Sou Besta com a Falsidade de uns
Hoje me pergunto quem sou eu, que está sempre em linha tênue, sempre sem ao menos saber Quem sou, mesmo vivendo a grandiosidade da minha honestidade,e meu coração que não sabe ferir,e por isso se divide em gostar de solidão, e cansar dela muitas vezes, isso é tão valioso e destrutivo ao mesmo tempo
"sou um livro aberto, em busca de vida, por isso algumas páginas estão em branco..."
Pedrina p. Abreu
"sou um livro aberto, em busca de vida, por isso não falta conteúdo diário e algumas páginas estão em branco..."
você se acha demais! Não queridos eu não me acho,eu sei o que sou,sei bem das minhas qualidades, porém se você me conhecer, verá que não sou escrava da minha capacidade para me achar melhor que os outros,e não sou escrava do julgamento alheio para me achar pior.
Eu já fui mais rica do que imagina,mas larguei tudo pra ser mais humilde do que sonhei,e porque sou mais inteligente do que você consegue admitir
Sou Lápis que pinta, instrumento que rabisca...Sou papel no qual se escreve,
folha que às vezes se risca...Sou letra que não se mede, palavra que às vezes arrisca...
Sou frase que choca, verdade que intimida...
Sou texto que se move, ideia que dá Vida...
Se sou coração, sou retrato,
Sou o próprio público que faço...
Sou rei no meu domínio,
Súdito no meu reinado...
Sou luz que singra no espaço,
Sou estrela brilhante, sou astro...
Sou dos muros o concreto,
Das nuvens o asfalto...
Sou circo, criança ou palhaço,
Sou o próprio riso que ressalto...
Sou a noite que cai, em úmido orvalho,
Sou brisa, perfume e olfato...
Sou movimento guardado,
Em sonho relicário...
Sou o canto calado,
Sou silêncio, sou aplauso...
Da vida não guardo segredos,
Sou tristeza que anda, alegria que convida...
Sou caminho, sou balança,
Encontro e despedida...
Sou lágrima que derrama,
Chuva que não exita...
Para uns sou afronte, para outros vida,
Para uns o nada, para outros o tudo que analisa...
Nem sempre sou flecha que acerta,
Água que inunda...
Sou pena leve que flutua,
Pedra que às vezes afunda...
Sou voz que cala, vento que murmura,
Sou do chão o pó, o mesmo pó que fagulha, sou o erro que tropeça,
A fé que no mundo mergulha...
Essa sou eu
Eu sou ela.
Às vezes me vejo e não a reconheço em mim e nem nos outros.
Sou múltiplas e uma só.
Há um conflito do que sou, de quem desejo ser, do que nunca fui ou gostaria e do que serei (a partir de minhas escolhas ou para onde a maré das circunstâncias me levar).
A mim, cabe viver o eu de agora. Perdoando e acolhendo a mim mesma, na alegria e na tristeza, nas frustrações e realizações…
As derrotas, acolho-as também. Acolho tudo. Cada coisa, menor ou maior, boa ou ruim, sedimenta quem sou e quem serei.
Vivo em mim agora. Depois, talvez.
Quem sou eu para escrever o que escrevo?
Escrevo há vinte anos. Para jornais, para sites, para quem quiser ler.
Há quinze anos, vivenciei a prática: atuei em associações culturais, comunitárias, presidi grêmio estudantil, estive em movimentos sociais — inclusive na luta LGBT — e comuniquei, com voz firme, em rádio comunitária.
Trago na pele e na palavra a marca das experiências políticas e ideológicas que atravessam minha existência desde sempre.
Tenho 38 anos de vida. E esta é, talvez, minha maior formação.
Sou inquieto. Busco, pesquiso, observo, anoto.
Gosto do que é difícil de compreender — não por vaidade, mas por necessidade. Porque há beleza no que exige mais da mente e do sentir.
Não temo a sombra: ela é natural.
Não fujo do vazio ou do silêncio: convivo com eles. E sei que são territórios que só os corajosos atravessam sem desviar os olhos do espelho.
O que escrevo nasce disso tudo.
Da coragem de pensar.
Do risco de sentir.
Da ousadia de encarar o que muitos evitam.
Sou um homem assumidamente romântico, que em tempos modernos é visto como bregua, onde há pessoas que tem o coração amargo, por não ter a coragem viver o Amor Verdadeiro.
"Eu sou seu mi lady, eu a protegerei e darei minha vida pela sua caso precisar, juro por tudo que coexiste de mais Sagrado. E eu prometo que farei um lar digno e uma mesa digna a nossos filhos, como tambem nunca farei nada a você que possa lhe trazer desonra mais sim a glória. E que as estrelas sejam minha testemunha."
O DIREITO
Eu tive a liberdade de escolher o que eu quero, mas o Direito decidiu que eu sou a escolha dele!
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