Sou Besta com a Falsidade de uns
Não, eu não preciso ser salva.
Sou a minha própria salvação.
Não, não sou refém!
Não sirvo a ninguém!
Nasci livre, criei asas, quebrei minhas correntes.
- Marcela Lobato
Sou a luz e a sombra
O bem e o mal
A união de todas as coisas
O caos e a paz
Sou o infinito de um universo
Finito em sua limitação
Em um mundo de prisões e correntes
Me jogo no mais profundo dos abismos
Para encontrar a libertação
Do caos, renasço em fogo e sangue
Trocando de pele como uma serpente
Mas mesmo que a essência se mantenha
Eu já não sou a mesma
Caminhando na escuridão da noite
Não aceito as algemas do carcereiro
E quando for o momento
Sairei do meu próprio jeito
Com a cabeça erguida
Por jamais ter sido submissa
E muito menos subordinada a todo esse teatro
A essa peça de marionetes mal acabadas.
- Marcela Lobato
Sou um ser que não me aventuro,
mas carrego oceanos de energia por dentro.
Não salto de pontes, nem me lanço ao acaso,
meu risco é silencioso,
é vibrar intenso em um mundo que anda disperso.
Sou estrada que parece reta,
mas por dentro sou corrente elétrica contida.
Não me aventuro por medo do abismo,
e sim porque aprendi que energia profunda
não se desperdiça com qualquer tomada.
Há quem viaje o mundo inteiro;
eu viajo frequências.
Há quem escale montanhas;
eu elevo atmosferas.
E, ainda assim,
sou inteiro tempestade,
não de caos,
mas de força concentrada
Na verdade, sou um paladino do invisível.
Um romântico que ainda caminha de armadura leve, não de ferro, mas de esperança.
Carrego no peito não uma espada,
mas a coragem de sentir.
Acredito no amor como quem acredita no nascer do sol:
mesmo depois da noite mais escura, ele volta.
Sou desses que ainda escrevem versos no silêncio,
que veem eternidade em um olhar sincero
e que entendem que a vida não é batalha para ser vencida,
mas jardim para ser cuidado.
Sim, sou um paladino,
não dos castelos de pedra,
mas dos sentimentos verdadeiros.
E enquanto muitos desacreditam,
eu permaneço,
porque quem ainda acredita no amor
já venceu metade da guerra.
Eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais querer contemplar que tentar entender, eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais solitude que solidão; a verdade é que eu tento entender o que eu sou ou não sou, o que penso que sei, e a verdade do que sou ou do que sei ou do que penso, as respostas pra tudo isso são de nenhuma significância, nenhuma relevância, todas as conjecturas compõem esta existência, esta vida. Eu olho o mar a engolir todas as minhas ansiedades; e a cuspir a minha arrogância, zombando dos meus marasmos com toda essa imensidão profícua e infinita generosidade divina, que acolhe a minúscula jangada e sopra sua vela com a suavidade de sua brisa propondo retorno e reencontros... os pescadores catam seus apetrechos com a satisfação de amplos sorrisos por pesca satisfatória; são nobres dentro de suas roupas rotas, consumidas pelo sol e pelo sal. Retorno à minha introspecção sob a poeira da estrada e as cores fubentas de um final de tarde gris; ao longe a cerca de marmelo que delimita o meu mundo, uma meia-água que guarda a minha verdade e "mofo" o jumento, a zurrar a monotonia e "quebra-queixo" a alarmar suas infinitas suspeitas fiel e leal com seu latir e ganir. Zuíla é silenciosa, mas eu sei que tem todas as respostas para as minhas introspecções, abraços para as minhas ansiedades, tem o mar nos olhos com a mesma imensidão do atlântico, que acolhe a jangada e gratifica os pescadores; e tem uma barriga proeminente que cresce a cada dia, onde germina a promessa de novas introspecções, outras conjecturas oceanos e imensidões para este meu espirito de pescador.
Eu sou a vida dentro desse corpo;
Corpo dentro do planeta;
Planeta dentro do universo;
Universo dentro da vida;
Vida dentro desse corpo.
Tudo se conecta, de dentro para fora e de fora para dentro, como um ciclo que nunca termina, onde cada parte está dentro da outra, criando o equilíbrio que me faz ser quem sou.
Eu já passei por tantas coisas nessa vida, que alguns dizem que eu sou forte, ou algo assim, mas todo Homem tem pelo menos duas fraquezas.
Mulheres sérias, inteligentes, ponderadas e focadas em seus objetivos são uma de minhas fraquezas.
Chega uma fase da vida que você precisa se encontrar com você mesmo e perguntar que sou eu Agora o que quero para meu futuro, e resgnificar sua vida
Eu sou o espaço, a imensidão que sustenta o que aconteceu, e ele é o impacto que mudou tudo de lugar. A colisão só acontece porque a dimensão permitiu, mas, depois do choque, a dimensão nunca mais volta a ser a mesma — ela fica marcada pelo rastro do que passou.
"Eu sou a dimensão imensa,
Ele, a colisão que me invade.
No rastro dessa entrega intensa,
O que era fogo... hoje é saudade."
Data 13/03/26
Me sinto importante quando ponho sigla nas coisas.
MSI, QPSC.
O outro não precisa entender,
sou dinâmico, tô por dentro, e VSFdê.
Essa sou eu!
Alguém me disse que eu mimava demais uma aluna de 8 anos, autista.
Respondi: “Você não sabe o quanto é bom mimar e ser mimada!”
Duas semanas depois, lembrei que essa pessoa havia perdido a mãe aos 10 anos e foi viver com parentes.
Pronto. Perdi o chão. Até hoje peço a Deus que me perdoe, caso a tenha feito sofrer…
E pretendo me desculpar com ela pelo que falei.
Entendo que, às vezes, quem critica algo bom é justamente quem nunca pôde vivenciar isso.
E sei que não somos culpados pelo passado,
mas somos responsáveis pelo futuro —
e o futuro é construído agora, no presente,
com boas e novas atitudes.
Não é porque alguém sofreu no passado
que precisa viver eternamente frio, egoísta,
espalhando dor e destruindo sonhos,
preso num ciclo que só se autoflagela.
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