Sou Apaixonada pelo meu Namorado
Eu sou uma coleção de diferentes 'eus' que coexistem em mim.Já me doei por inteira; agora me dou por fragmentos, e cada fragmento sou eu inteira.
Acho que sou ainda aquela menina
que vivia descalça e descabelada
Que gostava de tomar banho de chuva
Que se encantava com o simples
Vestida de sonhos e com esperança nos olhos .
O tempo passou e eu não aprendi a enxergar tanta maldade nesse mundo.
Ainda insisto em sonhar!
Deixe-me ir, porque eu não sou a mulher da sua vida.
Deixe-me ir, porque se a gente aceita essa verdade, tudo perfeitamente se explica.
Deixe-me ir, porque desde o começo você que sempre quis partir, e eu dizia: não, fica.
Deixe-me ir, porque você sempre soube que comigo não se casaria.
Porque você nunca nem dizia, você nem mesmo fazia, você nem mesmo o queria.
E foi assim, até o fim dos dias, o fim da nossa vida, e o começo da sua e da minha.
E sou assim , uma andarilha , de passos leves, espírito livre, vida serena , com o coração carregado de digitais, daqueles que encontro pela estrada. O amor que recebo me conduz, e sigo nessa jornada, dissipando as trevas, semeando a luz , cumprindo o meu destino, e não tenho medo do caminho, pois quem carrega amigos na alma, nunca caminha sozinho.
Não desisto de ser, para que sejas. Sou inteira, e se não és, chegou a hora de mudar. Quem se alimenta de metades alheias, nunca será completo, pleno, verdadeiro. Metade sempre será.
"Eu não sou aparência, sou essência e todo um sentir, e só quem me enxerga com os olhos do coração, um dia, quiçá, poderá me definir."
Mychele Magalhães Veloso
Sou ser vivo, pois respiro.
Respiro arte e amor, respiro honestidade e canção, sou ser vivo, pois sou leal, sou julgamento verdadeiro, sou um abraço caloroso num dia ruim sou leitura em um dia de chuva. Respiro, pois sou ser vivo, mas já não vejo sentido em respirar.
Sou apenas a imagem das minhas conquistas, serei pleno quando desvendar os segredos de dar tudo certo para todos.
@1Pensador
Já caí, me reergui.
Já fui ingênuo, hoje sou sagaz.
Já fui fúria, hoje sou calmo.
Já respeitei, hoje quero ser respeitado.
Já usaram e abusaram da minha boa vontade, hoje degustam da minha má vontade.
Hoje sou uma versão melhorada de min mesmo e amanhã serei melhor que hoje.
Sou feita de certezas, daquelas que entende que toda certeza se esvaece ao saber que muito de nada certo e fixo a vida tem. Porque todo nó, a força do tempo desata. Porém, tudo que o laço monta, a vida pode até desfazer, quando da hora se aponta, só que, da lembrança, nem tudo se pode esquecer. E das poucas certezas que se tem, sendo certo que as coisas se vão, certeza ainda melhor é do que fica dentro de nós, pois nem o saber do tempo consegue romper.
Sou feito de palavras,
mas não sou delas refém.
Falo, ensino, conduzo,
mas dentro de mim mora o silêncio
de quem aprendeu a sentir
nas brechas do tempo que falta.
Carrego o mundo no ombro,
as demandas, as metas,
as pessoas que confiam em mim
quando ninguém mais sabe o que fazer.
E ainda assim,
o que mais me pesa
são os afetos que escolhi guardar.
Os amigos poucos, raros,
quase lendas na minha rotina corrida
cabem nos dedos da mão.
E talvez por isso sejam tão imensos.
Não estão sempre comigo,
mas moram sempre em mim.
E se um deles dissesse que vai,
que escolhe outro caminho,
me doeria mais que qualquer cansaço
que cole na pele ao fim de um dia longo.
Sou comunicador, mas meu coração fala baixo.
Sou presença, mas sinto falta antes mesmo da ausência.
Sou movimento, mas minhas raízes são feitas
de quem eu não quero perder.
E se hoje escrevo,
é porque há sentimentos
que nem o homem mais ocupado do mundo
consegue deixar para depois.
No fundo, eu só queria que soubessem:
mesmo vivendo correndo,
a minha forma de amar
sempre chega.
Mesmo quando eu não chego.
Tô na lembrança esquecida,
na luz do olhar triste.
Sou a foto apagada,
a cicatriz curada na dor.
Tô no abraço distante,
perto, mas sem acalanto.
No amargo duvidoso,
misturado ao doce do fel,
desejando sempre o mel.
Tô por aí…
entre o perto e o distante,
em horizontes que se perdem,
onde nem a lembrança
conforta a ausência.
Tô por aí.
E se me perguntarem quem eu sou, eu diria que sou uma imensidão de infinitas coisas...
Posso ser a brisa que toca o seu rosto em uma manhã ensolarada de domingo. Como também posso ser o sol que aquece os seus dias frios e cinzentos. Como também posso ser aquela leva chuva que cai e te molha nas manhãs de primavera. Como também posso ser aquele vento suave das tardes de outono que chega sem avisar.
Sou uma multiplicidade de infinitas coisas e cada um tem de mim exatamente aquilo que cativou.
Sou aquela menina mulher que sonha com um homem romântico que não olhe apenas para o seu corpo, mas principalmente para o seu coração. Eu sonho em casar de frente pro mar ao pôr do sol e quero ter filhos me fazendo sentir a melhor mãe do mundo.
