Sou Apaixonada pelo meu Namorado
É que eu sou como menino
É verdade.
Talvez poucos me conhece.
Choro, meu olhos o pranto tece.
Pelo que mazelas, fraquezas e impurezas.
Tão calafrio, obras de sangue e sujeiras.
Minha alegria, sucumbida, perece.
Sou daquele que.
Ao beber uma água.
Logo a sede que transparece nos olhos.
Vejo a mesa farta do ocidente ao oriente.
Vejo a paz, toda criança sorridente.
A mulher pura, cheia de dispor e humildade.
O braço do homem, a honra a verdade.
Vejo a Terra vibrar, brotar com vigor.
Vejo todo levantar maléfico ofuscado.
Obsoleto, frustrado.
Porque o céu, o sol da verdade.
O Espírito de água viva.
O sal, o azeite purificado.
Quão céu elevado.
Criança essa sou.
O meu paraíso.
Que cabe 7 bilhões.
E mais, a natureza, as gerações.
A eternidade, contemplada por nações.
Sonho como criança.
Criança sou.
De tanta inocência.
Um ancião do esplendor, Senhor.
Giovane Silva Santos
Sou pobre, insistente e moro longe...
Pensei que não podia mudar minha condição,
meu pai , minha mãe , só falava em aflição,
isso já desde os tempos de vó e vô que era a mesma situação...
Era uma fartura de tudo, cê não tem noção não...
Fartava comida, sapato e até a vocação
Fartura até de roupa q era tudo emprestado,
E a casa era pequena cheia de menino, as parede de barro
até o piso fartava de ser encimentado,
Semianalfabetos que eram meu pai e minha mãe não tinham muita ambição,
Mas tinham esperança de futuro de ter um filho na escola de ter um mínimo de educação
E o lugar que eu morava era tão longe que nem carro passava,
andava a pé que parecia mil léguas pra chegar em qualquer canto,
sol a pino e só lamento que não adiantava o pranto,
Com fome, com sede, sem canto, só lamento e o pranto,
e não adiantava reclamar porque demorava mais um tanto...
Enfim minha mãe um dia se deu conta,
que eu tinha crescido um pouco
E que esqueceu da escola,
De tanto aperreio e sufoco,
Pergunta aqui e acolá, porque tão longe fui morar ?
Tem uma lá no morro,
vamos simbora matricular,
E começou uma nova saga,
De continuar aquela situação precária,
Também tinha fartura na escola,
Fartava merenda, giz e as vezes professor,
E fartava também o papel e o apagador,
E também quando chovia tinha sala de aula alagada,
Também tinha fartura de vento e até de água encanada,
Lembro do calor da sala,
O suor pingando na testa,
Mas mesmo assim era uma festa,
Porque tava na escola aprendendo pra mudar,
E daquela situação,
Eu conseguir melhorar...
Depois de já ter crescido,
Lembrando de meu passado,
Até o ensino médio eu não deixei de lado
Sempre em escolas públicas,
Vencendo os desafios,
Cheguei na faculdade pulando pedras e rios,
Na UFPE pousei com as cotas para desigualdade,
Para alunos de escola pública ter chance na equidade,
Vendo textos estranhos e longos com novos códigos e linguagens,
Percebo a dificuldade de permanecer na faculdade,
Aprendendo palavras novas e também novos conceitos,
Estratificação social aprendi nos textos de Ana Almeida que li e reli direito,
Que é um conceito sociológico da divisão social,
Quando a elite tem vantagens até em meio cultural,
Tem vantagens e privilégios na sua condição socioeconômica,
Dos cargos direcionados a faculdades e diplomas
Ao pobre só sobra a soma,
De tanta desigualdade,
Que ele vê com novidade as cotas da faculdade
Confesso a Professora Emília e aos colegas de sala,
Que não tenho vergonha nenhuma,
De minha história contada,
Porém digo uma coisa com muita convicção,
Se tivesse políticas públicas com boa vontade e ação,
O mundo seria melhor para o pobre e o negligenciado,
Ninguém ficaria de fora do mundo globalizado,
Não haveria tanta miséria nem gente fora da escola,
Mudaria o continente e quem sabe o rumo da história.
Agradeço a todos a escuta dessa prosa meio sem jeito,
Que começou com uma história, meio cheia de defeito
Mas que foi de boa intenção,
Nada disso foi invenção,
assino e termino aqui,
minha prosa com emoção!
Sou como criança
Choro mesmo.
Sinto sim.
Derramo meu coração ao Senhor.
Quando tentam deixar me sem esmo.
Não escondo do pai, o colo do amor.
A jornada que fadiga.
A caminhada que intriga.
Tantas barreiras construídas.
Mas a plenitude é daquele que contemplo.
Que abre portas e ninguém fecha.
Que fecha e ninguém abre.
Que inverte o maligno intento.
É no senhor que guardamos.
Pra ele eu entrego.
Revelo, confesso e me rendo.
Veja tua Seara, um povo sedento.
Na oração, na devoção.
No sincero coração.
Que acredita na tua bênção, na promessa, no milagre.
Sabemos de nossa plenitude.
És o Santo coração de Jesus, a única plena virtude.
Não é para mim, que use nos sim.
Para que o Senhor, glória, honre, transborde e consagre.
Giovane Silva Santos
Por favor, não sou um livro, mas pule o meu capítulo. Sei que leu bastante, mas o final não é bom, não insista em livro ruim. Julgar um livro pela capa é intuição.
Eu sou grata, muito grata a Deus, meu Pai celestial, por me agraciar com pequeninos detalhes, impactantes insights, prazerosos momentos, do meu cotidiano. Inclusive, por ser igual a um passarinho, sempre, acordando bem cedo, antes do alvorecer.
Meu nome é um delírio voraz
As vezes pluralidade dos versos
Momentos da inquietude caótica do meu ser
Sou desastre, destruição em cada linhas tortas
Desse mundo perverso
São entrelinhas vasta dessa imensidão chamada dor.
Na profundeza obscura do meu ser
Habitam angústias e desejos sem fim
Em busca de algo que eu possa conter
E dar um sentido ao que sou e ao que vim
Sou prática, gentil, leal e generosa. Gosto de ajudar os outros e fazer o que estiver ao meu alcance para tornar o mundo um lugar melhor. Sou capaz de ver o valor em cada pessoa. Tenho senso de humor, adoro rir e passar tempo fazendo coisas que amo. Tenho paixão pela vida, sou enérgica, a simplicidade me encanta, acredito em Deus e sei que tudo tem seu propósito. Minha jornada vem sendo repleta de desafios, mas também de grandes recompensas. Estou sempre procurando…algo novo, que prenda minha atenção, que me inspire e ensine coisas que nunca imaginei existir. Abraço novas experiências como se fosse uma criança. Sou transparente demais, assim seria impossível engana-lo, além de suas próprias ilusões. Se você não souber lidar com minha essência, me perdoe, ela brilha aos cegos de coração.
eu amo minha família serio, meu tio ele tem dois filhos ai um ficou em casa e o outro foi pra festa, ai a gente brincou falando “hmm sera que ele nao levou nenhuma menina pra casa???” ai ele falou “ah nao sei, mas quem tava la era um amigo dele” ai os meus primos zuaram “vish vai que ele beija ele”
ai meu tio falou “ pois beije, o uc nao é meu”
KWKSKWJDJWK DEMAIS
Já me disseram que eu estivestes presa em um mundo só meu. Que eu deverias acordar e enxergar as coisas de outra maneira. Que talvez não agora, mas um dia, me afundaria no poço da solidão. Mas não, eu não pretendo rastejar aos pés de ninguém, não pretendo ser do jeito que os outros esperam.
Sobre mim? Bom, vamos lá: para mim, ‘quem se define, se limita’! O meu único limite é a minha consciência. Sei quem sou, mas prefiro não ter uma opinião formada sobre mim. O fato é que o universo está em constante transformação e, nesse sentido, vou seguindo o fluxo.
Não sou dos dias de hoje e sim um visitante do passado, perdido no tempo e espaço do meu romantismo, que julguei atemporal, romantismo este quase finado, que sobrevive na busca de alguém possa enxergar e sentir, não minha face ou embalagem do meu corpo, mas a minha essência, a minha luz e sentir sim o meu amor.
Quem eu sou…?
Que tipo de filho de Deus eu sou? Será que eu realmente conheço o coração do meu Pai, ou apenas vivo à sombra do Seu nome? Será que já me acostumei tanto com Sua graça que já nem sinto mais o impacto dela? E se Deus me olhasse nos olhos agora... Ele enxergaria um filho que O ama ou alguém que só O procura quando precisa?
Que tipo de cristão eu sou? Será que Cristo realmente é o centro da minha vida, ou eu só O coloco onde me convém? Será que minha fé me transforma, ou só me conforta? E se um dia me tirassem tudo—minha igreja, minha Bíblia, minha liberdade de crer—será que ainda assim eu permaneceria firme? Ou será que minha fé depende mais do que eu tenho do que de quem Ele é?
Que tipo de pessoa eu sou? Será que minha palavra tem peso? Será que meu caráter tem profundidade? Será que sou alguém que as pessoas podem confiar… ou apenas alguém que fala bonito, mas vive raso? Quantas vezes eu disse que era alguém… mas minhas atitudes disseram o contrário?
Que tipo de brasileiro eu sou? Será que me importo com a verdade, ou só com a versão que me agrada? Será que luto por um país melhor, ou apenas espero que alguém resolva o que também é meu problema? E se um dia esse país quebrar de vez, será que eu terei sido parte da mudança… ou parte da indiferença?
E no fim, quando tudo se cala, quando ninguém mais me observa, quando só resta eu e Deus… quem eu sou? De verdade.
