Sou Igual a minha Irma

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Sou completamente louca nesta minha normalidade.
Vivo de sonhos esfarrapados, guardados à sete chaves
para um dia que nunca chega.
Nas minhas mentiras, escondo minhas verdades, e guardo meus segredos nos ouvidos de outro alguém sem nenhum constrangimento.
Me visto de alegria e desfilo à passos lentos na passarela da vida... A pressa empurra a minha vontade de ser feliz...e eu vou sendo o que Deus quiser e o que nem sempre eu quis.
Todos os dias eu abro a janela, roubo o ar que me pertence e encho os pulmões de viver.
Nada me satisfaz mais do que ter tempo pra ser sei lá o que!
Eu roubo um beijo do vento que bate em minha boca roubando-me palavras impensadas. Geralmente o que digo, não quer dizer nada!
O meu passado me trouxe até aqui, mesmo eu o deixando pra trás... E o meu futuro, nunca haverei de saber, já que meu presente, todos os dias vem me buscar, me querendo mais, mais e mais!

E, como sou a protagonista da minha vida, tá na hora de me conhecer cada vez melhor, de reconhecer o meu valor. Tomar minhas decisões de acordo com minhas vontades e desejos. Aceitar meus defeitos, melhorar o que pode ser melhorado, e valorizar minhas qualidades e o que tenho de melhor. Tá na hora de colocar os limites e não deixar que nenhum outro personagem diminua meu brilho, nem apague o que tenho de melhor!!!

A minha casa é uma extensão daquilo que sou e da energia que eu reverbero.Eu amo a minha família e por isso cultivo aquilo que é bom.

Sou poderosa, corajosa e forte.
Dirijo meu destino e minha sorte.
Tudo posso, Nasci para vencer.

No seu abraço que me encontro,
nos seus braços sou mais eu
seu amor é minha vida,
sem você, minha vida se perdeu!!

Eu sou um eterno escravo,
Escravo da minha liberdade,
Escravo da minha vontade,
Escravo da minha servidão,
Escravo de tudo,
Escravo da vida,
Escravo de mim mesmo.
Rogerio Germano

Sou das levezas...
As ondas não perturbam minha calma!
Rita Simões

As pessoas dizem que eu sou poeta; às vezes eu acredito.
Mas aí olho para a minha escrita e duvido.
Ela é simples e direta, sem a beleza dos grandes poetas, daqueles textos que despertam até inveja.
A minha escrita tem rima, tem honestidade — é a minha verdade, nua e crua.
São versos cheios de sentimento, alguns bons, outros ruins.
É arte de rua: sem frescura.

"Uso o semblante desta minha orquestra sinfônica mal regida para falar de amor. Sou dono deste palco que não para de ranger. Reerguendo-o descauteladamente, me vingo dos meus pertinentes medos que atemorizam-me continuamente, rompendo minha razão. Razoavelmente falo de amor, mas se eu estiver falando de amor, pouca razão tenho. Então razão eu tenho dizendo que não tenho-a e e desta falta de regência, ligo as luzes do palco atraindo o publico falando deste amor mal regido por mim"
- John

EU SOU A CONSCIÊNCIA PRETA RESILIENTE

No dia vinte de novembro, eu reflito a minha própria travessia. A jornada de uma mulher preta, de identidade quilombola, corpo-território que fez da formação uma ferramenta potente de luta.
Penso nos caminhos que trilhei, caminhos marcados por enfrentamentos, muitas vezes solitários, onde resistir era a única forma de seguir viva. Onde cada barreira erguida pela estrutura racista exigiu de mim esforço desigual, preparo, coragem, competência…
Mas nunca houve uma mão estendida, nunca houve um atalho. Eu tive que romper sozinha os bloqueios que queriam impedir minha passagem. E, nessa travessia, sempre a mesma contradição: de um lado, uma estrutura inteira dizendo que eu não deveria avançar; do outro, vozes repetindo que eu era forte demais para cair, forte demais para parar, forte demais para sentir.
A verdade é que, muitas vezes, minha humanidade foi sacrificada para que eu pudesse sobreviver. Ainda assim, nos momentos mais duros , quando a dor era insuportável e quase me desviou de mim foi a ancestralidade que me tomou pelos braços. Foi ela quem me restaurou, quem me recolheu do chão, quem me envolveu em cuidado e me lembrou quem eu sou. Foi ela quem me empurrou de volta para a vida, com afeto, para que eu continuasse não apenas reexistindo, mas existindo com dignidade.
E é assim , em nome dos que vieram antes e vingaram, e, sobretudo, pelos que estão chegando que eu sigo. Porque minha consciência, escrita em resistência. E resistência, em mim, é sempre caminho.

Não sou tão forte quanto demonstro ser, minha força vem de Deus. As experiência são importantes. As coisas ruins me ensinam a viver. As coisas boas me mantém viva!!! Assim ambas são fundamentais. Como diz um autor desconhecido, “Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes”.
Profª Lourdes Duarte

⁠Qual a minha religião? Não sou agnóstico, muito menos cético! Atribui-se religiosidade em mim. Seria a que me faz ver o que vejo, sinto e percebo. Vejo, percebo e sinto a obra do grande Criador da imensidão desse infinito universo!

⁠⁠Eu sou uma pessoa que me privo demais em relação à viver livremente.
Minha ansiedade me deixa sem saída.
Eu me desespero fácil com coisas simples.
Preciso aprender como lidar sozinha com certo tipo de coisas ou situações.
Sei que será difícil,mas,tentar já é um bom começo.

⁠ Não sou completo em mim mesmo, pois, falta-me você. Minha outra metade.

⁠Sou uma mulher
Cheia de marcas
E cicatrizes
Que contam a minha história,
Mas nenhuma delas me define

Sou minha própria
Psicóloga...
Quando fico arredia
Disparo a escrever frases
De efeito, todas com puxões
De orelhas...⁠
E saio
De mim
Falando sério:
O que há com você ⁉️🤣
Mas, eu não me respondo,
Dou o maior silêncio,
E vou dormir...😴💤👈

⁠Minha família é bilíngue, eles falam português e merdas sobre minha pessoa. Eu sou trilíngue, aprendi a falar inglês.

⁠"Posso até ser um livro mal escrito, mas sou capaz de escrever a minha própria história"

⁠Eu sou teu rei, te torno minha rainha, se curve perante a mim, que eu me curvarei perante a ti.
Juntos não somos um, juntos somos dois, duas almas completas, não duas metades incertas.
Eu sou teu sol, tu és a minha lua.
Brilhe por mim, que eu brilharei por você.

O sentido de minha existência residir no fato da vida coloca-me uma questão. Ou, inversamente, sou eu próprio uma questão colocada ao mundo e devo fornecer minha resposta; caso contrário, estarei reduzido à resposta que o mundo me der.

Carl Jung
Memórias, sonhos, reflexões. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.