Sou Besta com a Falsidade de uns
A dor não define quem sou, mas revela quem escolho me tornar, quem sabe uma alma que renasce das próprias cinzas, tecendo, com mãos feridas, já rasgadas pela vida, sua nova tentativa por uma redenção.
Entre a queda e o voo, habito o intervalo das coisas esquecidas, sou pássaro de asas frágeis, que escuta o chamado do céu, mas repousa entre galhos secos, esperando que o vento, um dia, lhe ensine a direção.
Não sou o que sofri, sou o que floresceu depois, uma história reescrita com a tinta invisível da resistência, um rosto onde cada cicatriz desenha o mapa secreto da coragem de recomeçar.
Eu sou uma pessoa calma, o problema é que o estresse de estragar uma flor é o que me deixa estressado. Mas isso logo passa depois que eu acendo um.
Sou um tanto esdrúxulo
Homem que sofre com a tragédia;
Aquela tragédia infinita.
Que martela um grande músculo.
Mas qual é a vítima da vez?
A mente! É sempre ela
Aquela mesma que sente dor;
A dor do destino, da realidade.
Pobre menino! Aquele, que era bom;
Tão bom que era o escolhido.
O menino cresceu, mas tento fugir.
Fugir de sua presença.
Assim como meu amigo Saramago,
Tento não fazer nada na vida
Que possa envergonhá-lo.
Pra quê envergonhar a pobre criança?
Seu legado foi tão doce e agradável.
Até com os anjos ele voou.
A luta é grande, pois é muito difícil
Chegar à altura do bom menino.
Eu? Eu sou vil !
Escassez não é ausência!
Sou feliz, mas não vivo de quimeras.
Não vendo a ilusão de uma utópica esperança.
Sou cego para tua intenção mas enxergo profundamente o que sentes no presente...
Afinal, quem engana e consegue ficar feliz?...
...Será que o mentiroso sabia um fato engraçado sobre o enganado?...
... que ele sente piedade...
...E te observa partir,...
...Enganado,... Mas sentindo paz e felicidade...
...E voltando para sua realidade paralela de amor, para raciocinar, e planejar a próxima aventura...
... Você consegue se livrar do seu mal?...
Respeita toda existência,... Por favor.
Sou cego para tua intenção mas enxergo profundamente o que sentes através da sua fala...
Afinal, quem me engana com segunda intenção consegue sentir-se verdadeiramente feliz?... Ou o terror óbvio que habita no coração do mentiroso já aponta o destino que a ele é reservado?
...Será que o mentiroso sabe esse fato engraçado sobre o enganado: _Ele sente piedade em observar-te mentir...
... Se sente aliviado ao te ver ir embora e ter a sensação de se libertar do convívio com um manipulador com preço e sem valor.
... Será que a mente cheia de segunda intenção consegue se livrar do próprio veneno que destila?... Ou apenas colhe o que planta em vida? Será essa conduta inconsciente?
Ter empatia é aprender a respeitar toda forma de existência se colocando na posição do outro,...
Não somos todos iguais.
Minha máscara não sou eu, é apenas um reflexo seu.
Muitos calam para observar e com instinto de sobrevivente novos caminhos silenciosos trilhar.
Sou uma casa sem paredes. Não enxergas nada, mas existo.
Sou uma história em branco. Sem passado, e um presente que versa angústias do futuro que sangro.
Sou o grito mudo, sem eco e sem rumo, da escuridão que me alimento, onde a dor vira cimento.
Sou como a pena que descai o semblante.
De súbito, te afogo em um afago.
Quem poderia amar mais que um homem que beija teu ventre?
Carta Aberta aos Filósofos,
Sou um vivente e sobrevivente da filosofia. Ela me escolheu antes mesmo que eu pudesse escolher.
Observo o apelo comercial de muitos que se dizem filósofos, comprometidos com as engrenagens do capitalismo, vendendo o mundo ideal enquanto contribuem para a alienação das pessoas. Isso se parece mais com a dança da fogueira do que com a atitude do filósofo, que deveria ser, por essência, inconformado com a alienação.
A dança da fogueira sempre existiu. Mas ao invés de libertar, muitos preferem entreter os prisioneiros, vendendo sombras como se fossem luz. A inconsciência é individual, mas toda consciência é coletiva. E a exploração, a indiferença e as ilusões fabricadas pelo mercado sempre serão revisitadas, seja pela dor, seja pela história.
Este é um lembrete de que nossa vida é finita e, nesse intervalo, não podemos nos confundir entre o essencial e o perecível. Entre a verdade e a conveniência. Entre justiça e lucro.
Não desejo ferir egos, até porque desconheço o senso de self.
O que importa não é o que nos beneficia, mas o que é justo.
Estou seguro do que sou e to feliz com minha companhia, então qualquer sofrimento vou vivendo sem medo, sei que é passageiro e transbordo tudo dele, literalmente, em poesia.
Eu sou todo poesia. Você meias palavras.
No silencio do olhar estão teus versos, que me inspiro. E dão sentido pra todas as serenatas.
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