Soneto da Saudade

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O jeito é fazer passar, se a vontade fica, vira saudade.

Por trás de cada saudade um adeus mal dado. Por trás de cada sorriso um monte de obstáculos. Por trás do amor o coração partido diversas vezes. Por trás de cada alegria, centenas de tristezas.

Saudade lembrada, saudade sentida, saudade hoje e para o resto da vida... saudade eterna!

Colocar a saudade num envelope e devolvê-la pra quem me mandou sem autorização.

Saudade é falta de você. Carência é falta de qualquer coisa.

"Saudade de você é igual aquelas bobagens que eu ainda tenho no quarto, que nunca mais vou usar, e que não tenho onde guardar... mas guardo."

É que a saudade tem o sono leve, qualquer barulho seu ela acorda.

Infinita é a saudade que teima me torturar!

Quando sinto saudade de ouvir a tua voz, vou até as mais lindas lembranças e ouço mais uma vez, tudo o que você me disse um dia.

Existe um limite onde a saudade deixa de ser saudade e se transforma em agonia.

Sinto falta do teu riso, teu abraço meu abrigo... Estou morrendo de saudade de você...

Saudade é uma merda.

Se eu estiver em seus pensamentos, me abrace, pois estou com saudade de você.

A dor da saudade não se compara à felicidade do reencontro.

"Um dos piores tipos de saudade, é conviver com uma pessoa e sentir saudades de como ela já foi um dia."

Nada acontece por acaso, tudo tem volta, o tempo é melhor remédio para tudo, a saudade machuca, o sofrimento faz crescer, e um verdadeiro amor nunca morre...

A saudade é uma mistura de sentimentos. É confusão de pensamentos. É Esperança. É amor. É solidão. É um pouco de alguém em você. É um pouco de você que alguém levou. É um pedaço de um coração. É uma lagrima salgada. Ou até mesmo um sorriso sem razão.

A Saudade é um lago azul onde repousa as lagrimas de um coração sincero

Uma voz amorosa falou meu nome, uma voz quente repetiu que sentia uma saudade enorme, uma falta insuportável, e que queria voltar.

Tenho saudade até das pequenas coisinhas. De ir dormir na sua casa e passar a madrugada conversando (…). De falar sobre nossos medos - que eram tão diferentes e tão parecidos - com conselhos e compreensões, com brigadeiro, hambúrguer, bacon ou qualquer outra coisa indigesta demais para as quatro da manhã. De você inventando histórias sobre como eu conheceria o homem da minha vida (e eu sempre te interrompia, porque você gostava de histórias em que eu era atropelada). De não ter que ir embora correndo no dia seguinte. Saudades de ficar na piscina e de você tirando mil fotos (…) Faz falta demais. Não só porque o tempo passou e nossas agendas parecem cheias demais pra se encaixar um prazer, mas porque nós mudamos muito. Aquelas duas meninas já não existem. Elas não têm espaço nesse mundo sujo, só cabem na lembrança colorida e leve, nas brincadeiras que inventavamos outro dia pelas ruas da minha casa.