Sou Apaixonada pelo meu Namorado
O olhar para questão como:
O que sou?
Seria a
Chave para
O conhecimento
Intrínseco da alma.
Se conhecer
Abri o leque
Das oportunidades
Pra você saber
Pra onde vai,
E como manter
Esse caminho
De forma boa
Agradável e
Feliz.
Sou como
Uma colcha feita de fuxico
Uma parte pontilhada e
Outra lisinha
Sou também
Como o tecido de seda
Que desliza
Escorregando sobre a pele
Sou serena, sensível e tenho uma natureza extremamente contemplativa. Aprecio apreciar a beleza e a feiura de tudo o que me proponho a tocar.
Gosto de manhãs de sol, de silêncios, de fechar os olhos para sentir melhor o sabor de tudo o que me dá prazer. Gosto de ser boba, de falar besteiras e de esvaziar-me para preencher-me das impressões que o mundo me traz.
Gosto de palavras escritas ou faladas, ditas ou sussurradas, gosto até mesmo das palavras silenciadas. Acho que toda palavra é uma forma de representar temporariamente apenas uma parte do que se pretende dizer. Portanto, para mim, a palavra não serve para definir, pois definir é limitado, mas para nos ajudar a traduzir um pouco do que sentimos no momento.
Minha alma é leve e borbulhante, gosta de se derramar em palavras, pinceladas, toques e olhares, gosta de ressignificar o que conhece e de conhecer o que ainda não alcançou.
Gosto da minha inquietação e dessa coisa que me pede para mudar de lugar constantemente. O que permanece em mim é a mudança, a metamorfose, a transformação. Isso não me faz menos fiel, menos doce ou menos sensível, mas coloca-me em contato com o mundo e com as pessoas o tempo todo, e ao mesmo tempo que transformo coisas, sou por elas transformada.
Sou um ser do mundo e o mundo é um ser em mim.
Minha alma poeta é que me deixa assim
A buscar o que nem sei se existe em mim
Sou esse ser de misturas, não gosto de lamentos
A todo instante eu mudo e a todo momento
E não quero a ilusão de viver ensaiando
Uma felicidade estranha que não passa de planos
Sou essa mistura de rocha com folha ao vento.
Sou assim, metade partindo, metade ficando.
Nada, nem palavra alguma podem me definir, eu sou plural, inconstante e borboleta.
Eu sou isso tudo, essa coisa toda, esse sem fim, essa imensidão.
Eu sou tudo, e nada cabe dentro de mim
sou esse mar invadindo a praia e levando tudo,
Sou intensa e ndecifrável... raramente sou tímida.
Sou esse divisor de águas, o antes e o depois... perto de mim nada permanece igual, porque eu mudo tudo, e mudo junto,
mas somente quando quero, quando me permito essa mistura.
Sabe, as vezes penso que sou piegas de mais para o nosso tempo, tenho medo de ser confundido com um assediador ou coisa parecida. Temo que as coisas que te falo se caracterizem como infidelidade em seu entendimento. É compreensível se assim o sentir. Imagino o quão insano lhe pareceria se te confessasse que me sinto traindo você, sempre que estou com outra pessoa?
Só conhece meus erros, pois, os demonstro em público para que saiba quem eu realmente sou. Minhas qualidades eu demonstro em sigilo, ao lado de quem merece, e já sabe quem sou.
“Antes de ser estrategista, sou servo. Antes de falar de vendas, falo de vocação. Porque sem fé, não há missão que se sustente.”
Quem sera eu depois do que sou agora?
Quem sera eu depois do que sou agora no ano que vem?
Quem sera eu depois do que sou agora no mes que vem?
Na semana que vem?
No amanha que vira?
Quem sera eu depois do que sou agora nas proximas horas?
Nos proximos minutos, segundos...?
Quem sera eu depois do que fui, um dia ?
Eu Anna giulia ou karma sou uma péssima pessoa pois....
Levei um fora, e o mundo parou,
Como um trovão que o céu rasgou,
Palavras ditas sem anestesia,
Cortaram fundo, sem poesia.
Esperava um sim, um talvez, um sinal,
Mas o não veio frio, tão casual,
E eu, ali, sem chão, sem ar,
Sentindo o peso de desamar.
O coração, que era cheio de planos,
Agora se perde em desenganos,
Sonhos desfeitos, caídos no chão,
Num canto escuro da decepção.
Mas a vida segue, mesmo sem compasso,
E a dor, um dia, vira apenas um traço,
De um amor que não foi, mas ensinou,
Que até o não tem seu valor.
Então, sigo em frente, mesmo machucado,
Com o peito remendado e o olhar cansado,
Pois o fora é só parte do caminho,
E há sempre esperança num novo carinho.
Você pensa que sou o que não sou.
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Eu sou o que você pensa que não sou.
