Sou Apaixonada pelo meu Namorado
Queria tanto que você soubesse quem eu sou, talvez até me amasse do geito que eu te amo, ou talvez seja uma ilusão criada no meu coração, de te querer todas a vezes que observo seus status ou fotos.
Sou dependente do amor inefável de Cristo, e é este relacionamento com Deus que dá razão aos meus dias
Para encontrar o amor verdadeiro, preciso ser sincera sobre quem eu sou também, e talvez esse tenha sido o maior problema.
Sou intenso, porém cauteloso…
Um dia amei, más tenho receio de amar de novo…
Sonhando acordado me envolvi em teu corpo…
Sorrindo, eu te despia lentamente com olhar fixo em teu rosto…
Nesse instante nossos corpos pegam fogo…
E no mesmo momento meu peito volta a arder de novo…
Eu sou culto, e sou verdadeiro, digo na lata, mas quem me abraça, é abraçado e quem me odeia, é esfaqueado.
Eu não sou assintomática
Eu sinto, e sinto muito
Eu sinto ranço
Eu sinto nojo
Eu sinto raiva
Eu sinto amor
Cada um tem de mim o que merece
Escritor não sou, mas recomendo a quem tenha emoções que escreva. Amadoramente, imperfeitamente, desleixadamente, mas escreva.
Partidário do amor, do sorriso e da flor, não importa o que sou capaz de ganhar, imensa é a satisfação de poder se doar
Na incompletude do que sou todos os dias, busco mesmo que inconsciente, aquilo que me acrescenta, me ajuda, me fortalece... Sorrisos, palavras, abraços, afagos, gestos. Nada além do que me acrescenta. Palavras infames, vindas de corações amargos e infelizes, passam pelos meus ouvidos como trovoadas, que muito pouco me atingem. Esta sou eu, na minha certeza de que sou dona dos processos em mim. Tenho a certeza de que filtrar tudo o que vejo, e o que ouço é cura.
Sou humana demais para dizer o contrário do que sinto, mas não posso negar que a solitude é uma excelente companhia.
Frase de Islene Souza
Pequenez de passarinho
Estou descobrindo a grandeza de ser menor.
Eu, que já sou pequena,
Quero parar de inflar como um sapo-boi.
Ser do meu tamanho, irrisório, insignificante.
Ser na vida só o que sou.
E bastar-me na minha pequenez de passarinho.
Ninguéns
Faço parte de uma massa anônima
Sou mais uma dos oito bilhões de ninguéns.
E se perguntam para onde vou:
"Para o desconhecido".
Lancei-me numa vida sem recurso de chão.
Sou sem eira e nem beira ,
Uma vivente que escapuliu
Da asa de um qualquer pedrês.
E dou uns pulos grandes,
Só pra ver se encontro.
