Sou Apaixonada pelo meu Namorado
Fui sentindo borboletas no estômago cada vez que sua boca pronunciava: meu amor! Logo eu, que pensei que tinha me tornado pedra, voltei a me sentir flor.
Florescendo, Clara.
Nildinha Freitas
Sertanejo com muito orgulho!
Mato Grosso tão querido teu filho um bom menino aqui no sul meu destino foi Deus quem que o escolheu, nasci nas serras tão lindas, Bodoquena, Morraria e Tarumã! Nos campos de nossos índios seu filho ali nasceu. A vida simples da roça eu cresci ali na palhoça tive os sonhos de um guri, tão diferentes do hoje a liberdade me trouxe a moral que trago em mim, no roçado um pai amado seus filhos a ensinar, nossas brincadeiras simples o jogo de malha pesada nos sábados era nosso vídeo game assim se eras um guri! Madrugada a minha mãezinha corria ali na cozinha o torto para nos a preparar, e o dia ainda não vinha, mas a roça boazinha pedia seu capinar e nunca vi um de nos ali a se reclamar e quando o sol bem forte nos mostrava a nossa sorte meu pai nos dava um tempo pra no riacho banhar, alegrias bem vividas tinha ali linda família e sonhos a se sonhar! Mas no mundo tudo muda e a falta de estudos nos fez a cidade procurar, no começo foi difícil faziam troças comigo por ser roceiro do bem, mas no hoje sinto orgulho, quando vejo um matuto e o admiro também, sei bem que ali nos regatos, faz se parte deste Estado e nossos alimentos provêm ainda me trás lembranças das noites de esperanças de um amor que hoje poucos se têm. Fui roceiro, e feliz matuto com orgulho, de no Mato Grosso Do sul se viver, mas sei bem que também se tem pessoas que se desfazem do caboclo e do matuto, mas estes são aqueles quem nunca tiveram a chance de no mato se viver...
(Zildo de Oliveira Barros) Campo grande MS
Minha prece da madrugada.
Meu bom dia a todos. Um domingo abençoado por Jesus.
Meu Deus pai todo poderoso criador de todas as coisas! Eu venho aqui neste dia que amanhece e na minha humildade venho vos agradecer por ter eu um lar enquanto muitos milhares de outros filhos seus. Muito melhor e mais humano que eu! Amanhece nas marquises e esquinas deste mundo, Venho também vos agradecer pai amado pelos alimentos abundantes que rondam a minha mesa e o meu dia a dia enquanto milhões e milhões de filhos seus choram a fome e a dor de nada terem em seus pratos e ainda tem aqueles que nem um prato o tem e eu aqui pai querido reclamando de um tudo. Pai de infinitas bondades te agradeço por cada um de meus filhos que sadios e fortes levantaram daqui a pouco em busca de seus destinos e te peço meu pai por aqueles filhos de outros seres humanos que se encontram nos hospitais sofrendo doenças e acidentes te imploro meu pai abençoar a cada um deles com o seu carinho e com o seu amor, pai ia eu te pedir tantas coisas mas após te agradecer peço apenas um pouco mais de humildade para mim e pra os outros seres que ainda estão em melhor situação que eu e que nesta manhã nem mesmo se lembrarás de ti meu pai e que a todos sejam um dia abençoado por ti pai amado. Amém meu pai...
(Zildo de Oliveira Barros)15/02/13
Mundo invertido
Nesse meu mundo invertido, virado de ponta-cabeça só para me achar, tento não ficar indo e voltando em um loop infinito, sem parar. Quero poder me desenverter só para me olhar e dizer: "Não existe um lugar, só, para você; existe um todo. Faz por merecer."
Nildinha Freitas
Não é a riqueza e nem a pobreza o meu altar,
o sábio não prega a miséria, nem idolatra o luxo.
Vaidade é o culto, do bolso cheio ou da falta de pão, só em Deus a alma encontra a salvação.
Não sou inimigo de Deus, busco sempre entender, que no mistério do Senhor está o viver.
Olhar seus olhos me foi como estimulante,
Fez meu coração pulsar vibrante.
Seu sorriso iluminou nosso caminho,
Com você, nunca estarei mais sozinho.
Perguntou-me como foi meu dia,
Sem saber o que dizer, fui viver uma fantasia.
Onde vivíamos felizes depois de um longo dia,
E você se reclinava sobre meu colo, me trazendo nostalgia.
A saudade bate forte no meu coração,
Lembrando da nossa risada, da nossa canção.
Parece que o que me resta é viver na saudade,
A memória é o único jeito de te ter de verdade.
Você não me merece,
Vê se me esquece.
Não merece meu amor,
Não merece meu rancor.
Não merece um parceiro,
Nem um amigo verdadeiro.
Ecoam as palavras como um culto corredor em oculto do meu peito sombras do vazio faz pousar as lembranças ferida que é acalentada... tanto tempo me seguiu. e cada espaço de compassos vagos... permitir permito por solidão
Minha alma, tão inquieta e clara lua se entrelaça na minha
como um fio de luz sem licença derruba as paredes de carne e acende meu corpo o sol e novamente tocar o seu no perfume de uma lembrança... vir ela
E quando seus lábios nos lábios como miragem em tons de delírio,
se inclinam para o universo dos meus sonhos todo o chão que conheço se desfaz... Flutuamos no leito insano da magia que inventamos, como se o mundo, enfim, compreendesse a nossa febre,
nosso alento, nossa língua feita de silêncio ardente.
Mas confesso por dentro, ainda me atrapalho entre a amada e a amante entre o que fui e o que desejo ser ao seu lado
Atravessei tantas despedidas que aprendi a amar com cuidado,
e ainda assim, você me pede, por um instante apenas,
um lugar que é só seu esse espaço vago que ficou em mim
Eu espero de vez em quando outra visita ate você encontrar o caminho de volta... percebo que um anjo feliz que me acompanha e tão igual estes momentos desiguais...
Ela leva rouba os nossos pensamentos nos escuros e as sombras no vai e vem apenas respiro o agora no amor de outrora...
Bebo o luminoso som da juventude abranda de suor... meus medos antigos são intercalador deste livro o meu... no giro de cada página repousada...
Sem calma envolve seus voos ainda sem mapa vou baixo entre as nuvens de emoção
Então deixo que venha e casado deito no silêncio entre o meu peito na madrugada só o som da respiração alma molhada de vinho...
Esquecer um pouco no pouso o adeus que tanto doeu...
Nos encontros reordenam o destino corpos que desenham futuros
de almas que se reconhecem e permanecem por um instante...
Eles acontecem como a aurora, lentamente, e quando percebemos já estamos dentro da luz uma moça mais jovem que meus medos,
mais suave que a ausência que eu carregava... e ainda assim tão profunda que parecia vir no aperto firme sua pele e seu olhar antes dos meus soubesse decifrar ela ali sem ruído, tua alma amarrou-se à minha...
num gesto tão simples que parecia destino...prometeu sem haver promessas sem exigência exigiu minha presença... apenas esse reconhecimento silencioso
que certos seres têm quando se encontram
na hora exata em que estavam prontos para calar todos os anseios
Quando os teus lábios, em delírio suave buscaram os meus,
foi como se o universo me lembrasse que o amor não pertence ao passado, mas à coragem de sentir o novo de novo
Flutuei não por você ser jovem, mas pela certeza do que queria cada instantes perdidos entre a amada que já tive e a amante
A evolução que o coração não se divide se expande...
A filosofia ensinou-me
que o tempo não devolve o que levou, oferece novos sentidos
Para aquilo que ficou.
Você ensinou-me que o amor pode ser cura
No instante de um acordo silencioso entre duas almas
saber onde o caminho termina
O tempo que nos separar agora um dia seremos leves como ar e ancora da certeza e saberemos que houve entre nós paixão mais, pensamento e corpo sentido em cada encontro deste desencontros
Estou dentro de uma caixa
Meu espirito estar quebrado
Meu corpo frasco frágil
Se um ser ocular me observasse seria como a noite se esfuma
Como se a sombra abraçasse outra...
Como se na aureola circulasse o tempo
No vácuo vazio do firmamento um cisco a deriva no gelado espaço flutuasse...
A prisão eterna do nada para segura e proteger o silencio dele mesmo...entregue circula sem próprio efeito que se esvai pedido...
Nunca vir tamanho silencio...
O fio invisível entre a vida e a morte.
tão frágil quanto o pó que dança na luz,
tão vazio quanto o eco que eu mesmo criei.
Mas é nesse vazio que encontro algo meu,
uma pequena centelha que insiste em arder
mesmo quando a noite inteira sopra contra ela.
Aos poucos entendo
que existir não é mais do que ser testemunha:
testemunha do meu medo,
do meu silêncio,
da minha queda,
e ainda assim, do meu espanto diante do mundo.
Há uma beleza simples nisso,
uma beleza tênue, quase secreta
a beleza de ser mortal.
De saber que o tempo me atravessa,
mas ainda assim sentir,
ainda assim querer,
ainda assim seguir.
Sou observador e parte,
sou poeira e pensamento.
E no encontro entre o nada que me envolve
e o pouco que sou,
surge um propósito que ninguém me deu:
o propósito de sentir o que é existir,
de existir enquanto ainda posso ir,
mesmo frágil,
mesmo pequeno,
mesmo efêmero como um sopro no espaço.
E talvez seja isso—
meu descobrimento silencioso:
não sou grande,
não sou eterno,
mas sou.
E ser, por um instante, já ilumina tudo como coração bate fraco constante
mas ainda pulsa um lampejo tênue,
como se a noite respirasse dentro do meu peito
e a sombra aprendesse a sussurrar meu nome.
Sou corpo-frasco frágil,
translúcido ao toque do vento,
e se um ser ocular me observasse,
veria o tempo escorrer pelos meus contornos
como um anel que gira sem nunca se perder,
um ciclo preso à própria eternidade.
No vazio do firmamento,
sou cisco errante,
flutuando entre o frio e o silêncio,
entre o tudo que não alcanço
e o nada que me envolve.
A prisão eterna do nada
parece guardar-me com cuidado,
como se protegesse meu silêncio
do ruído de existir.
E eu, entregue, circulo sem direção,
um efeito que se esvai, sem dono, sem eco,
esquecido pela própria ausência.
Nunca vi tamanho silêncio...
e mesmo assim, ele me olha de volta,
invadindo-me com sua boca invisível,
a devorar o que resta do meu som,
até que eu seja apenas bruma,
e a caixa, apenas um suspiro preso no infinito.
Eis que o vento sopra em meu rosto, em meu corpo.
Vindo de frente, refresca minha fronte, massageia meus cabelos.
E eis que me fragmento num sem-número de sementes de dente-de-leão, sopradas pelo vento.
De minha essência nada resta, pois me espalho por onde ando, por onde as sementes voam.
Quisera ser flora para te encantar, e o fora, fora um dente-de-leão. Leão manso, de altivo passo, retumbante rugido e suave respiração.
Meus cabelos, ora juba, ora inflorescência, balançam ao vento e espalham sementes de dente-de-leão pelos campos ondeantes onde ando.
Outrora rugi, outrora rosnei, outrora agarrei, mas não aguentei. Outrora, eu era. Agora, deixo de ser.
Nada detém o vento, que num redemoinho me envolve, meus fragmentos revolve, num rodamoinho me dissolve. Sou capítulo soprado.
Me fragmento num sem-número de sementes, que voam pelo vento. E na terra, em minhas pegadas de leão, nascem dentes-de-leão.
(Epitáfio anemocórico, no livro O Bruxo de Curitiba)
Já tentei fugir
Mas
Não rolou
Estou dentro de mim
Não posso me deixar
Meu ego
Sozinho
Surtou e foi dançar
Dois Lados do Vento”
És como um sonho, impossível de ser vivido,
te vi nas alturas, meu amigo querido.
Voavas sereno, no céu tão aberto,
guiando meus passos, no deserto incerto.
Ah, vento amigo, me leva contigo,
por entre nuvens, eu quero te achar.
No som da brisa, o amor é abrigo,
na alma do tempo, voltamos a voar.
Eu também te vi, nos tons do amanhecer,
teus olhos guardavam o nascer do ser.
Na areia deixaste traços de luar,
onde o infinito veio descansar
Ah, vento amigo, me leva contigo,
onde o silêncio sabe cantar.
No sopro do sonho, o elo é antigo —
dois lados do vento, voltando ao mar.
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•ஐﻬﻬஐ๑۩۞۩๑ ๑۩۩۩۩๑ ๑۩۩๑۩
Espero por ti, minha alma anseia, meu coração dispara...
Meus olhos te procura
Quero te encontrar
Desejo meu....
.... Memorias de saudades,
Meu doce amor,
Você, a saudade mais gostosa!
Ao dormir, ao levantar,
Meu primeiro pensamentos é você,
Vou te encontrar,
Tatuar em mim esse desejo para sempre!
Meu Único Amor
Você!
