Sonhos
Que seus sonhos sejam constantes, contanto que você contribua para torná-los mais próximos da realidade!
É muito bom partir. Ir de encontro aos nossos planos, sonhos e desejos, porém, voltar é muito melhor. A volta revigora, nutre, preenche. Dá-nos a sensação de aconchego, de partida com gosto de chegada, de abraço apertado. A volta, é uma referência de que temos um paradeiro e isto nos conforta. Partir é bom, voltar é necessário.
Os sonhos estão entrelaçados na linha imaginária do tempo e viaja com a intensidade do som, emitindo uma explosão e vibração dentro de cada um.
Passamos trabalho, necessidades, angústias, raivas, porém há dentro de nós amor, saudades, sonhos, que preenchem todo esse vazio que criamos sem necessidade.
O tempo é o baú que guarda todas as nossas indecisões, nossos sonhos e as nossas ansiedades, para que na hora certa as coisas aconteçam.
Nascemos para voar e vencer. Que nossas asas nos levem ao infinito mundo dos sonhos e que a nossa vitória seja próspera.
Criamos e idealizamos sonhos. O que nos impede de realizarmos é a nossa incapacidade de lutar e conquistá-los.
Vivemos em busca dos nossos sonhos e quando o encontramos, percebemos que não era o que esperávamos. Sonhos, são como borboletas. Precisamos passar por dolorosas metamorfoses para que ele seja próspero.
HOJE
Hoje eu quero viver o que eu nunca vivi. Realizar meus sonhos, buscar meus ideais que ficaram perdidos em algum lugar distante e que agora chegou o momento de resgatá-los. Viver é preciso. Viver é o que nos resta para dar continuidade a uma vida que escolhemos. Viver é assim, recheado de escolhas e decisões. Que nossas escolhas sejam as melhores para o dia de hoje. Que nada fique pendente para amanhã. Que todas as pendências sejam resolvidas da melhor maneira possível...
Vivemos em busca de sonhos. Queremos sempre ganhar sem se importar com as incertezas. Mas, a vida segue seu curso. Nada é para sempre. Nada é eterno. Precisamos saber lidar com as situações inesperadas. Nem que para isto tenhamos que engolir seco e sorrir.
Sem rumo
Caminhei pelas ruas desse mundo
Busquei nos caminhos do destino
Dancei nos sonhos de minha loucura
Sustentei-me no ar das asas da imaginação
Desloquei-me de minha órbita
Perdi a bússola do tempo
Tive pretensões descabidas
Ouvi a multidão enlouquecida
Senti o silêncio ensurdecedor
Não notei os carros passando
Gente me espionando
Busco... Vasculho
Não acho
Mudo o rumo
Nada encontro
Será que existe
O que realmente procuro?
