Sou Apaixonada pelo meu Namorado
Estou voltando a cozinhar.
E isso colore e tempera meu dia.
Sigo aprendendo.
E tem dias inesquecíveis.
Tenho um pedido pra você agora:
Por vezes, olhe o potencial das coisas e
não as coisas como elas são.
Faça limonada, suco, caipirinha,
mousse, torta, guacamole...
Só não fica anestesiada
reclamando dos limões, entende?
Vigiai (faz algo) e orai porque
Deus tem doces planos!
“Quando teu olhar encontrou o meu, o universo se curvou em silêncio — como se entendesse que, enfim, dois destinos cansados tinham achado repouso no amor.”
“Meu guarda-roupa não guarda roupas, guarda identidades que ficaram penduradas no tempo; hoje eu visto roupas novas, mas só as que não me puxam de volta para a dor que um dia me ensinou a sobreviver.”
Meu amor, eu queria ter o poder de te proteger de todo mal, que nenhuma tristeza te alcançasse e que a vida fosse sempre leve contigo. Se eu não puder te guardar do mundo, prometo ser abrigo, cuidado e amor em todos os dias.
A Ti, Senhor, consagro o meu caminhar,
Pois sem o Teu amor, onde eu poderia chegar?
Tua força, Pai, é o pão que alimenta e a luz que conduz.
Eis aqui o Teu servo, a serviço da luz,
Que não há de parar, nem descansar,
Até que o último coração Tua Palavra possa abraçar.
Nunca supus que a escrita se tornaria o meu refúgio mais frequente e, paradoxalmente, o meu limite: escrevo para desabafar, mas continuo sem conseguir dizer, por inteiro, aquilo que oprime a minha alma. Furucuto, 2026
Alma das sensações
Amar os detalhes
Leveza cativa meus olhos
Movimenta meu navegar
Demasia das aspirações
O ar do vento, estou a contemplar
Singularidade do existir
Intensidade voraz sedenta
Por Momentos em extrema conexão
Com os sentidos das palavras.
Me desculpe pelas minhas “desculpas”
É que além do meu “obrigado!”, parecer muito obrigado
O meu “bom dia!” é só um bom dia mesmo,
não vem acompanhado de sorrisos ou algo do tipo
Eduarda,
eu não sei mais onde termina a calma
e começa você.
Desde que te conheci,
meu coração não anda — ele corre.
Corre atrás do teu sorriso,
do teu jeito,
da sensação absurda de paz
misturada com esse medo bom de sentir demais.
Você mexeu em lugares que ninguém tocava,
abriu portas que eu mantinha fechadas
até de mim mesmo.
Voltei a escrever porque o que sinto por você
não cabe no silêncio.
Eduarda, se isso ainda não é amor,
então é algo ainda mais perigoso:
é a certeza de que você já mora em mim
antes mesmo de eu saber
como te explicar isso sem tremer.
