Sou Apaixonada pelo meu Namorado

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A inclusão do meu apelido como sobrenome foi fruto de oração e discernimento, não de impulso ou desordem.

KAMORRA


Eu não amo meu sobrenome por vaidade.#11;
Eu amo porque ele me cobra.
E eu decidi sustentar.


Nesse nome eu coloquei meus valores.#11; Coloquei minha fé.#11;
Coloquei minha disciplina.#11;
Coloquei as noites em silêncio que ninguém viu.#11;
Coloquei a resistência de não me vender por afeto barato.


Kamorra, para mim, não é som.#11;
É postura.


Quando eu digo meu nome, eu lembro do homem que eu preciso ser para não manchá-lo.#11;
Não é sobre ego.#11;
É sobre responsabilidade.


Existem homens que carregam um sobrenome.#11;
E existem homens que transformam o sobrenome em bandeira.


Eu escolhi transformar.


Se um dia perguntarem quem foi Kamorra,#11; eu quero que a resposta não esteja no registro civil,#11; mas no caráter.


Porque nome forte não nasce forte.#11; Ele é honrado todos os dias.


— Marcos Kamorra#11; (Filosofia Kamorrista)

Meu nome não é só identidade, é cobrança.
Ele me lembra, todos os dias, que eu não posso viver de qualquer jeito.
Que minhas atitudes precisam estar à altura daquilo que eu digo ser.

Exploro A Natureza Com A Profundidade do Meu Olhar

Quero sempre poder sair para explorar a grandiosa natureza e descobrir novos lugares, observar atentamente paisagens belas e diferentes; atrativos peculiares — moldados pelas águas e pelo tempo.

Alguns dos muitos exemplares genuínos da arte de Deus — todos feitos com muito capricho entre terra e céus, rios e mares, fauna e flora, cavernas e grutas; distintas preciosidades que ainda perduram.

Que me trazem aquela sensação de aventura; renovam em mim aquele sentimento de liberdade; geram vitalidade de várias formas — não são apenas viagens e vão muito além do que os meus olhos exploram.

Há um ponto de convergência entre a lógica exata da IA e o meu pensamento crítico: vislumbra-se um amanhã onde a tecnologia e a essência humana finalmente falarão a mesma língua.
Reno Fioraso

Alguns sinais evidenciam o agouro do meu grito.
Som provido de ais neste engodo de hora que me abandona com os olhos perdidos no horizonte sem sentido.
Pingos de chuva...
Chuva de mim!

Enquanto não esgotar todas as possibilidades, vou continuar lutando pelo meu sonho.

Quero a eternidade agora


Minha alma e meu
espirito são duros e tem
mais densidade
que o metal
mais duro
mas meu
corpo
e minha
vida
são
mais
frágeis
que o cristal
mas fino.
essa contradição
é abismo,
duas coisas
que ao mesmo
tempo
a coexistir.
eu já chorei
mais que os
Oceanos do mundo
inteiro.
eu,
de quem eu nasci,
e quem nasceu de mim,
e todo o mundo é assim.
essa vida é um depois lamento
no momento.
tão frágil
eu quero não o eterno depois,
quero viver
o pra sempre
sem espera
quero o eterno agora.
que comece
já esta história
dar a minha alma
e meu espirito
o que tempo
não pode matar.
Deus eu não
quero morrer ,
sem antes te
conhecer
quero
começar
a eternidade
agora
com os
meus
e
com o senhor,
esse é meu
valor.

Meu amor,


É uma tortura não te ver. Se eu pudesse escolher um poder, se me fosse concedida essa escolha — por mais irreal que pareça — escolheria um que me permitisse vê-la sempre.


Você não sabe como são frias as noites de inverno. Tornam-se ainda mais sombrias quando estou longe de ti. Creio que poderia morrer de hipotermia até mesmo nos mais quentes dos invernos.


A saudade bate em meu peito. Bate tão forte que parece capaz de romper minha caixa torácica. Amor, é por ti que meu coração clama; é por ti que ele se encolhe e se rende.


Ficar longe de ti é uma experiência tão miserável que, quando nos encontramos, tenho absoluta certeza de que os astros se alinham. Eles se enfileiram no céu e conspiram entre si para inventar o nosso amor.


Só penso em você. A psicologia talvez tenha um nome complicado para isso: pensamentos acelerados e obsessivos. Eu tenho um nome mais simples: você.


Ah, amor. Fui ao Museu de Belas Artes e fiquei decepcionado. Que má notícia para os artistas. A arte que mais aprecio não entrou no museu; ela estava em casa.


Mesmo não podendo viajar para conhecer as sete maravilhas do mundo, fico feliz por ver sempre a quarta. E as outras? Ora, que piada. Você, você e você.


Serei capaz de vê-la um dia? sei que sempre na próxima segunda, mas cada sexta é como se fosse uma partida indefinida.⁠

#RESUMO

Sinto a brisa que acaricia o meu rosto...
Me perco nas nuvens, onde os anjos brincam de esconder...
Olho ao redor tentando entender...

Uma resposta provoca uma centena de perguntas...
Como se pudesse caber o infinito todo num sentimento...
Resumindo minha vida em um momento...
As horas voam quando encontro a felicidade...
De estar junto a você...

Consigo alcançar qualquer distância...
Sonhando...
Vou te dizer por onde ir...

Você encontrará nos meus olhos todo o amor do mundo...
Porque a cada dia e a cada segundo...
É o seu amor que me faz caminhar...

⁠#O #GAMBÁ

Armei armadilha...
E peguei um gambá...
Toda noite era festa em meu forro...
Sempre a me atormentar...

Botei linguiça para ser a isca...
Se tivesse posto cachaça...
Tinha pego político seria outra bisca...

Quando que essa praga vai acabar ?
Se não é um gambá...
É uma "autoridade" para mentir e roubar...

Bicho feio, esquisito...
Igual a político...

Só anda aprontando...
Se eu reclamo...
Sai rosnando...

Hoje fica na gaiola...
Amanhã dou sumiço...
Levo para bem longe...
Solto com um sorriso...

Esse mamífero...
Posso até soltar sem perigo...
Mas o político...
Desconfio...

Sei que aqui ...
Não mais há de voltar...
Mas o diplomático...
Que de 4 em 4 anos se mostra simpático...
Tenho medo e lido com cuidado...

O bicho feio...
Com medo fede...
O oficial público me dá medo...
E até me estremece...

É tanta falsidade...
Minha gente , vou dizer...
As vezes prefiro o gambá...
Do que outros safados...
Que a gente tem que também prender...

Amanhã eu solto...
Lá perto do ribeirão...
Enquanto do outro passo longe...
Bem de largo...
Não aperto a mão...

Tenho certeza...
Vou dizer...
Amanhã à noite...
Armo outra armadilha...
Pego mais gambá ordinário...

Mas de político safado...
Passo longe...
Não sou otário...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠#ESCOLHAS

Hoje, neste tempo que é meu...
Em que estrada é longa e o tempo é curto...
Aquele desejo enorme de voar...

Aquele que se senta na porta de sua casa e deixa o sol passar sobre sua cabeça, assim escolheu...

Pelo simples anseio do que é diferente...
Modificar nossos sonhos...
Renovar nossa esperança...
Uma serenidade rara...

Porque o que quase foi não pode atrapalhar o que ainda pode ser...
Sem sentido nenhum, mas a verdade é...
Feliz por nada...

Esperar a luz de um novo amanhecer...
O vento que às vezes leva é o mesmo vento que traz...
É da sorte a última palavra...
Basta um segundo passar...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠#ADIANTE

Momentos da minha vida...
Eu sobrevivi a tudo que passei...

Meu espírito foi trucidado...
Corpo expurgado...
A cura ainda não me abençoou...

Eu vi a maldade pura diante de mim...
Mas eu sobrevivi...

Dizem que isso é bom...

Gosto de viver, mas é difícil seguir...
Com algumas memórias...
DIfícil torna-se a acordar e dormir...
Difícil saber que quem faz isso vive uma vida normal...

E sabem porquê eu passei por isso?
Porque eu existo....
Só isso.

Mas eu sobrevivi...
Estou aqui...
E nesse dia eu comemoro a proeza de ser...
Eu...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠#QUEM?

Quem quebrou a minha taça?
Quem derramou o meu vinho?
Quem arrancou minhas flores e as lançou no caminho?

Quem para mim mentiu?
Quem me prometeu a felicidade?
Quem me devolveu o meu amor com tamanha crueldade?

Quem rasgou os meus lençóis de linho?
Será que foi com alguém que por mim não teve carinho?

Quem nunca chorou só à noite?
Em puro desalento...
Quem nunca gritou ao vento,
Expurgando o sofrimento?

Quem nunca nas trevas se escondeu?
Quem nunca pediu que tivesse fim sua vergonha?
Quem nunca se surpreendeu com situação tão medonha?

Quem nunca quis a tudo esquecer?
Quem nunca até mesmo já desejou morrer?
Quando lágrimas tão pesadas...
No coração a rolar tão quentes...
E na face a escorrer?

Quem já sentiu um olhar tão gelado.
Deixando mudo seu espírito...
E o coração descompassado quase em luto?

Oh melancolia...
Profunda tristeza de garras frias...
Por que me calo diante de tanto pecado?
Que me deixa tão desassossegado...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠#CASTIGO

Embora o mundo me condene...
Quero emprestar meu peito à madrugada...
E muito amar...
Sob a luz prateada...

Espio sem um ai...
Minha sombra nas esquinas...
E nos ventos...

Onde seus olhos estão?
Não estão a minha procura...
Tento acalmar minha loucura...
Nenhuma razão para tanto amar...

Esperar dessa maneira...
Numa cidade deserta...
Tanto sentimento...
Para coisa nenhuma?

Mas o que serve a verdade?
Não, já não me interessa promessas...
Para quem ama e muito espera...

Quem me dará os meus anos, se os perdi?

Sigo só...
Abraçado pelo frio...
Porém não vejo...
Mais que o desejo de lhe encontrar...

E seu eu morrer antes disso...
Não verei a lua mais de perto...
Isso é meu castigo...
Que o amor me dá...

Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poeta

⁠Minha luta é dura...
Olhos cansados por verem a terra que não muda...
Porque o melhor de meu mal está todo no cuidado...
Do que foi-me tomado...

E a noite que se avizinha...
Mostrando-me a face obscura...
Faz-me juras...

Mordendo o fruto das manhãs proibidas...
Um sossego como se nada existisse....
Assim o tempo escoa...

Me perco a pensar o que isto significa...
Que importa!
Ninguém sabe...
Dá-me um estranho ar de loucura...
Um vazio...
Inesgotável procura...

Mistério mais audaz da minha vida...
Em que todos os venenos estão contados...
Meu prêmio e meu castigo...
Anseio delirante...
De intensa saudade...
Que tanto sinto...

Ah...
Ilusão sombria...
Amor sem fruto...
Do pensar na vida...
Fuga perpétua...
Despedaçar...
Emendar...
A pressa contida...
Só para mim, que vou comigo...

Quero nesta noite...
E nas noites vizinhas...
Que enfim as estrelas...
Dêem-me suas graças infindas...
E assim...
Deixando de ser tão escura...
Já não me pesem...
O cansaço de meu olhar...
Sob juras...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Vivo a vida, sem amarras...
Sinto o vento, sinto a liberdade...
No silêncio, encontro meu ser...
Vida introspectiva, momentos de saber...

Não quero perder a espontaneidade,
Deixar que a vida se torne rotineira.
Lanço olhar para o horizonte,
E vejo um mundo cheio de possibilidades...

São tantas as aventuras, tantos os sonhos...
São tantas as camadas, tantos os mistérios...

Coração alegre, alma livre.
Vivendo no abandono imposto...
Melhor assim...
Não sinto o pesar dos anos...

Sigo em frente, com liberdade e ousadia...
Porque a vida é um presente,
Um labirinto, cheio de desafios...

Mas não me perco, não me desvio...
Não me preocupo, não me atenho...
Possuidor de um coração contemplativo...
Nunca desisto...

Sandro Paschoal Nogueira

Meu segredo, escrevo-te como quem confessa ao teclado aquilo que a boca não ousa dizer, pois há em mim uma chama que nunca se apagou desde a juventude, quando teus olhos foram o primeiro altar onde depositei meu coração. O tempo passou, as estradas se multiplicaram, mas em nenhum lugar encontrei descanso igual ao que encontro na lembrança de ti. Talvez sejamos apenas dois prisioneiros de uma memória, talvez sejamos promessa suspensa no tempo, aguardando o instante certo para florescer outra vez. Não sei. O que sei é que, mesmo no silêncio, continuo sendo guardião do invisível que nos une. Há noites em que sinto teu perfume escondido no vento, como se a vida me lembrasse que ainda és a fonte capaz de saciar a minha sede. E se um dia este amor não passar de lembrança, que seja uma lembrança eterna, pois prefiro ser condenado à saudade de ti do que absolvido de te amar.

A fantasia é o refúgio silencioso onde meu desejo encontra abrigo. É ali que a falta se transforma em chama, que a ausência se curva diante da imaginação e que o impossível toca o possível. Nela, consigo conciliar a urgência de querer com a renúncia que a vida exige, e cada pulsão encontra sua expressão sem se perder na frustração. É nesse espaço íntimo e secreto que meu amor pulsa com intensidade, mesmo quando a realidade insiste em colocar limites, porque é justamente a tensão entre ausência e desejo que me faz sentir vivo.

Ela é meu delírio, a fronteira tênue entre a lucidez e a loucura. Quando penso nela, minha mente tenta ser racional, mas meu coração sempre escolhe se perder nesse abismo doce que só o amor é capaz de criar. Ela é o caos que dá sentido à minha ordem, o risco que colore minha rotina, o sopro que me arranca da monotonia e me devolve à vertigem de sentir. Entre a sanidade que me prende e a loucura que me liberta, é nela que encontro o lugar onde realmente existo.