Sou Besta com a Falsidade de uns
Waifus
Pensamento em décadas
Em anos sou talhada
Por você, meu Mar
Que sempre está disposto a arrebatar
Mas luto pelo seu acalento
Castigando a mente
Gata que sente
Amar é fácil
Mas sempre cansativo
Cat que ronronando me cativa
De todas as profanas coisas que eu penso
Sempre me lembro
Das duas musas do meu ser
Aquelas que de todo o corpo decorei
E que já me arrepiei
Só de saber que o bom dia poderia vim em uma pintura
Afinal, a forma sempre
Era um quadro
E eu como uma mera
Poetisa
Medindo o amor
A dor
A raiva
Por ser tão subitamente
Castigada pensando nelas
Como um dia eu disse:
Em um lago as vi
E me perdi em...
Vocês.
Crio inimigos apenas por existir
Tudo bem não gostar de mim, você é ridículo e medíocre e eu sou a porra do ponto fora da curva
Jamais se compare a mim
Ler bons livros ou mesmo o mais clichê deles nos aproxima mais do entendimento , mas somente se soubermos interpretar as pessoas a nossa volta , só então saberemos interpretar o mundo dentro e fora dos livros .
Guerreiro destemido dá a vida por sua Rapunzel presa na torre: "Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas" (João 10:11)
Sou e Estou
Quando enxergar além do extremo,
O quê Eu Sou.
E contemplar com volúpia,
Naquilo que Estou, então entenderá.
Não sou muito bom em matemática, mas sei, se a gente cair 9 vezes e levantar 10, chegaremos a um resultado positivo.
QUEM É NILO DEYSON MONTEIRO PESSANHA
Sou coisa alguma, apenas causo uma interrogação em seu conceito de primeira impressão, sendo eu muitos em mim e todos se assentam à mesa comigo; posso ser tudo que você gosta e dominar tudo que você não tolera. " Um dia fiz poeira na sua ..."
Ao que serei amanhã, um adeus ao que sou agora, eterna incógnita, flexível eclético livre...
FILÓSOFO NILO DEYSON MONTEIRO PESSANHA
...E eu, quem sou?
Pra onde vou, porque restou de um grande amor, tamanho horror?
Sim meu senhor, não sou ninguém, sou nada além, de um perdedor.
Por onde vou, porque sangrou meu coração, por tal lembrança, por esta herança de solidão?
Não sei dizer, se sou o amor, quem sabe a dor, de maquinar, a ilusão.
E eu, quem sou?
Deitado aqui, nas folhas secas, em frente o lago, sentindo frio.
Serpente escura, anjo de luz, fagulha e cruz, um arrepio.
Por quantos sou, se sou por quem, sou nada além, do ar sem som.
Planejo ver, me ouço ler, começo a ir, convoco o dom.
A brisa grita, meu olho irrita, me faz chorar, meu céu se esconde, a alma invade,
meu caminhar.
E eu, quem sou?
Sou vida e morte, a sina, o corte, ferida aberta, a maldição.
Conciso e seco, repleto e oco, refém do medo, do coração.
Refaço o mapa, revejo as falas, a conclusão!
Foi planejado! Fui rabiscado, e não nascido, fui iludido pensando ser... Sofreguidão.
Sei que posso parecer, bobo ou fora do contesto. Mais eu sou assim porque eu te amo. sei que n posso ser o príncipe que vc sonhava ou esperava, mais juro que esse mero plebeu pode fazer vc feliz...
Sou a prova viva da eficiência do pensamento de meu pai: "diga-me o tamanho dos teus desejos e te direi o tamanho do teu sofrimento"
Sou eu mesmo sonho.
Meu sorriso é segredo, de guardar do que o medo me prende no enredo e o calar desespero. Doem as marcas das falhas, grito calada, suspiro por nada.
Amor quem me diz? Se sou infeliz! O passado me cobra a dívida alheia, me culpa e me aponta o dedo na cara, me xinga, me humilha, me faz de palhaça.
Nascer ou passar, não sei mais pra que! A vida é madrasta, me cospe o medo, me faz pesadelo. Caminhos sem volta, as trilhas da morte, me dizem tem sorte de estar na história. História de quem? Caminho pra onde? Tem volta chegada? Ou mais gargalhadas? Sorrisos maldosos! Ninguém me responde, todos querem me ouvir, pois grito bem alto: Eu quero sorrir, eu quero entender me deixem andar, me deixem cair, me mostrem os erros, me deixem viver!
Criança tão grande, mulher infantil, tem medo de gente, seu nome é sutil, fraqueza que a mostra o quanto é forte, pra chorar e sorrir sem temer a morte.
Os anos se passam as voltas da vida, os rumos tomados, caminho escolhido, destino ou escolhas, veredas e ventos, quer seja o nome, destino ou estrada, da vida que tratam, a vida relata, são todos os mesmos, em busca do nada.
No fim quem me diz quem vence quem perde, pra que tanta marra, pra que tanta espera, o sopro tem pressa, a vela se apaga, o vento que sopra me mostra a verdade,
Sou tudo sou nada, depende de mim, depende da escolha, do certo do errado.
Sou filha do tempo, sou face do espelho, prevalecer é viver, desistir é dizer: Eu sou o desespero.
Se aqui ainda estou, algo me espera, sendo os galhos do trigo, ou as folhas da flor,
Não importa o espinho, não importa a dor, o caminho eu sigo, seja ele qual for.
As veredas são muitas, os sonhos maiores, o coração grita alto querendo vencer, o corpo desiste, o espírito implora, a alma persiste, viver e viver, não vá ainda embora, não quero morrer!
Posso não ser a pessoa que você sempre sonhou, mas acredite,
eu sou a pessoa que eu sempre quis ser.
Quando eu acho que sou crescido para certas coisas, ou para algumas opiniões de algumas pessoas, não é porque eu sou crescido demais pra elas. E que esse tempo que eu perderia me preocupando com coisas ou pessoas que eu acho que não tem nada a ver ou que não me acrescentam nada, eu quero crescer mais ainda.
Fragmentos 03/05/2012
Se me perguntam porque sou diferente, eu apenas viro e digo: Porque eu nunca queria ser como você!
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