Sou Apaixonada pelo meu Namorado

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Escrevo porque sou livre.

Isso não significa que sou dona de mim ou dos meus sentimentos.
Mas sou livre o suficiente para transformar cada sensação, sentimento ou gestos em palavras.
Escrever o que sinto, sem precisar mascarar nada...
É isto que me torna livre...
E não há quem possa me dizer o contrário!

Inserida por AlessandraBenete

⁠Não sou como antes... ao menor sinal de que algo/alguém pode me fazer mal me afasto... me recuso a permitir que alguém de certa forma me cause mal-estar porque eu gosto de estar bem e feliz.
Só não evito o que não estiver ao meu alcance.

Inserida por AlessandraBenete

⁠Hoje eu sou quem ontem sonhei em ser!

Inserida por claudiamistreli

Se eu oro e nada muda, então sou eu que preciso mudar.⁠

Inserida por Hendersonsilva

⁠"Sou apenas o eco de um amor desfeito, vagando entre memórias que nunca partiram, preso em um tempo que já não me reconhece."

Inserida por Iago_Aloisio

⁠Se uma pessoa disser "eu sou uma pessoa sincera", e, em seguida se corrigir: "na verdade, não sou", ela está sendo sincera?

Inserida por vkkdekilo

Eu sou viciada na forma que cada pedaço se encaixa um a outro

Inserida por vic_karol

Não sou um sonhador mais sim um pensador, pois na maioria das vezes os sonhos não se realizam, mais os pensamentos eu ponho em prática.

Inserida por rudimar_almeida

Se sou prestativo, vou aprender rápido, tomarei atenção nos erros para corrigi-los e seguirei em frente.

Inserida por rudimar_almeida

⁠Parto sempre em vantagem em relação aos meus opositores, porque eu,
sou sempre eu, e eles, não sabem o que são.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

Não sei o que sou.
Só sei quem são os que gostavam de ser o que sou.⁠

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

O CÃO QUE CANTAVA ÓPERA

⁠Eu já tive um cão
Baixinho como eu que o sou
No destino e na pernada,
Que cantava ópera farsada
Sempre que eu dizia ao serão
Versos de dor a uma fada.
A ópera do meu cão, uivava
Numa voz tão pura de fina
Como alguma jamais encontrada
Em cantares de gente canina.
Tinha um não sei quê de magia
Saída pelos foles da garganta,
Sim, porque um cão triste canta
E encanta
No silêncio da noite vazia.
Um dia de sábado pela manhã fria
O meu cão de ópera já não operou...
Estava rígido, teso, na alcofa
Que ele tinha, meu Deus, tão fofa!...
Nem se despediu de mim
O companheiro amado...
Ele acabou o seu fado
E eu, sozinho assim
Não voltarei a dizer poemas
Porque dão azar e penas!

(Carlos De Castro, in Igreja de Argoncilhe, 22-06-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠PRAGAS E MAUS OLHADOS

Rude destino
Este que só me deixou
Desde menino
Ser o que sou
Sem ser o que queria:
Ator de ganha pão,
Cantor,
Escritor,
Poeta maldito,
Sonhador proscrito,
Padre,
Frade,
Na madre
Mãe do meu grito.
Maldito destino,
Espírito atroz,
Sem letra nem hino,
Demoníaco,
Algoz,
Cardíaco!
Maldita praga
Aziaga,
Me rogaram!
Aterrador olhar me deitaram
Logo à nascença,
Ou talvez até quando espreitaram
A barriga de minha mãe,
Quando como uma prensa
Começou a inchar
A crescer,
A medrar...

(Carlos De Castro, in Poesia num País Sem Censura, em 28-07-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Só comecei a compreender quem realmente sou, após ter parado para contabilizar as turbulências de que fui acometido e cometi na minha vida.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Uns gostam de mim com sal, outros com açúcar, a maioria prefere simples, ao natural, tal como sou, sem corantes, conservantes e outros colantes.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Se não fosse o que os outros dizem de mim, eu nunca saberia o que sou.
Juiz de mim próprio, nunca. Poderia correr o risco de ser parcial.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Em tudo o que faço na vida, não copio; sou eu mesmo, na mais pura essência natura.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

DIVAGAÇÕES

⁠Eu já nem sei o que sou,
Porque vim e aqui estou,
Para onde vou
Neste barco que me castrou
Sem remos de princípio ao fim.

Só sei que não vim por mim...

Se viesse, não estaria aqui,
Neste degredo,
De vos revelar o segredo
De uma vida que vivi,
Sempre na escuridão do medo.

E é por isso que vou
Com meu pincel e apenas,
Borrar um quadro de penas
Na tela que Deus traçou.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 21-10-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠RESISTÊNCIAS sei lá quantas já escrevi

Resisto,
Porque quero
E não por acaso mero,
Porque sou tão teimoso
Que até as pedras da rua
Quando me sentem mancando
Pelas dores negras e cruas
Que me vão martirizando,
E mostrando que nada valho,
Dizem em jeito jocoso:
- Que resistente bandalho!
Resisti,
A promessas de riquezas vãs,
Prometidas por gentalhas
Canalhas, com olhos de rãs;
Seres avaros, repugnantes
Com cartões de governantes,
Sei lá por graça de quem
Foi o santo que os pôs na cripta
De donos de tantas parvónias
Que mencioná-las irrita
E revolta até também
Algumas orquestras sinfónicas.
Continuo a resistir,
Ao meu relógio sem horas
Porque só me traz a desoras,
Sem saber que mal lhe fiz,
As notícias mais pandoras
Deste meu ledo País.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Triste Por Escrever, em 17-11-2024)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Ser forte custa tanto, mas desistir de primeira, é dizer pra si mesmo, eu sou um derrotado.

Inserida por Poetapegasus