Sou Apaixonada pelo meu Namorado

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Não é porque eu estou em casa que eu estou parada. Minha mente trabalha, minha alma cria e meu coração se reconstrói a cada frase.
A mulher que escreve sobre a vida entende que nem todos os capítulos são bons, mas ela é quem segura a caneta.
Minhas paredes guardam minha rotina, mas minhas palavras guardam minha essência. Sou muito mais do que o que os olhos veem; sou tudo aquilo que a minha alma ousa colocar no papel.
Minhas mãos cuidam do agora, mas minhas palavras constroem o amanhã. Escrever é deixar um rastro de luz na alma de quem ousa me ler.


SerLucia Reflexoes

Eu até tento ser uma pessoa paciente, mas as pessoas abusam do meu direito de ser educada.


SerLucia Reflexoes

Ser criativa é minha essência, ser amiga é minha escolha, mas ser braba é a garantia de que meu respeito vem primeiro.


SerLucia Reflexoes

Estou exausto de lutar contra uma guerra que acontece inteira dentro do meu quarto, sem que ninguém ouça um único tiro.


SerLucia Reflexoes

O seu problema é achar que o meu silêncio é aceitação, quando na verdade é apenas o luto pela consideração que eu tinha por você.


SerLucia Reflexoes

Fiz do meu próprio coração o meu lugar favorito no mundo.

'Deus sabe do meu coração' usam essa frase como escudo. Mas concerteza! Ele Sabe sim! E é por saber o que tem nele que a justiça Dele vem no tempo certo. O silêncio de Deus não é aprovação, é o tempo que Ele dá para a corda esticar.
A colheita não falha só porque você mudou o seu discurso. Se desfazer de alguém e deitar a cabeça no travesseiro achando que a conta não vem é o maior erro do hipócrita. Da justiça dos homens você até escapa com uma conversa bonita, mas com Deus não existe argumento falso.

Hoje meu coração está ferido.
Ferido por não ser notado por você.

Você, com esses olhos castanhos,
faz com que o amor que sinto
se torne infinito,
mesmo que não seja correspondido.

E ainda assim,
eu permaneço aqui,
sabendo que para você
eu sou apenas uma pessoa invisível.

— C.N⁠

Embalos de um sábado a noite em Araxá

Em meu estar presente nas ruas e nos lugares em que gostaria de estar tornou-se pouco comum, depois que fui apresentado e apaixonei-me. Tudo tornou-me a ter uma valor absorto entre tantos valores de ser e tempo e espaço,no confinamento de amar e poetar. Despido de qualquer quimera ideológica, me vejo um restício de gente seguindo rastros de saudades delirantes. Velhos amigos sinto falta, mas o tédio não faz morada e então me lembro de que tudo é relativo e vivo a poetar, sentado a beira do caminho, uma vida em desnorteio. Na rua de minha cidade sento-me em algum lugar no alto da avenida mais movimentada e badalada, tenho uma visão privilegiada, olhos de águia e cão farejador que a tudo cheira e investiga, e a denuncia não habitam em mim, não sou dedo duro, a isso eu esconjuro. A alma esta alerta a pouca distancia da rua e de seus desfechos em episódios feito nas telas de tramaturgia na TV . Aos meus olhos repousam na matéria a ser impressa são reduzidos pela efervescência da vida, ali dinamicamente humana , minha vida existência de ser um poeta em uma cidadezinha como Araxá em interior do vasto e rico estado de Minas Gerais. Olho,nas calçadas da avenida top dos fins de semana na cidade nos barzinhos mais badalados pela burguesia, nata araxaense, reina muitas vezes a podridão da discriminação social, já nem é mais racia a muito tempol deu lugar a social ,desde que se tenha dinheiro não importa muita coisa pra aquela gente hipócrita, uma burguesia incógnita que cada vez que mais se distancia dos pobres coitados e mais se sentem melhores . Passeiam enrriquietas as burguesinhas , estacionam perplexas , cabelinhos padronizados salto alto Luiz quinze, o rosto todo borrado, feito Pierrô retrocesso , em pingos de brilhos de meiguisse escondendo a fera que a por dentro delas em busca de fama e dinheiro dos otários que se acham ao melhorarem um pouquinho de vida, conseguindo um empreguinho melhor em alguma grande firma ou coisa e tal. Vejo casais de namorados abraçados felizes para os que vêem de fora e infelizes ao extremo por ele mesmos por viverem de aparência , em suas casas deixaram os filhos pequenos com as avós passando necessidades e saíram para festas de patricinhas que pagam muitas caixas de leite para matar a fome dos que ficaram em casa, isso tudo em nome da ostentação. Os que dirigem seus carrões novos zero quilômetros importados , muitas vezes devem muito mais que ganham a vida inteira, hipócrita bobeira. Uns matando aula com cadernos na mão e cigarrinho na outra logo absorvidos pela corrente humana da avenida . Carros em alta velocidade sem preocupar-se com a gasolida que esta em alto preço, so oque importa aos boyzinhos é impressionar as patricinhas doentes por aparências: marcas, motos , alto-padrão de qualidade, forte, barulho,exatidão,e vencedores é o que elas querem. A avenida é um contra-ponto de tudo dois mundos tão distantes e tão juntos igualmente imundos: o céu que é ilusóriamente céu e é na integra o inferno , e o inferno real que é retratado pela falta de tudo , até mesmo da dignidade humana. Homens e mulheres na captura de um final de semana, ciclistas em aceno de reconhecimento ou desejosos de serem reconhecidos por algum figurão da sociedade local e conseguir na segunda feira um horário pra entrevista de emprego. Cãezinhos bem tratados sob a tutela de madames cheirando forte aromas de mulheres velhas e vira-latas esses sim na maior farra , se lixando pra convenções . O mergulho no formigueiro humano lembra-me a poesia escrita, essa agora que agoniza nas etantes de bibliotecass e ninguém quer nem saber que elas existem quanto mais ler. Vez e outra ouço o garçon: mais dois chopes? Dois é claro! Tarde assim dia atípico final de semana movimentado em Araxá coisa inesperada inexplicável , mas é, e assim nasce mais um verso que tanto sonho em escrever , mas para que escrever versos , se ninguém aqui quer saber de outra coisa agora nessa tarde da madrugada, já são quase quatro da manha e só o que se tem são orvalhos , pingos em gotas caídas de graça do céu , a única coisa de graça nessa noite tão poética e sem nenhuma ternura da parte cidadã, é também esta poesia que entre tanta lama e podridão , fez-se um texto poético a que se retrata a verdadeira realidade de vivenciar os embalos de um sábado à noite em Araxá,só nos vem reforçar a efêmera fórmula milenar de que no meio do mais tenrro estrume dessa vida é que se nasce a mais refinada em encantos flor da poesia.

Eu amo meu amor. Sinto-me grato por ser agradecido. Sinto-me bem por ser quem percebe. A vida é um presente que me dei.

Livre
Quando eu estou desgostoso do mundo dos mortais, me refugio no meu mundo de abstrações e formas puras. Aí fico flutuando entre as nuvens e os outros anjos, esquentando as asas na luz azul, voando com os pássaros. Eu, tão lacônico e sintético, também posso alongar o verbo e falar, falar. Posso satisfazer o desejo insaciável de novidade, de vida, daqueles que não a conhecem. A tentação é ter piedade pela ignorância do mundo, quando só cabe a compaixão de reconhecer que eu dou valor aos que não se valorizam. Assim, amargo, só posso rir das trapalhadas, do mau hálito, a barba por fazer. Sinto simpatia pelos bajuladores e os violentos. Vejo a graciosidade dos mentirosos e sem educação. Os meus irmãos são os fracos, como eu, os que a hipocrisia impede que falem, aqueles que adoram o dinheiro. Só não tenho piedade pelos loucos, porque eles estão além de todos nós, viventes de um lugar em que existe a liberdade.

O que eu tenho a dizer todos sabem, é apenas o meu jeito de me expressar.

O meu repertório


Coisas vazias brilham ao sol.
Nulidades querem se destacar do nada.
O tempo procura mostrar sua existência, mesmo não sendo possível.
Os sentimentos fingem ter vida própria.
Essa é a casa dos ancestrais.

Fria noite


Caminho pela rua à noite. A luz mortiça se refletindo nas lajes. Ó meu querido papel que aceita tão docemente a minha mágoa, o que não encontramos na noite, lar do sonho e da imaginação? Enquanto abro caminho na névoa, os espectros tomam forma, passam por mim protegidos pela escuridão. O escuro contém algo que eu perdi, que não me deixa encontrar. Foi a luz do dia, a clareza e a certeza da compreensão. A certeza da morte ao final. O breu do meu sonho cria vagos lampejos de nebulosidades. Durmo e vivo num mundo em que não há memória, que não tem passado nem futuro, ele existe sem termos consciência. Não quero, não posso voltar, a noite me seduziu e me tomou como posse. Só quero imaginar e isso acontecerá.

O meu anjo é o Uriel.

Por mais que me ocupe você nao sai do meu pensamento, que é constante ao acordar ao dormir e durante o dia
O seu rosto parece que está a minha frente a todo momento e ja decorei seu sorriso que está marcado na minha memória como cicatriz
Eu não desisti ainda de te conquistar, um beijo seu é o que mais almejo
Só queria te encontrar e poder conversar contigo te conhecer mais um pouco e ter essa lembrança comigo
Você sabe que sou louca por você então não faz assim comigo e se entrega aos meus braços de uma vez...

Roube-me o ar
Toda a minha sensatez
Aprecie meus defeitos
Minha rara timidez
Misture-se ao meu corpo
Meu desejo de viver
Entorpeça meus sentidos
Transborde-me você.

E no meu coração ao invés de paz, a inquietação.

⁠É verdade
Hoje eu tô ácida
Preciso disso
Para equilibrar
O meu excesso de doçura
Ou a minha mania
De querer que a vida
Seja sempre
do sabor que eu gosto

Oi meu amor nessa madrugada ficou pesado demais para carregar sozinho. Passei as últimas horas tentando entender em que curva a gente se perdeu, ou em que momento deixamos de existir um para o outro, enquanto, para mim, você ainda é tão presente.
​Sabe, eu ainda guardo aquela promessa da nossa menina. Aquela imagem que você criou na minha cabeça, com o seu nariz e o seu olhar... ela foi o que me devolveu a vontade de acreditar em uma família, em um futuro de verdade.
​Mas você foi embora e parece que levou o mapa de volta. Eu me perdi exatamente onde você me deixou. Sinto como se estivesse parado naquele vazio, esperando que você me buscasse ou me devolvesse para mim mesmo. É difícil seguir quando uma parte de você ainda está ancorada em algo que já partiu.