Sou Besta com a Falsidade de uns
Se for necessário, perdoe e siga adiante, se for necessário se levante, mude, transmute, ressignifique, seja sua melhor versão, pois independente do que houver, a sua história é sempre de você para com você. É sobre isso: você no comando da sua vida.
“O amor é como uma estação de rádio, uma frequência mágica no vasto espectro do coração humano. Assim como ao sintonizar um rádio, para apreciar o amor em sua plenitude, é preciso paciência e sensibilidade. Cada pessoa é como um dial único, e para encontrar a estação perfeita, você precisa girar o dial da vida, ajustando-o com cuidado. Às vezes, pode haver estática e interferência, mas a magia acontece quando você encontra a sintonia perfeita. O amor é como música, transmitindo alegria e harmonia, mas somente quando nas mãos de alguém que sabe sintonizá-lo com a mesma paixão e dedicação. Portanto, nunca desista de sintonizar, pois o amor está sempre no ar, esperando por aqueles com a paciência e a vontade de encontrá-lo.”
Talvez nunca me amaram e não é agora que estão me amando, mas eu sei que um dia vou ser amada,
e cuidada de uma forma muito linda! Pq sei a energia boa que EU emano, que EU tenho! E sei oque estou passando é mais uma aprovação pra me mostrar oque eu não mereço viver por amor.
👣Às vezes, precisamos tomar decisões das quais jamais tenhamos imaginado, mas dada as circunstâncias tornam-se inevitavelmente a única saída. 👣
"Se você não consegue levar desaforos para casa, e não engolir sapos, você não constrói uma boa história."
não enterrarei as minhas mãos
não enterrarei
as minhas mãos
por não caberem
na terra dos outros.
(Pedro Rodrigues de Menezes, "não enterrarei as minhas mãos")
malmequer negro
percorro pulsante o corredor
de pés mudos como muros
ergo o intransponível crânio
nascendo e dormindo prescrito
adio a translúcida sibilância
malmequer fulgente e negro
que levo ao peito como um sabre
recito pelo adejar rítmico dos lábios
salmos rituais ossos barro pó
fulgurante translação das veias
arde-me o míope sangue vertical
escorrendo pelo lantânio e lutécio
hei-de criar pedra sobre pedra
farei da luz dois vítreos ciclopes
pousarei nos pilares de hércules
a incorpórea maldição dos deuses
e levitando andarão as testas
dos homens e deuses
dos deuses homens
sit tibi terra levis[1]
requievit in pace.[2]
[1] que a terra te seja leve
[2] descansa em paz
(Pedro Rodrigues de Menezes, "malmequer negro")
Quando você intencionalmente se vira e dá de costas para uma pessoa conhecida e tida como sua "amiga" que chega num evento onde você se já se encontra, você sepulta a sua imagem junto a esse que chega e se torna uma pessoa que deixa de ser especial para ele, torna-se banal, trivial, venal e acima de todos esses qualificativos, se torna neandertal. Pensou que eu ia dizer irracional! Não, os animais sabem o valor de uma amizade.
Nessa torcida organizada do anonimato, por mais que os sonhos pareçam inalcançáveis, sempre existe aquele um por cento de esperança lutando para que as coisas possam dar certo, para que as lágrimas sejam transformadas em força e tudo possa ser uma conquista para o atual portal do coração, eu sou seu torcedor, você vai conseguir.
Talvez você seja a personagem principal da minha peça de teatro solitária, no final só sobramos eu e você, dois loucos fanáticos por amor e música.
Hoje só por hoje eu queria voltar no tempo e dizer pra mim mesma, você não deve perder sua sanidade mental com pessoas tão egoístas.
O fantasma de Ani ( nas ruínas de 1001 igrejas).
De longe eu vejo as ruínas
Se eu pudesse ver mais
Eu veria as mil e uma igrejas
Oh Ani! Tu foste grande!
Seda, reis e riquezas tiveste
Se eu pudesse saber mais
Basalto em vermelho e amarelo
Oh Ani! Tu foste tão linda!
Oh Ani!
O quê resta-me de ti?
Oh Ani!
Apenas teu perfume!
Oh Ani!
O quê resta-me de ti?
Oh Ani!
Apenas teu perfume!
De longe eu vejo as ruínas
Se eu pudesse ver mais
Eu veria a sua decadência
Oh Ani! Tu foste destruída!
Morte, invasores e terremotos
Se eu pudesse viver mais
Eu veria seus restos mortais
Oh Ani! Tu és um fantasma!
Oh Ani!
O quê resta-me de ti?
Oh Ani!
Apenas teu perfume!
Oh Ani!
O quê resta-me de ti?
Oh Ani!
Apenas teu perfume!
TRANSLUCIDEZ
Era uma rosa amarela,
Translúcida
Mas não lúcida
Era trans versus lúcida
E de tão lúcida!
Que escolheu dentre todas
A cor que desejava ser.
E não podendo,
Preferiu morrer.
De sede, sem cor,
de amor.
Requiem for Adílio Lopes
Adília e Adílio, ambos Lopes
oferecer-te um poema
em forma de livro
de receitas
cozer-te pão
para o coração
há tanta falta de pão
para o coração.
(Pedro Rodrigues de Menezes, Adílio Lopes XV)
Adília
e
Adílio
comem
pão
de ló
pelos pés
Lopes.
(Pedro Rodrigues de Menezes, Adílio Lopes, XVI)
imagino-te
como vieste
ao mundo
de pano do pó
na mão
e sem mais nada
por cima
por baixo
mas cheia
de coração.
(Pedro Rodrigues de Menezes, Adílio Lopes, XVII)
Herberto Helder
convida
Adília Lopes
para jantar
duas solidões
uma doméstica
não domesticada
outro uma artéria
sem pressão arterial
ponto de interrupção.
(Pedro Rodrigues de Menezes, Adílio Lopes, XVIII)
o teu cabelo
Adília
o teu cabelo
Adília
é uma rosa
de ventos
ventania
poesia.
(Pedro Rodrigues de Menezes, Adílio Lopes XIX)
os capítulos
capitulam
esta história
no fim triste
cumpriu o destino
de Adílio Lopes
morreu nos braços
de Adília Lopes
no dia em que se conheceram
consta que morreram
Adílio Lopes
os gatos
e só sobreviveu
Adília Lopes
e as suas baratas
mas sobre os gatos
assassinos
que esgatanharam
(não confundir com esgadanhar)
o corpo de Adílio Lopes
ninguém escreveu.
(Pedro Rodrigues de Menezes, Adílio Lopes, XX)
Nota: termina a história de Adília e Adílio, ambos Lopes.
Por que procurar doce onde não tem mel? Olhe bem para a tua esposa e veja o mel que ela tem para você.
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