num País Sem Censura, em 02-08-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Para poucos fiéis, missa curta; a minha.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

DOU-VOS

⁠A minha tonta cabeça.
Fazei dela bola de futebóis
Nas vossas disputas de álcoois.
Dou-vos os olhos quase mortos
Tristes e absortos.
Dou-vos o peito magoado
Sem jeito de construção
De um novo estrado
Para tapete de chão.
Dou-vos barriga e vísceras
Algumas com úlceras.
Dou-vos os braços e pernas
Já de ossos com cavernas.

Só não vos dou o meu coração
Esse órgão de eleição -
Já o dei a alguém
Que Deus tem -
Desde que nasci até então,
Àquela que me deu a vida
Sofrida,
À minha querida
Mãe!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 26-09-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠NA TERRA DOS ESTARRECIDOS

Lá, na minha terra, gostam de mim,
Mas muito ao de longe,
Porque ao longe,
Assim
Feito num monge,
Não lhes calco os calcanhares
Nem lhes corto os discursos,
Iguais aos dos ursos
Arraçados de muares.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 23-11-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro