Sou Besta com a Falsidade de uns

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Sou a pessoa mais feliz do mundo quando me dizes "oi" ou me sorris, porque sei que, ainda que tenha sido só por um segundo, pensaste em mim.

Sou mesmo SEM VERGONHA...não tenho de vergonha de amar...não tenho vergonha de chorar...não tenho vergonha de errar....não tenho vergonha de brincar...NÃO TENHO VERGONHA DE SER FELIZ !!!

me sinto extra especial em saber que sou sua inspiração rs, serio mesmo, estou ficando muitooo convencida

Não se engane nunca com minha alegria...

Você não imagina quantas lágrimas sou
capaz de esconder atrás de um sorriso...

Adoro passear no céu...

Sou amante das noites enluaradas,
_ é quando saio para pescar estrelas.

Criticas não me abalam,
Elogios não me elevam,
Sou o que sou,
Não o que dizem.

Hoje eu sou livre! não me refiro relacionamento,eu Sou livre porque me livrei dos meus medos e culpas, Porque me perdoei por não ser perfeita e parei de cobrar isso de mim.

Eu sou uma mistura.De fofura e amor com o macabro e a tristeza. Sou apenas mais uma alma que vaga procurando o seu lugar.

Talvez eu sou só uma menininha se apaixonando por um grande homem.

Cada vez que conheço mais o mundo e as pessoas que vivem nele, penso o quanto sou sortuda por ter um lugar pra chamar de casa e pessoas simples e felizes pra admirar. Referência é tudo.

Eu sou uma sobrevivente. Desde muito nova, desde antes de nascer enfrentei inúmeras tribulações. Mais velha, pensei em desistir. Pensei sim, pensei mesmo, não me envergonho. Quantos não pensaram? E quantos ainda não pensam? Mas, de alguma forma, eu sobrevivi. Eu resisti, mesmo sem forças. Mesmo quando aparentemente o mundo não precisava de mim. Hoje ele precisa, porque eu sobrevivi. Hoje eu resgato uns poucos com minhas palavras, mas já fui vítima das palavras duras, dos pensamentos duros, dos sentimentos ainda mais duros de quem destrói por não ser inteiro. Eu fui vítima da palavra da moda, quando ainda ninguém se dava conta do que ela era, exatamente. Eu fui vítima do bullying. Fui vítima da mídia, fui vítima da sociedade, vítima de colegas, de “amigos”, e me tornei vítima de mim mesma. Como se eu merecesse tudo de ruim que as pessoas diziam, como se a moda estivesse certa em dizer que eu estava errada. Como se estar acima do peso (existe mesmo um peso certo?), como se ter um cabelo rebelde, como se ser tímida, ser protestante e ter propósitos de vida que, muitas vezes, vão de encontro com a sociedade autojulgada normal fosse anormal. Como se eu fosse digna de pena. Como se eu não tivesse motivos para acreditar em mim mesma, como se eu precisasse me moldar pra me encaixar. Ainda assim, eu sobrevivi. Sobrevivi porque ninguém é melhor do que eu. Sobrevivi porque não há um padrão a seguir. Sobrevivi porque me desnudei de toda a carcaça sobrecarregada da ignorância alheia. Porque aprendi que não há ninguém melhor do que eu mesma pra me amar, me entender e me aceitar. Sobrevivi porque quebrei os rótulos e, mais do que tudo, porque fiz questão de fugir do padrão. Fiz questão de ser eu mesma, original, única, em uma sociedade que só prega a tolerância à diferença na teoria. Resisti porque eu posso muito mais do que os julgadores são capazes de imaginar. Porque eu sim quero fazer a diferença. E graças a toda essa história, de alguma maneira, eu posso fazer diferença. Graças a toda dor eu entendi o quanto sou forte, mais do que aqueles que só apontam o dedo. Eu sobrevivi e descobri que até posso me abalar, mas não quebro.

Não sou um formador de opinião.
Tenho apenas ponto de vista distinto da maioria.
Se todos questionassem um pouco mais a vida, talvez não houvesse tanta hipocrisia e falsidade.

“Desculpa meu bem, mas eu nunca foi boa em sorrisos forçados, sou melhor nas gargalhadas.”

—By Coelhinha

Sou o teu calor
teu suspiro
tua voz
teu pensamento...

Sou o teu rancor
teu vampiro
teu algoz
teu sofrimento...

Te sustento
te alimento
te fragmento...

Quem sou eu?

mel - ((*_*))

“ Eu não sou fácil de conviver. Eu deveria ter avisado ne? Não tenho costume de me calar. Na verdade tenho a boca enorme (exceto o coração) que por sinal é maior ainda. Falo o que devo e até o que não devo também . Sou chata, encho o saco, Odeio cobranças não cobro de ninguém e se quero ou quando quero faço, não fique na minha cabeça achando que por ficar como um tica tac de um relógio vou correndo atender a Vossa Excelência [...] e desaforo? Sempre devolvo e se não consigo por respeito? Deixo ela na esquina, mais não levo pra casa. Meus defeitos são mais que vrtudes.... (virtudes tenho poucos mais o suficiente pra me fazer ser querida, respeitada e amada),já os defeitos? Vai anotando pra que não se te escape nenhum. O maior deles é meu mau humor. Ele não tem hora. Posso estar um doce agora como apimentada em questão de segundos. Sou perceptiva, possessiva, vingativa, persuasiva, ciumenta, perfeccionista, mimada, implicante e irritante… muito irritante. Paciência?!...ai tadinha de mim ganhei em dose miníma como um frasco de perfume francês… Ah! ia esquecendo de mencionar que sou espaçosa e turrona. Se eu disser que sim, é sim. Se eu disser que não, preste atenção. Não responsabilizo por meu atos. Você vai se surpreender com cada atitude impulsiva."

—By Coelhinha

Minha casa é muito mais que,
portas e janelas ou
telhados....
Porque eu não sou de onde venho,
não sou de onde eu moro,
eu sou onde eu amo,
eu sou da vida,
eu sou do mundo,
eu sou livre,
eu vejo,
e,
tudo o que eu olho,
é meu....

...

Estou juntando os cacos, mas como não sou a unica no mundo... Juntarei orgulhosamente, afinal, isso ainda servirá de exemplo.

Eu não sei na verdade quem eu sou, já tentei calcular o meu valor, mas sempre encontro sorriso e o meu paraíso é onde estou, porque a gente é desse jeito? criando conceitos pra tudo que restou...
(Eu não sei na verdade quem eu sou)

Sim, sou eu, eu mesmo, tal qual resultei de tudo,
Espécie de acessório ou sobresselente próprio,
Arredores irregulares da minha emoção sincera,
Sou eu aqui em mim, sou eu.
Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou.
Quanto quis, quanto não quis, tudo isso me forma.
Quanto amei ou deixei de amar é a mesma saudade em mim.
E ao mesmo tempo, a impressão, um pouco inconsequente,
Como de um sonho formado sobre realidades mistas,
De me ter deixado, a mim, num banco de carro eléctrico,
Para ser encontrado pelo acaso de quem se lhe ir sentar em cima.
E, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco longínqua,
Como de um sonho que se quer lembrar na penumbra a que se acorda,
De haver melhor em mim do que eu.
Sim, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco dolorosa,
Como de um acordar sem sonhos para um dia de muitos credores,
De haver falhado tudo como tropeçar no capacho,
De haver embrulhado tudo como a mala sem as escovas,
De haver substituído qualquer coisa a mim algures na vida.
Baste! É a impressão um tanto ou quanto metafísica,
Como o sol pela última vez sobre a janela da casa a abandonar,
De que mais vale ser criança que querer compreender o mundo —
A impressão de pão com manteiga e brinquedos,
De um grande sossego sem Jardins de Prosérpina,
De uma boa vontade para com a vida encostada de testa à janela,
Num ver chover com som lá fora
E não as lágrimas mortas de custar a engolir.
Baste, sim baste! Sou eu mesmo, o trocado,
O emissário sem carta nem credenciais,
O palhaço sem riso, o bobo com o grande fato de outro,
A quem tinem as campainhas da cabeça
Como chocalhos pequenos de uma servidão em cima.
Sou eu mesmo, a charada sincopada
Que ninguém da roda decifra nos serões de província.
Sou eu mesmo, que remédio!...

Fernando Pessoa

Nota: Versão adaptada de poema de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa

A inveja não chega até mim. Sei que sou melhor que isso. Isso é um sentimento ruim, que não faz parte de mim.