Sou Apaixonada pelo meu Namorado
Quem sou eu?
Eu sou alguém que teve a oportunidade de conhecer alguém que ame de verdade e não quis se envolver em tão esse sou eu um garoto que desistiu do amor.
As vezes me pergunto quem eu sou de onde eu vim e ate aonde vou chega sera que um dia vou encontrar algem que gosta de me ou sera que vo. Vive sem amor, sera que um dia eu ja fui amado por alguem.
A casa se cala e o tempo se estica,
No centro da sala, sou sombra e espera.
O grilo lá fora sua nota replica,
Única voz dessa imensa atmosfera.
Um carro ao longe, um som que desmaia,
Corta o asfalto e mergulha no breu.
Enquanto o cachorro na rua se ensaia,
Latindo pro nada que o sono esqueceu.
Aqui, o vazio não pede licença,
Ocupa a poltrona, o teto, o chão;
É quando a ausência se torna presença,
No ritmo lento da própria solidão.
O mundo acontece do lado de lá,
Em luzes de estrada e latidos ao vento.
Aqui, sou o grilo que não quer parar,
Preso no eco do meu pensamento.
Sou piauiense de nascimento, mas herege por vocação climática: gosto do frio, não sou calorenta, e isso me coloca numa categoria à parte, quase teológica, entre os meus conterrâneos.
"Eu não falo de Jesus porque mereço, eu não mereço nada, pois sou pecador, porém a sua misericórdia é fiel aqueles que o buscam"
Sou poeta e enfermeiro pernambucano. Tenho a permissão divina de trabalhar na arte de cuidar e despertar sentimentos na alma dos meus semelhantes.🕊
Sou do tipo que se emociona com pouco: um sorriso sincero, um abraço apertado, uma presença leve. Porque, no fundo, a vida é feita desses instantes que ninguém vê, mas que o coração nunca esquece. A gente não precisa de muito… só de alguém que fique, mesmo quando o mundo vira as costas. Gente que olha nos olhos e diz: “Eu tô aqui.” e cumpre. É raro, mas existe: aquela pessoa que te lê no olhar, entende teu silêncio e te segura no caos… sem precisar dizer nada. Isso não é só amor. É lar.
Vida, vida, vida,
desague.
Eu, que sou mar.
Sempre sem lar.
Tu, longe de ser,
tenta aprisionar-me
Não és lar.
Minha casa é longe,
foge ao tempo.
Já tu, impermanente.
Fujo de ti.
Abraçarei outra, perfeitamente.
Seu nome, naturalmente, é morte.
Ó destruidora, tu és meu lar?
Verbalizei a ti,
(abraço) morri.
Morte, morte, morte,
queime.
Eu, lenha da verdade.
Ó segredo que sangra a vaidade.
Para alguns eu sou luz. Para outros um conforto em momentos difíceis. E embora eu me ame muito, tem momentos que sou só tristeza.
