Sorria Mesmo
Ame a si mesmo acima de todas as coisas, se você quer justiça, faça você mesmo, vença seus inimigos, mesmo que pra isso precise destruí-los, ame ou odeie o próximo como este a ti.
A Frustração como Silêncio Gritante
É estranho sentir tanto e, ao mesmo tempo, não ter onde pousar esse sentir. O corpo fala, pede, grita em silêncio. Mas eu não sei entregar para qualquer um. Não sei sufocar o que quero com algo que não me completa. Então, eu espero. Mesmo que a espera doa. Mesmo que o desejo me devore por dentro.
Na Completude da Troca
Te sinto antes mesmo de te tocar.
És presença em mim, feito chama que arde sem consumir.
Quando nossos corpos se encontram, não é apenas pele contra pele,
é o universo inteiro se realinhando no instante de um beijo.
Nossos lábios se buscam, não apenas pelo desejo,
mas pela sede de um encaixe que vai além da carne.
É alma que transita, que se derrama, que se faz morada.
É um chamado mudo, um reconhecimento antigo,
como se, entre tantas vidas, sempre tivéssemos nos escolhido.
E nesse beijo, onde o tempo se desfaz,
nada mais importa além da completude do agora,
do arrepio que percorre, da respiração entrecortada,
da certeza de que, por um instante eterno,
somos um só.
—
O Peso de Sentir em Silêncio
É difícil lidar com a dor e, ao mesmo tempo, ter consciência dela.
Difícil lutar contra a vontade de desistir e, ao mesmo tempo, querer seguir.
Difícil segurar o próprio peso sem querer ser um peso para ninguém.
Eu sei o que carrego. Sei da minha dor, da minha luta. Sei que não sou o centro do mundo e que todos têm seus próprios problemas. Por isso, me contenho. Por isso, me silencio. Por isso, engulo as palavras antes que pareçam um pedido de socorro inconveniente.
Não quero ser fardo, não quero ser vítima, não quero estar sempre no mesmo lugar de vulnerabilidade. Eu tento. Eu busco. Eu me movimento. Mesmo quando parece impossível, eu me esforço.
Mas o que é mais difícil nisso tudo?
Talvez seja entender todo mundo enquanto ninguém me entende.
Talvez seja cuidar para não incomodar enquanto ninguém percebe o quanto dói.
Talvez seja ser forte o suficiente para lutar contra a dor, mas não o bastante para ser compreendida.
E assim sigo: entre a vontade de sumir e a necessidade de continuar. Entre o silêncio e o grito que nunca sai. Entre a consciência de tudo e a sensação de que minimizam.
Se soubessem quantas vezes ouvi palavras de onde menos esperava…
E como, em certos momentos, a vontade de morrer se torna um sussurro persistente só para que, no fim de tudo, percebam que era real – cada suspiro das palavras ditas e das que foram sufocadas dentro de mim.
A Solidão da Minha Solitude
Há um vazio que me visita sem pedir,
mesmo quando tudo parece estar em paz.
É a ausência que mora no peito
quando escolho estar só,
mas não deixo de desejar companhia.
Minha solitude tem nome,
tem gosto de café frio e cama arrumada demais.
É minha, mas às vezes pesa.
Não grita, mas se impõe com um silêncio
que fala de mim mais do que mil palavras.
É escolha… mas também falta.
É liberdade… mas também espera.
Porque há dias em que o silêncio me acolhe,
e outros em que ele me abandona.
Queria às vezes dividir o pôr do sol,
contar as estrelas com alguém que ficasse.
Alguém que entendesse
que até quem gosta do próprio espaço
anseia, vez ou outra, por um colo.
E nessa dança entre o querer e o suportar,
vou existindo: inteira, mas com vazios.
Solta, mas sonhando com um laço.
Sozinha, mas querendo ser achada.
O diálogo é, antes de tudo, um pedido sutil de cuidado. Mesmo quando parece banal ou corriqueiro, há entrelinhas pedindo presença, escuta, consideração. Quando o silêncio chega, ele já não é mais paz — é ausência. É o eco do que foi ignorado, negligenciado, esquecido. O silêncio, nesse contexto, não é escolha, é cansaço. É o ponto final de muitas vírgulas não lidas. Ele sinaliza desistência, mostra que o outro já não enxerga sentido em tentar se fazer entender.
E quando isso acontece, você começa a perder. Perde o vínculo, perde a confiança, perde a chance de fazer diferente. Porque quem cala já gritou demais por dentro. E aqui, neste ponto, deixo de cuidar. Não por falta de amor, mas por amor próprio. Deixo de cuidar de quem não soube cuidar da minha tentativa de permanecer.
Ainda Floresce
Mesmo no solo rachado, a semente guarda sua primavera.
Amanhã Chegará
E com ele, o sol que hoje se esconde atrás das nuvens.
Enquanto Houver Céu
Haverá asas para quem acredita no voo.
O Peso que se Torna Asa
É na travessia que a dor se transforma em impulso.
O Dia em que Choveram Estrelas
Foi quando a noite decidiu devolver luz ao mundo.
E Se For Amor
Que seja daquelas forças que reconstroem ruínas.
Versos de esperança
Mesmo quando a noite parece engolir os caminhos, a alma ainda carrega um lume secreto que insiste em acender a escuridão.
Narrativa Visual: Contando Histórias com a Lente
Toda fotografia é uma história, mesmo que silenciosa. A narrativa visual surge quando cada elemento da cena – gesto, expressão, luz, sombra e ambiente – se combina para transmitir emoção e sentido.
Tecnicamente, o fotógrafo precisa dominar composição, enquadramento e perspectiva para guiar o olhar do espectador, mas a essência da narrativa está na sensibilidade de perceber o que realmente importa naquele instante. Cada detalhe contribui para a história: uma mão que toca, um olhar que se desvia, uma expressão que revela mais do que palavras poderiam.
Mais do que técnica, é sentir o momento, perceber o contexto e registrar a vida em sua autenticidade. Quando feito com atenção e entrega, cada clique se transforma em narrativa viva, capaz de envolver, emocionar e transportar quem observa para dentro da cena.
A narrativa visual é a ponte entre a técnica e a emoção, mostrando que a fotografia não é apenas sobre imagens, mas sobre contar histórias que permanecem na memória.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
Todo mundo espera te ver sorrindo, mesmo quando dói. A vida cobra, as pessoas cobram, e a gente aprende a entregar sorrisos como se fossem escudos. Por dentro, porém, existe um limite silencioso — um instante em que o corpo não sustenta mais o disfarce. Então o sorriso se apaga, o brilho dos olhos se retrai, e aquele brilho que sempre existiu no olhar desaparece devagar, diante de todos… e ninguém percebe. Só quem sente sabe.
Cartas ao Céu
Oração escrita, poesia da alma calada.
Inteira, mesmo estando quebrada.
Há pedaços de mim espalhados em cada verso,
mas é na fragmentação que encontro forma.
Escrevo como quem costura rachaduras,
como quem transforma silêncio em cura.
Minha fé não grita, ela sussurra baixinho,
enquanto recolho os cacos
e descubro que ainda brilham.
Porque mesmo partida, sou inteira.
Inteira de sentimentos,
inteira de verdades,
inteira na esperança que me segura
quando tudo parece desabar.
Estou com os que acham que não há arte neutra. Mesmo sem nenhuma intenção do pintor, o quadro indica sempre um sentido social.
Chamas
Você era fogo.
Eu já sabia disso.
Mesmo assim.
Eu arrisquei.
E me joguei na suas chamas.
E foram as chamas mais intensas que alguém ja me fez sentir!
Deus sabe claramente o que é melhor para cada um de nós, mesmo que não entendamos os meios que Ele venha a utilizar!
Dói.E dói muito mesmo, o amor dói.
Feridas abertas novamente:
Um remédio????
-Só mesmo o tempo, e a confiança que Deus sempre estará ao meu lada para segurar a minha mão.Em todos os momentos.
Odiei-os por terem algo que eu ainda não tinha, e disse para mim mesmo, repeti para mim mesmo, algum dia serei tão feliz quanto vocês, esperem pra ver . ”
Nunca se descontrole, não fique ansioso e nem pense que irá se atrapalhar, pois até mesmo no caos não existe desordem, cada um dos elementos sempre estará no seu mais perfeito lugar.
- Relacionados
- Sorria, mesmo triste: frases para renovar a esperança no amanhã
- Frases sobre mim com motivação e reflexão para crescer e evoluir
- Amigo à distância: frases sobre estar presente mesmo longe
- Te amo mesmo com a distância
- Seja você mesmo: frases e reflexões sobre autenticidade
- Acreditar em Si Mesmo
- Sorria
