Sorriso sem Graca
Dissipe as mazelas carregadas pela graça do pensamento de vossos sentimentos, dedilhe, certamente a tudo resgatará e, tua fonética familiar, escondida pelas gargalhadas se atualizará, boas canções hão de revogar o mal karma, liberando o novo que chegará.
Iluminado sejam os protestos que dissolvidos pela graça dos protótipos dos sensitivos, corporifique beleza apresentada e aumentada em favores dos valores recebidos.
A graça é sempre carregada do excesso incluído naquilo que somente tú podias fazer e, agora tudo de melhor te podes acontecer, é do termo o não perecer.
Vai enxergar, logos e depois que a base se formar e, pra graça te igualar, nos fatos dos porquês do amar.
Perfume do silêncio, graça que se estende ao arquiteto dá abundância, digestas consciências em lembranças.
Onde a fonte seca é pela falta da graça do rever-te além das tramas, sí celebrar nossa vida, estará além das danças
A graça era tanta que esperou pra compartilhar, isso é a base do falar na hora de se retratar, já que a face ninguém sabe instalar, o que sua voz deixou de regular.
O intelecto trabalhou de graça e, se indignou, mesmo ganhando, em seu favor, o trabalho supremo, chamado fervor.
Era tanto medo da graça que têm em você, que a ignorância ficou represada, pra lhe dar mais do que simplesmente ter.
Espero que todo elogio seja minha dor já estabelecida, pela graça divina, do tempo que não é sina e em ti sorvinda.
