Sou Besta com a Falsidade de uns
Era para ter
sido hoje,
mas começou
ontem mesmo:
uns deram
a conta de vinte
e cinco,
e outros
de oitenta
e três detidos,
Não importa
o saldo da conta
que sejam
um ou mil,
ela já está
muito cara;
já era hora
de ter parado
com isso,
não aceito
um arranhão
sequer mesmo
no mais
rebelde filho.
Fitas e máscaras
azuis para se
caracterizar
como parte da
Op. Liberdade
por um processo
de estabilidade,
Do futuro
só Deus sabe.
Censura a
dois canais
internacionais,
uma rádio,
Jornalistas
agredidos
e dezenas
de feridos;
Há jogos
de nervos
por todos
os lados,
Por mim pode
amanhecer
com o mesmo
Presidente,
só não pode
persistir
as mesmas
questões
não resolvidas.
Uma tanqueta
da GNB atropelou
manifestantes,
Não dá para
apática aplaudir
a barbárie,
Mesmo que eu
não seja ouvida,
Sou o dedo
na tua ferida;
Assim sigo
me queixando
pela prisão
da tropa
e do General
inocentes até
aonde não se
esgota a poesia.
A noite na Pátria do Condor
de fato sobre todos caiu,
muitos não se deram conta,
uns fingem que não sabem,
e outros que ninguém viu:
daqui a pouco teremos
mais de cem mil mortes
pelo COVID-19 aqui no Brasil,
O quê interessa é mais
adiante manter vozes silenciadas,
As nossas covas
estão sendo cavadas;
A noite na Pátria do Condor
de fato sobre todos caiu,
eleições três vezes adiada
na terra da filha de Bolívar
visivelmente sendo roubada,
frágil e brutalmente golpeada
pelo lítio no centro do jogo
a sua gente indígena foi
e continua sendo massacrada,
O quê interessa é mais
adiante dar espaços às novas caras,
As nossas covas
estão sendo cavadas;
A noite na Pátria do Condor
de fato sobre todos caiu,
não se tem mais notícias
da tropa, dos civis e do General,
há 140 dias os tribunais estão fechados,
passou a ser rotina
não saber e fingir que não viu.
Muitas vezes para uns
pode parecer bobagem,
mas preocupo-me
com o destino
de alguns dos generais
do meu hemisfério
porque de várias vidas
são importantes hastes
neste mundo que por
hábito colecionam desastres.
Lembro-me bem do General
que deste mundo que perdeu
a vida com companheiros
num piscar de olhos
nos céus da América Central,
à partir daí um soldado
se sentiu legitimado
à fazer de alvo um Quetzal,
parece até que tudo ocorreu
simetricamente arquitetado
para a infelicidade de todos.
Depois de todos estes anos
nunca na minha vida
pensei que assistiria
o anúncio do risco
de extinção de um Quetzal,
nesta noite não consigo
parar de lembrar
deste heróico General
que pelas existência
das matas da América Central
lutou com todas as forças até o final.
Enquanto puder falar vou fazendo
o recordatório e carregando
os versos de calvário sem fim
desta dolorosa noite que vem
sentando praça por toda
a América Latina,
o nosso caminho vem ficando
estreito a cada dia neste tempo
que entre nós pede oração,
mão estendida e toda a poesia
para uma tropa e um outro General
que continua preso injustamente,
e que desde março ninguém
tem mais notícia.
Cada tem falado
sempre uma
coisa diferente,
Uns dizem sim
e outros não,
Tudo tem feito
mal ao coração,...
O tempo está
correndo veloz
simplesmente,
E dele também
eu sou paciente:
Não se sabe de nada,
e só se lê
em desaparição
forçada,
Se dúvida de tudo,
e não mais se
acredita em nada.
O tempo está
correndo veloz
simplesmente,
E dele também
eu sou paciente:
Não se sabe
se a tropa e o General
preso injustamente
estão comendo,
Porque visitas
nenhum deles
estão recebendo.
O tempo está
correndo veloz
simplesmente,
E dele também
eu sou paciente:
Uns dizem que
o Comando do Sul
não vai atacar,
Só sei que no Império
não dá para confiar,
Porque deixou
o seu próprio povo
com COVID-19
_derretendo_
Não importa onde,
se o povo está sofrendo,
é ali que o meu
coração está doendo.
Eu não tenho vergonha de ser brasileira, eu tenho vergonha do que uns brasileiros fizeram com o Brasil. Infelizmente por de alguns ficaremos conhecidos como o povo que desperdiçou o melhor país do mundo.
Dizem que as urnas
não funcionaram
no primeiro turno,
uns até as filmaram,
eu não sei o quê irá
daqui para frente
conosco acontecer.
O povo mesmo que
não cedeu a sedução
passou por um
caminho apertado,
e os que caíram
na tentação do papo
estão arrependidos.
É triste ver que
tem gente que
não se permite
fazer o caminho
de volta porque
reduziu a sua
crença na vida
em viver da
aprovação alheia
só por achar que
pode fazer uma
plateia para
sempre satisfeita.
Você que gosta de
zombar com os
nervos alheios só
para aparentar
fazer parte de um
plano que nunca
te pertenceu,
é bom que saiba
que a vida cobra,
e que tens a total
a responsabilidade
de responder pela
democracia que
ajudou a esconder.
Quando o segundo
turno passar não
adianta querer
fingir que a mim
não provocou
e que a honra
de ninguém atingiu,
porque o quê
deveria ser falado
por causa da
sua baderna
foi impedido de
ser esclarecido,
e levará o país a
um destino maldito.
Sei de uns que aprontam
e adoram uma fofoca
porque não cresceram,
Depois ficam vendo
o Bicho-Papão debaixo
da cama e por toda a vida,
e fingindo que não percebi
apenas rio da cena divertida.
A paixão nacional muda
de nome dependendo da região,
Começou como Concertina,
uns chamam de Acordeona,
outros de Gaita e no Nordeste
é consagrada como Sanfona;
A verdade é que esta paixão
tem nome e se chama Acordeão
um instrumento que lembra
o meu coração sempre quando
você passa e põe ele no tom.
É de conhecimento
que tendemos a ter
rejeição automática
a palavra não,
e que uns desmotivam
de todas as maneiras
a nossa comunicação.
Quem perde a razão
é porque está vazio
ou fora de si mesmo,
e para não perder a razão
é preciso de autocontrole
e pleno conhecimento.
Lembre-se todos os dias
para que oportunistas
não confundam fatos
com discurso de ódio
é preciso ter propósito,
equilíbrio e comprovação
para nunca perder a razão.
O mau uso da palavra
é a demonstração que
você não tem nenhuma
sustentação e acredita
que gerar conflito irá
trazer para si a solução.
Para eliminar o discurso
de ódio é preciso sempre
aprender e ensinar
a lidar com os impulsos,
e conscientizar que cada
um de nós sem exceção
têm o poder de comunicação.
O discurso de ódio nunca vai
se acomodar bem em nenhum
lugar porque o ser humano
não nasceu feito para odiar:
onde há ódio tenha certeza
que a paz, o amor, a união,
e a liberdade jamais reinarão.
Uns chegaram a ver
e outros nunca,
O Lobisomem do Cemitério
pode reaparecer e nos surpreender,
Crer ou não crer
só cabe exclusivamente a você,
Eu mesma peço para não ocorrer.
Uns erroneamente
querem saber
quem entregou
o General que
nenhum crime cometeu,
Eu quero mesmo é
saber quem foi que
caluniou o General,
Manter uma pessoa
presa sem nada ter
como provar é crime;
O General segue
preso há dois
anos injustamente,
Muito trágico saber
que há quem pode
algo fazer em prol
da Justiça florescer,
mas por medo
prefere ficar calado.
O General segue
preso há dois
anos sem receber
nem ao menos
um direito decente,
Manter os ouvidos
os olhos e o coração
fechados aos fatos
é triste e indecente;
O General segue
preso sem ter
recebido o acesso
ao menos à uma
audiência preliminar.
Deus, não é possível
que ainda não há
quem nos escutem,
a indiferença é uma
das piores semeaduras.
Tronou-se um desejo
Que tem o teu nome!...
Para uns é um escândalo,
E para outros é singelo
Tal como um dia do Sol.
Estou em tuas mãos...,
Como uma delicada flor,
Eis um desejo secreto,
Um tormento severo,
Que só passa no teu colo,
Ele é o meu alento...
Embora, eu seja angélica,
Também sou carnal,
- devoradora
Como uma fera faminta,
Rezo que se consinta..
Estou em teu coração,
Sou chama que abrasa,
- e só aumenta
O meu nome é labareda,
A lascívia que te inunda,
Pedindo que eu te aqueça...
Boi de Reis
De casa em casa
na Epifania do Senhor,
seguimos os toques
do Boi de Reis,
Uns também chamam
de Reis de Boi,
Porque o Boi se junta
ao Reisado
em um momento
aguardado para ser
por nós celebrado.
Há Folguedos de Reis
ainda pelo Brasil
por todo o lado num
mundo que se esqueceu
que os Reis Magos
se chamavam Gaspar,
Melchior e Baltazar
e que a primeira
língua era o Menino
aprendeu era o arameu.
Lembremos da festa
que une a gente
da nossa amada terra
onde celebramos
o roubo do Boi,
a morte do Boi
e o Boi ressuscitado,
e que deixa uma boa
recordação no coração
de quem só pôde estar
até no meio da multidão
acreditando que pela
festa não será alcançado.
O Boi de Reis distribui
empolgação com
as cores e os toques
ainda até para quem
não acha que vai ser
capaz de ficar animado
com tudo o quê durante
o ano foi com muito
amor preparado,
É algo que não pode ser
explicado e que acontece
sempre que o Boi
se une ao nosso Reisado.
Não há mais como
apagar da nossa
memória que foi durante
o jogo de saias que
o seu olhar amoroso
cruzou com o meu,
E que pude perceber
o seu olhar brilhando
mais do que Ouro,
Para você eu digo sim,
porque você provoca
o melhor em mim.
Você me segurou com
delicadeza e cortesia
que até as catirinas
que estavam ao redor
perceberam o seu cuidado,
O seu perfume misterioso
que lembra algo de Mirra
ou Incenso desconhecido
ficou em mim grudado,
Percebi que você também
está muito apaixonado,
e que o amor está selado
como o Boi unido ao Reisado.
Luiza Mahin
Nascida da Costa da Mina,
uns dizem que provavelmente,
Presente em muitas
revoltas afirmativamente,
Incansável Luiza Mahin,
Mãe do Poeta Abolicionista
e de um legado também
importante para mim,
Só quero que me envolva
a minha mente no seu
turbante para eu ter um
pouco desta coragem possante.
Se não conseguem ficar em paz uns com os outros se deem trégua para convergir por tudo aquilo que é essencial. De trégua em trégua a paz acaba sendo conquistada.
I
Não existe tempo
para o amor,
Ele sempre chega
no seu próprio
tempo de amor;
Para uns como
um Ichiyo,
Florada julgada
como tardia
na Lua certa
no mundo da pressa.
Cerejeira tardia...
II
O amor vem,
e por ele coloco
as minhas duas
mãos no fogo;
A Lua absoluta
jamais nos trai,
Te garanto que
o amor vem,
Só quando for
para o seu bem.
Tardia cerejeira...
III
A formosura
da querida Lua
se confundiu
com a florada
da Jugatsuzakura,
E alguém disse
que eu é que
fiquei distraída
sonhando com você.
Cerejeiras tardias...
I
Dear Moon Poetry,
lá na ponte pênsil
do Bairro dos Lagos,
te dei uns beijos
e carinhosos abraços.
II
Dear Moon Poetry,
no Diamatina
ainda moram
os sonhos
de dançar na Lua
desde a época de menina.
A esquerda e uns da direita não perceberam que o jogo contra o nosso continente está muito pesado, e neste momento a mesquinhez causada pelo embate entre elas só irá nos afundar.
De tantos juros que este nosso Brasil já pagou da dívida externa, ao invés de uns e outros insistirem em picuinhas, todos juntos deveríamos nos unir para pedir o cancelamento da nossa dívida externa e de toda a nossa América Latina, precisamos sermos protegidos e cuidados, a nossa gente precisa viver e ter direito a realizar os sonhos!
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