Sorria Mesmo

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Não sou antissocial, sou anti pessoas chatas mesmo!

Deus sempre patrocinou meus sorrisos, meus sonhos, meus planos, mesmo sem eu ter dinheiro, afinal, Ele é meu dono!

Querer você, mesmo sabendo que não é possível. Te ver e sentir borboletas no estômago, é uma sensação tão confortante.
Eu quero te sentir perto de mim, nem que seja só por hoje, quero te sentir um pouco meu e ser só sua.
Quero sentir tuas mãos nas minhas, olhar nos teus olhos e sentir o cheiro da tua respiração. Brincar com teus cabelos e beijar tua orelha, sentir teu coração pulsando forte ao te abraçar, eu preciso disso, nem que seja só por hoje, mas eu preciso te sentir.
Quero te chamar daquele apelido estranho e carinhoso que te dei e ouvir o som da tua risada, quero simplesmente te ter outra vez, mesmo que seja proibido, eu quero te ter.
Eu quero sentir a felicidade fluir em minhas veias outra vez, mesmo que seja só por hoje, uma última vez.

Viva e ame, mesmo que você sofra com a dor da separação, a dor da perda. Pode acreditar, valeu a pena.

Ame mesmo sabendo que você poderá correr o risco de não ser amado

Tenho todos os motivos para desistir de você. Todos mesmo. Mas não desisto. E isso é amor. Amor mesmo.

Acredite em si mesmo e transforme essa vontade em ações diárias. Manifeste seu desejo para o universo, e seja firme e constante em suas decisões.

Todo homem é de alguma forma político, mesmo que muitos cabeçudos alienados não tenham consciência disso e até afirmem que são apolíticos. Crassa tolice pois, se não são agentes em menor ou maior escala da política, são os instrumentos, objetos ou marionetes dos agentes políticos que os manipulam.

O homem cotidiano não gosta de demorar. Pelo contrário, tudo o apressa. Ao mesmo tempo, porém, nada lhe interessa além de si mesmo, principalmente aquilo que poderia ser.

Talvez amor seja isso, pedir desculpas mesmo quando você não está errado, mesmo quando você não tem culpa. Porque seu relacionamento com a pessoa é bem mais importante do que o seu orgulho.

Lindo mesmo é ver o sol caindo sobre o mar, bonito mesmo é a lua com seu colar de estrelas, bonito é ver o mar iluminado! Lindo é o abraço e o afago de um amigo, a boniteza da vida está nas coisas simples quando acontece sem a interferência do artificial.

Eu já mudei muito. Eu já mudei enquanto nem mesmo percebia pela ação silenciosa de acontecimentos. Eu já mudei coisas que eu nem acreditava ser capaz. Eu mudo todo dia como toda gente. E também aquilo que, embora eu queira tanto, eu tente tanto, ainda não consigo mudar me faz mais empática e generosa; mais confiante de que somos capazes das mudanças que podem nos tornar melhores, primeiro para nós mesmos, se não desistirmos de nós mesmos. Mas, no nosso tempo. Com todo respeito e gentileza possíveis. Com gratidão àquilo que já conquistamos. Passo a passo daqueles que de verdade já conseguimos dar.

, O importante é acreditar em você mesmo.
Nos seus sonhos, ideias, sejam eles os mais loucos e absurdos.
Acreditar em seu potencial e no que você é capaz, e pronto !
Quando você olhar para trás, assim, simplesmente por acreditar em você,
verá tudo o que conseguiu e aquelas pessoas que não acreditaram em você.
E você perceberá que o que importa é você acreditar em si mesmo, o resto é conseqüência !

A questão é que não sou do tipo que ama todo mundo, mesmo assim, dou meu melhor. Procuro ser justo com meu coração, perdoo, dou outra chance, chance de permanecer em minha vida, e, não espere que tudo volte como era, a confiança é uma bola de cristal fininho, trincou, quebrou, jamais voltará a ter a mesma beleza.

Entediado mas,
Relaxado mesmo assim,
Retardado que todas noites
Ouve
Susssuros de um solitário.

A Frustração como Silêncio Gritante

É estranho sentir tanto e, ao mesmo tempo, não ter onde pousar esse sentir. O corpo fala, pede, grita em silêncio. Mas eu não sei entregar para qualquer um. Não sei sufocar o que quero com algo que não me completa. Então, eu espero. Mesmo que a espera doa. Mesmo que o desejo me devore por dentro.

⁠Na Completude da Troca

Te sinto antes mesmo de te tocar.
És presença em mim, feito chama que arde sem consumir.
Quando nossos corpos se encontram, não é apenas pele contra pele,
é o universo inteiro se realinhando no instante de um beijo.

Nossos lábios se buscam, não apenas pelo desejo,
mas pela sede de um encaixe que vai além da carne.
É alma que transita, que se derrama, que se faz morada.
É um chamado mudo, um reconhecimento antigo,
como se, entre tantas vidas, sempre tivéssemos nos escolhido.

E nesse beijo, onde o tempo se desfaz,
nada mais importa além da completude do agora,
do arrepio que percorre, da respiração entrecortada,
da certeza de que, por um instante eterno,
somos um só.

⁠O Peso de Sentir em Silêncio

É difícil lidar com a dor e, ao mesmo tempo, ter consciência dela.
Difícil lutar contra a vontade de desistir e, ao mesmo tempo, querer seguir.
Difícil segurar o próprio peso sem querer ser um peso para ninguém.

Eu sei o que carrego. Sei da minha dor, da minha luta. Sei que não sou o centro do mundo e que todos têm seus próprios problemas. Por isso, me contenho. Por isso, me silencio. Por isso, engulo as palavras antes que pareçam um pedido de socorro inconveniente.

Não quero ser fardo, não quero ser vítima, não quero estar sempre no mesmo lugar de vulnerabilidade. Eu tento. Eu busco. Eu me movimento. Mesmo quando parece impossível, eu me esforço.

Mas o que é mais difícil nisso tudo?
Talvez seja entender todo mundo enquanto ninguém me entende.
Talvez seja cuidar para não incomodar enquanto ninguém percebe o quanto dói.
Talvez seja ser forte o suficiente para lutar contra a dor, mas não o bastante para ser compreendida.

E assim sigo: entre a vontade de sumir e a necessidade de continuar. Entre o silêncio e o grito que nunca sai. Entre a consciência de tudo e a sensação de que minimizam.

Se soubessem quantas vezes ouvi palavras de onde menos esperava…
E como, em certos momentos, a vontade de morrer se torna um sussurro persistente só para que, no fim de tudo, percebam que era real – cada suspiro das palavras ditas e das que foram sufocadas dentro de mim.

⁠A Solidão da Minha Solitude

Há um vazio que me visita sem pedir,
mesmo quando tudo parece estar em paz.
É a ausência que mora no peito
quando escolho estar só,
mas não deixo de desejar companhia.

Minha solitude tem nome,
tem gosto de café frio e cama arrumada demais.
É minha, mas às vezes pesa.
Não grita, mas se impõe com um silêncio
que fala de mim mais do que mil palavras.

É escolha… mas também falta.
É liberdade… mas também espera.
Porque há dias em que o silêncio me acolhe,
e outros em que ele me abandona.

Queria às vezes dividir o pôr do sol,
contar as estrelas com alguém que ficasse.
Alguém que entendesse
que até quem gosta do próprio espaço
anseia, vez ou outra, por um colo.

E nessa dança entre o querer e o suportar,
vou existindo: inteira, mas com vazios.
Solta, mas sonhando com um laço.
Sozinha, mas querendo ser achada.

⁠O diálogo é, antes de tudo, um pedido sutil de cuidado. Mesmo quando parece banal ou corriqueiro, há entrelinhas pedindo presença, escuta, consideração. Quando o silêncio chega, ele já não é mais paz — é ausência. É o eco do que foi ignorado, negligenciado, esquecido. O silêncio, nesse contexto, não é escolha, é cansaço. É o ponto final de muitas vírgulas não lidas. Ele sinaliza desistência, mostra que o outro já não enxerga sentido em tentar se fazer entender.

E quando isso acontece, você começa a perder. Perde o vínculo, perde a confiança, perde a chance de fazer diferente. Porque quem cala já gritou demais por dentro. E aqui, neste ponto, deixo de cuidar. Não por falta de amor, mas por amor próprio. Deixo de cuidar de quem não soube cuidar da minha tentativa de permanecer.