Sou Apaixonada pelo meu Namorado
Eu sou sim a pessoa que some, que surta, que vai embora, que aparece do nada, que fica porque quer, que odeia a falta de oxigênio das obrigações...
“Eu sou toda essa junção de histórias e lembranças, de escolhas e consequências, de amores e decepções. Eu sou toda essa junção de idas e vindas, partidas e recomeços, retrocessos e superações. Eu sou tudo o que vivi, colhi e plantei. Eu sou tudo o que plantaram em mim, até mesmo aquilo que não reguei. Eu sou o cultivo, a saudade e a partida também. Eu sou toda essa junção de sorrisos, de arrependimentos e motivos para tentar outra vez. Eu sou o amor enrustido, falo “amar” fluentemente, e a minha mente salta quando há amor correspondido. Eu sou o ontem, o amanhã e o presente. Sou pretérito, (imperfeito), porém completamente consistente. Eu sou o amor em primeira pessoa, sou a cena não vista da reciprocidade. Eu procuro amor de verdade, quando na verdade, é o amor que me encontra escondido. Eu sou sentimentos na medida em que me permito sentir, e na proporção em que me permito sonhar. Eu sou a prosa presa à procura de um lar. Eu sou toda essa junção de atos, ante a tudo que me permiti juntar. E perante tanto desamor, eu me desarmei, e decidi amar.”
Nas horas vagas sou poetisa, comediante, atriz, cantora e chata. Eu vivo constantemente em um palco. Sou espectadora de mim mesma.
Sabem porque sou feliz? É que tenho uma filha que amo, uma família abençoada, poucos amigos mais este moram no meu coração, e o meu trabalho, por que amo o que faço. Respeito ao próximo, trato as pessoas como gostaria de ser tratado, aprendi uma coisa, gentileza gera gentileza.
Conflitos de uma baixa estima.
Eu sei amar!!
Alguém poderia me amar?
Sou uma boa mãe!!
Nasci pra ser mãe?
Tenho uma beleza única!!
Como posso ser tão feia?
Tenho competência para fazer o meu melhor!
Não consigo fazer nada direito?
Eu me amo por que mereço!
Eu não mereço ser amada?
Sou amiga daquilo que é verdadeiro. Acho lindo quem assume o que é. Sem máscaras. Acho lindo quem consegue sair na rua sem medo de SER.
Nunca tive a pretensão de esconder quem eu sou, ou melhor, minha personalidade. Ela não é das mais fáceis, confesso. Não faz meu tipo chamar todos de amigos, leva um certo tempo para adquirir "confiança", nunca espere de mim falar algo só para agradar se o que disser não for sincero. E por essas e outras que não sou rodeada de muitos ou popular. Meu jeito seletivo e reservado de ser tem uma parcela enorme nisso. Mas, se percebo que vale a pena, poderá contar com algumas qualidades minhas, entre elas, minha lealdade.
Sou assombrada pelos meus fantasmas, pelo que é mítico e fantástico – a vida é sobrenatural. E eu caminho em corda bamba até o limite de meu sonho. As vísceras torturadas pela voluptuosidade me guiam, fúria dos impulsos. Antes de me organizar tenho que me desorganizar internamente. Para experimentar o primeiro e passageiro estado primário de liberdade. Da liberdade de errar, cair e levantar-me.
Eu confio no poder do amor
Porque eu sinto o quanto você me ama
Eu sou tão grato, me sinto grato quando abro meus olhos todas as manhãs
Que tenho a sorte de ser assim, que tenho muitas pessoas que amo
Que posso fazer a música que quero
Por isso estou feliz!
Hoje sou uma mulher que passou por muitas situações adversas e mesmo assim sorri e venci!
Não, sou sou nem nunca fui aquela que sonha em ser princesa, príncipe encantado num cavalo branco aquela pessoa indefesa no alto de uma torre de castelo! Eu sempre quis ser livre, independente! Claro sou imprevisível, teimosa, batalhadora... Sendo assim eu que deveria ter a espada, aprendi a me defender tão bem que ninguém a vê!
Mas estou sempre aberta a aprender!
De um homem espero bem mais que dinheiro e um cavalo branco, principalmente hombridade e atitude, isso é pra poucos! Sorriso sempre no rosto como em um bom dia! Felicidade eu já tenho mas claro se puder complementar... Problemas tenho vários, mas sempre estou feliz isso me basta!
— Você é um idiota.
— Foi por isso que você não me ligou? Porque sou um idiota?
— Não. — Magnus caminhou em direção a ele. — Não liguei porque estou cansado de
você só me querer por perto quando precisa de alguma coisa. Estou cansado de assistir
enquanto você está apaixonado por outra pessoa... outra pessoa que, por acaso, nunca vai amá-
lo de volta. Não como eu amo.
— Você me ama?
— Seu Nephilim idiota — disse Magnus, pacientemente. — Por que outra razão eu estaria
aqui? Por que outra razão eu teria passado as últimas semanas consertando seus amigos
imbecis cada vez que se machucam? E o tirando de cada situação ridícula em que se mete?
Sem falar em estar te ajudando em uma batalha contra Valentim. E tudo de graça!
— Não tinha pensado por esse lado — admitiu Alec.
— Claro que não. Você nunca pensou por lado nenhum. — Os olhos felinos de Magnus
brilharam com raiva. — Tenho setecentos anos de idade, Alexander. Sei quando alguma coisa
não vai funcionar. Você sequer admite para os seus pais que eu existo.
Alec o encarou.
— Você tem setecentos anos?
— Bem — corrigiu-se Magnus —, oitocentos. Mas não aparento.
Ah!!!!!
Quantas suposições.
Seria mais fácil chegar até mim e perguntar.
Sou livro aberto pra quem sabe ler.
A questão é que nem todos tem fluência em Divês ...
Diva com orgulho!
O que você cogita,eu tenho certeza !
-Ele : Namora comigo?
- Ela : Sim!
- Ele : Mas eu sou feio...
- Ela : Mas eu procuro a felicidade, não a perfeição
Olá, esta sou eu
Imprudente e por vezes irresponsável
Mas bastante empática e amável
Agradeço a quem me desmereceu
Vivo a vida como se fosse o meu último dia
Pois que mal me faria?
Ter histórias bonitas para contar
Aproveitar e poder respirar
Ser feliz é muito mais que ser correta na versão alheia
Afinal das contas ainda me corre sangue na veia
Apenas um pouco de loucura, na medida certa
Serei eu louca por fazer o que quero quando a vontade aperta?
Se não estou a prejudicar
Bem posso de vez em quando passar a noite inteira a dançar
Esquecer as responsabilidades
Acreditem é das minhas melhores habilidades
Tudo na medida certa pode ser mágico e bonito
E todos os dias repito
A vida é uma maravilha
Como brilha
Esta vontade de viver e estar viva
Não pensar constantemente em planos e às vezes sabe bem agir de uma forma impulsiva
Mas que loucamente feliz sou eu
E o mérito de ser assim é todo meu
Obrigada a mim por rires sem motivos
Obrigada a mim por teres tão lindos objetivos
Obrigada a mim por nunca ter desistido
Mesmo depois de cair e milhares de erros ter cometido
Despeço-me com um sorriso sincero e louco
E espero que o poema vos tenha sabido a pouco
Às vezes sou pura arquitetura.
Cimento e concreto armado
Linhas duras, ângulos obtusos
Paralelas infinitas, pontos em fuga.
Às vezes sou janelas abertas.
Florida, estampada, esvoaçante
Iluminada. Deixo o vento me percorrer.
Às vezes sou bancos.
Inerte, vazia
Parada, imóvel, espera
Outono ou inverno.
E, às vezes, sou toda natureza.
Viva!
Não acredita em mim... Eu sou desleal. Eu amo algumas vezes. Só algumas vezes, e ninguém entenderia minhas caracteristicas. Não. Sou indeciso. Sou decidida. Sou loucura. Sou de tudo um pouco. E as vezes sou nada. Sou feita do amor. E nasci desprotegida de tudo que me cerca.
