Sou Apaixonada pelo meu Namorado
No isolamento da catedral sou coveiro da minha vida floresce nas molduras das estátuas e do relevo do mosaico espelhando o céus e anjos e infernos em várias realidades rebeldes o anjo caído denota o inferno sendo espelho da politica que crucifica o pobres vulneráveis, o universo conspira num mundo que corvos se alimenta da tristeza da humanidade.
Aurora de outros tempos sou apenas a poeira que soprou dentro das tuas narrativas nunca prestei, nas sombras caminhei ate encontra a luz de outro olhar.
Estou apresentando novos conceitos para que veja o seu eu como eu vejo seu sendo eu sou diante do mundo
O paradoxo do eu é simplicidade um ciclo infinito para o arco da tênue finitude o ser eu. Nas frequência temporais eu e sou são mesmo so temporais diferente eu apenas e o ser o sou eu admitindo que é.
Dentro deste paradoxo o próprio ser tem ego e regras para os quais existe.
Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.
O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.
As doença psicológicas são apenas conflitos dores do eu, esses complexo debatem com natureza humana mostra-se no máximo eu sou diante sombras no espelho.
O espelho pode responder com ecos da mente.
Tendo depressão, isolamento intelectual e espaço translúcido que em tantas versões que se torna fenômeno realista fundo borrado, um paradoxo que transmigra outras expedições fantasias e fantasmas.
Sou melodia tocada
Entre linhas do esquecimento
Minha lágrimas são parte das chuvas
Torrenciais
Meus olhos abertos dentro do cosmos
O suplício de ilusões são reunidas que afogam e delícia o impensável.
Carruagens de defruste marcam desejo efêmero.
Transcende ou sou coveiro da minha essência entre olhos perdidos abandonados pela imensidão.
Vago sob vassalos de minha críticos de minha fala, mortos pelo sentimento de existir.
No silêncio de meias verdades estou olhando o profundo eu no sentido do meu ser...
Meus labios tremem de frio pois a madrugada fria demonstra o luar como sua vitima voraz exclama os ares da neblina. Numa constante sou vento frio que levou suas experiências verbais ate a cova do destino.
Bem estar caindo num copo de cerveja quente pois amargo se contrasta no profundo do esplendor do amanhecer.
Linha do acreditar em algo nunca viu mais acreditar pela manipulação aleia.
Ser que sou diante do sou, porquê ainda sou eu diante voce duvido que penso pois o que sou diante do meu eu, o centralismo político e religiosa.
Muta a virtude coloca outro espelho com ajuda de deepfake espelhos digitais, falacias de contos usando vies da fisolofia a favor da ideologia implantada de sombras idealista,
Dando ausência politica pessoal do ser eu se uso que sou diante que sou a narrativa torna se a narrativa.
A história verdadeira irrelevante pois uma pragmática do jogo da alienação, o que presta ou que não exste dentro de universo de fadas, como conhecer um fundamento pois so conhece o que esta escrito, realidade ambígua diferente que julga qutro paredes ou insinua saber. O achismo primeira lei da coisificação dentro geopolítica e pragmática eucentrismo. Sendo a parti da ai duelimo da alienação e negacionismo trazendo a tona verdadeira história irrelevante pois sensalismo barato marca registrada da polarização o fogo que precisa.
Na linha do racionio sou uma melodia.
Nos espelhos do espaço translúcido sou eter nas atitudes do mundo esquecido pois humano florescem em suas ideologia.
Calo me arrumando pela fumaça da emaranhado quantico de meus pensamentos.
Frutos da alienação social o queres doces direita ou esquerda dentro do seu mundo.
Porque eu sonho so tenho pesadelos.
Diante a teus olhos sou cego.
Para ninguém sei o sei nada serei.
Às vezes não somos vistos como apenas mais um na multidão, pois não tenho rosto lindo nem sou apenas relevo o conhecimento e busco aprender.
Conhecido apenas pelo meu ser, sigo meu ser num caminho solitário. Não busco a Glória daqueles que são obras do ocaso, tendo o simbolismo sua dádiva.
Arremeto cada sonho num mundo atroz.
Os direitos do reino do rei que sou eu,
Pobre burro tem direito de ficar calado comer pão duro ainda sorrir,
Pobre de direita ainda pode trabalhar 12 horas sem direito a viver.
No dia de descanso tem um trabalho extra pois as horas extras foram extinta.
Direitos infantis foram abulidos.
Os banheiros públicos foram fechados
Os livros foram queimados...
As terras raras foram vendidas e toda riqueza foi dada.
Somos pobres mais orgulhosos.
A luz acabou água esta falta vamos colocar fogo na floresta e fazer carvão.
A gasolina está a venda só para ricos poderoso, andem de ônibus, bom osso chegou, paradoxo da pobreza de espírito, de santo não tem nada...
Para o nada o sol do sertão.
Dentro do déjà vu, a expressão caótica. Pois o que somos diante do que sou? Não sei. Apenas sou no reflexo, transmutação do eu.
Na pragmática, o eu se difere do eufemismo. Eu sou espelho — sem suavizações. Tento sorrir, mas os olhos não me compreendem como eu.
Dentro da filosofia, sou o vento da crítica. Em meio aos deuses, sou apenas o espectador que olha para os céus, refletindo sobre o que sou diante das estrelas que caem sob a alienação corrupta daqueles que deveriam ser o exemplo para o povo.
Sendo um espelho quântico perdido em suas próprias origens, olho profundamente para o futuro e para as certezas do presente. Compreendo, então, que cada passo foi analisado e calculado para que o passado fosse cancelado. Dentro dessas afirmações, entendo que o futuro ainda não existe e que o passado já se foi, marcado por suas próprias indagações.
E no cenário onde as deepfakes existenciais dão transcendência a uma aparência coletiva, dizem que os alienígenas construíram as pirâmides. Chicotadas foram esquecidas e mortes foram apagadas pelo simples fato de não haver mais testemunhas vivas — restando apenas fatos científicos misturados aos loucos da conspiração.
O que sou diante a indiferença.
Uma rocha que não liga se chove ou venta se cai a tempestade.
Pois estou ali a tanto tempo que incontáveis, pessoas que passaram na minha vida não faz diferença.
Nem mesmo quando menosprezando meus feitos e dizeres pois so é uma tempestade. Logo dia sera pesares de uma nova era sem a humanidade.
Sou grata por tudo, por todo o amor e por todo o cuidado. Que o Senhor me direcione no caminho certo, com novas escolhas e atitudes. Ajude-me a me tornar uma pessoa melhor, principalmente a orar do jeito certo, a reagir do jeito certo, e que me dê muita sabedoria. Quando tudo estiver errado, corrija-me, ensine-me o jeito certo. Quando eu estiver aflita, acalme o meu coração, porque o Senhor me conhece desde o ventre da minha mãe e sabe tudo de que preciso, mesmo sem eu precisar dizer. Quando algo que desejo não sair como esperado, que Tu, Deus, não me deixes desanimar diante das dificuldades.
Depois dos 50, não sou mais vitrine… sou obra de arte...
quem entende, admira, quem não entende, passa batido.
