Sou Besta com a Falsidade de uns
Me desculpe, mas eu sou desse jeito! Desbocada, escandalosa e intensa. Com essa minha sinceridade egocêntrica faço estrago em alguns corações. Com esse meu jeito romântico, me aproximo de bons sentimentos. Sou tímida quando não devo ser e descarada em lugar errado. Sou simples e frágil. Ao mesmo tempo forte e imprevisível. Sou dedicada ao amor, mas odeio ser cobrada. Cobrança cansa e desgasta. Sou menina querendo colo e ao mesmo tempo sou uma mulher pegando fogo. Sou feminista, sou verdadeira e sou fiel. Sou ciumenta e irônica. Sou complicada, sou mulher. E sinceramente? Sou feliz assim.
Sou barulho, sou silêncio...
Sou flor, beija -flor
Sou pássaro em voo
Sou menina sapeca, moleca
Mulher que ama, se ama, se quer
Sou um pouquinho de chuva
Sou um montão de ar
Sou tantinho de desejo
Sou um bocado de amar
Sou sol de manhã
Sou um olhar...
Sou paquera na noite
Sorriso na praça
Sou cheia de graça,
Sou garota pirraça
Sou banho de chuva
Sou barco em alto mar
Flutuo, navego, mexo,
Chamego...Chamegar !
Quem reclama demais tem escrito assim na testa: sou folgado e a culpa é sua! (Nelson Locatelli, escritor)
“Sou do tipo de pessoa Complicada difícil de lidar, ciumento, arrogante e possessivo , Sou o pecado em pessoa, Sou o mar em fúria, o céu desmoronando e até mesmo o apocalipse em forma de gente. Sou explosivo, pago de durão mais na verdade quase tudo me derruba só procuro uma forma de lidar com isso de um jeito que ninguém saiba que me atinge, na maioria das vezes me pego parado, pensando.. É como se tudo em minha volta congelasse, é como se eu pensasse em milhões de coisas antes da chuva tocar ao chão e a unica pergunta que cerca minha cabeça é . Porque ? Porque sou assim ?
Amo e sou obcecado em música melancólica, triste e sombria; Hurts, Muse, Lykke Li e Lana Del Rey são minhas devoções. Com o tempo aprendi e vi que a dor é o que mais me encanta em estar vivo. Ela nos faz ver quem realmente somos, o quão desprezíveis estamos e o quão fortes conseguimos ser.
Eu acho que você ainda me ama, mas não podemos escapar do fato de que eu não sou suficiente para você. Eu sabia que isso ia acontecer. Então, eu não vou te culpar por se apaixonar por outra mulher. Eu não estou com raiva, também. Deveria estar, mas não estou. Eu apenas sinto dor. Muita dor. Eu pensei que poderia imaginar o quanto isso iria doer, mas eu estava errada.
Eu sou uma borboleta (livre e pronta para voar no meu interior), assim sou por aceitar quem sou e conhecer minha capacidade de voar.
A borboleta voa pela segurança que carrega dentro de si, por saber que é mais leve e forte que muitas correntes de vento, entende que sua força é da natureza que carrega e da essência que a cobre. Por saber que por um tempo curto de vida rastejou e que alcançou o ápice do imaginário, tornando-se a mais admirável para si mesma diante do espelho que a vida lhe emoldurou.
eu sou a bailarina
dançante e alegre
que grita,que chora
e anda de lebre
o seu coração está na dança
na ponta do pé
mas para isso preciso ter fé!
Me sinto presa
Não vivo comigo
Sou outra pessoa
cadê meus amigos?
me sinto estranha
cadê minha luz?
não sei se fiquei no caminho
se me dei adeus
mais quero de volta
esse alguém que sou eu
com o corpo leve,solto a dançar
num passo certo
sem precisar parar
quero voar nessa dança
poder trazer esperança
ser outra vez a criança
poder me resgatar.
O tempo não cura tudo
— Alô?
— Oi! Quem é?
— Sou eu. Não precisa dizer nada, só me escuta.
Tudo bem? Como têm sido teus anos longe de mim? Cheguei hoje de viagem e pensei em te ligar. Sei lá, puxar um papo, te resumir minha vida nesses oito anos. Eu sei que a gente não se falou nesse tempo, e que eu, tampouco, respondi as tuas mensagens. É que andei tão ocupado que mal tive tempo de pedalar como antigamente. Na verdade, eu precisava de um tempo. Queria estar longe e não estender mais o nosso vínculo. Tu sabes que eu nunca fui muito bom com despedidas, e acredito que eu ainda devo me profissionalizar em “adeus”. Tu lembras daquela faculdade na qual eu queria passar tanto? Então, depois de três anos tentando, eu entrei. Foi a maior festa lá em casa. Minha mãe pensou em te ligar, mas não tínhamos mais o teu número. Ou melhor, foi o que eu disse pra ela. Até hoje a coroa insiste em dizer que tu és o melhor parceiro de festa que ela teve, e especialista em queimar todo o churrasco. Tenho tanta coisa para te contar que, se eu demorar muito, meu bônus acaba e só poderei te ligar amanhã. Tu sabes: “A vida tá difícil.” Meu bordão ainda é o mesmo. Afinal, sou graduando e não formado. Vais precisar ter um pouco de paciência caso escutes um “tututu” ao invés da minha voz. Há uns dois meses eu ganhei uma viagem com acompanhante para Bali, acredita? Para Bali, cara! Sim! Eu fui sorteado na agência que o Pedro trabalha. Na verdade, eu não sei se realmente foi sorte ou a desculpa dele maquiada para irmos juntos. Ah sim, nem te falei: estou namorando. O conheci naquele posto que a gente sempre comprava o teu cigarro que eu tanto odiava. Até que, do ódio, surgiu um amor. O guri é meio louco, mas é tri gente boa. Dirige um fusca, têm umas tatuagens mucho locas pelo corpo e um cabelo bagunçado que eu adoro. Ele sabe como me tratar bem. É doutor em me arrancar gargalhadas e faz questão de me mandar toda manhã alguma citação do Gabito Nunes. Pelo estilo do cara, não deveria se empenhar pela metade, mas, segundo ele, o amor é sujeito à mudança. Além dos seus defeitos já acostumados, quase morre a cada texto que eu publico. Ele acha que será uma carta de término, exatamente como eu fiz contigo aquela vez. Lembra?
Minha amiga me ligou na segunda, falou que tu vais te casar. É verdade? Só pode, né?! Teu rosto está estampado na coluna social que ela fez questão de digitalizar e mandar por e-mail. Por um lado eu fico feliz. O nosso plano de nos esquecermos deu certo. Mal e porcamente, mas deu. Eu também estou feliz. Mês que vem estou indo tirar umas férias na África. O Pedro tem fissuras por lá e o meu coração ainda bate quando vejo aquelas crianças com olhares que refletem a vida. Ainda vou morrer com a vontade de querer abraçar o mundo e resolver a vida dos necessitados.
Esse tempo longe fez eu entender que o amor não discerne distâncias, não conta as horas e que a saudade não vem a óbito com as substituições. Ou melhor, o tempo não cura tudo, só tira o incurável do centro das atenções. Existem saudades que passam a ser nossas amigas. Como uma filha, uma vez gerada, só podemos deixá-la de lado quando outra pessoa assumir e der um jeito de tratá-la. Antes de embarcar no aeroporto, uma senhora com roupas e acessórios de cigana pediu para ler minha mão. Interpretando minhas linhas turvas, graduada nas leis da vida, me encarou com dois olhos negros acompanhados de uma voz suave: “A memória conserva a felicidade dos momentos compartilhados e a mente faz o trabalho de lembrar o porquê não estendê-la. Não existe receita para a felicidade, não há fórmulas para o amor, não existirão remédios para a saudade. O coração tem memória, passe a respeitá-la! Não o subjugue, pois ele sabe muito bem a diferença entre lembrar e amar. Quem um dia amou, leva a saudade antiga no bolso para poder viver em paz com a novidade de um novo amor.”
Tututu…
Sou o sol
Sou o sol
Que fica a brilhar
Iluminando teus caminhos.
Sou a brisa
Que te refresca quando
O calor é intenso.
Sou a sombra
Onde descansas
E repousas teus sentimentos
Sou a chuva
Que lava teu coração
Através das lágrimas
Ao apertar a saudade.
Eu não sou magra, nem alta. Não sou perfeita, nem super inteligente. Gosto de comer, gosto de chocolate, de sorvete, gosto de brincar, fico rindo alto e odeio comparações, gosto de escrever meus sentimentos, não sou falsa, sou sincera, aceito crítica de todos, seguro a pressão que vocês jogam em mim e ainda querem que tudo seja do jeito de vocês sociedade?
Meu nome é chatice, casei com o ciúme, sou inimiga da perfeição e vizinha do drama. Me separei da paciência e sou irmã da preguiça...
Não sou mulher de aço
Tenho sucessos e fracassos
Apenas não acho,
Que devo ficar lamentando
O que a vida não me deu ou o que me tirou
Continuo a trajetória...
Chorando quando tenho vontade, ou sorrindo.
Uma gargalhada notória!
Não preciso ficar fingindo.
E assim vou escrevendo a minha história
Como vai terminar?
Adoraria mesmo saber!
Mas em qual for o lugar
Nada de sofrer!
E se vier à dor (aquela sem remédio)
Não tem problema...
Invento outra cor (para sair do tédio)
Conto minha história com outro tema
Más meu coração nunca perderá o AMOR.
Gosto de pensar que sou um lobo solitário, mas na verdade é porque poucas pessoas suportariam minha presença. [Do livro Memórias imaginadas]
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