Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Parece um paradoxo, mas é preciso sentir o cansaço do exercício físico para não sentir o cansaço do mal estar.
Mulher adora presentes, elogios, liberdade e diversão, mas como mulher, acredito que nada supera o respeito.
Quando a humanidade, subjugada pelo temor da delinqüência, se tornar louca por efeito do medo e do horror, e quando o caos se converter em lei suprema, então terá chegado o tempo para o Império do Crime.
Se eu disser que não sofri, eu vou estar mentindo. Doeu, doeu muito, de uma forma absurda. Meu mundo inteiro desabou e eu nem conseguia sentir meu coração batendo embaixo dos destroços. Eu parei de lutar contra a dor, porque eu entendi que tinha que passar por todos os estágios dela para poder me curar. Deixei doer, como nunca havia doído. Deixei sangrar e escorrer dentro da minha alma. E por fim, deixei cicatrizar sem ficar tirando a casquinha da ferida. Foi um doloroso processo, mas eu consegui salvar o meu coração. E hoje em dia eu não aceito menos do que ele merece e ele merece a imensidão de um amor recíproco.
Saber usar a maré. — Para os fins do conhecimento é preciso saber usar a corrente interna que nos leva a uma coisa, e depois aquela que, após algum tempo, nos afasta da coisa.
Quando estiver fazendo um trabalho para a faculdade, já o faça completo, visando a publicação em algum site ou revista jurídica. Ouse, pense diferente dos demais, não siga apenas o curso do rio.
“Uma garota nunca esquece o primeiro garoto de quem gostou, mesmo se as coisas não derem muito certo. Mas, geralmente, existe alguém pra lhe dar conselhos sábios. “Querida, você sabe por que aquele garotinho lhe disse aquelas coisas? Porque gosta de você”. E é isso ai. É ai que começa o nosso problema. “Aquele menino faz coisas horríveis por que ele tem uma queda por você.” Sabe o que isso quer dizer? Nós somos encorajadas, não, programadas a acreditar que se um cara age como um completo idiota é porque gosta de você. Por que nós dizemos essas coisas umas para as outras? Será que é por que nós temos medo e é difícil dizer a óbvia verdade que está bem na nossa cara? Ele não está tão afim de você.”
"Problemas a serem sanados com urgência, serão sanados agora. Os milagres necessitarão de mais tempo."
O final da análise consiste na queda do sujeito suposto saber, e sua redução ao advento desse objeto 'a', como causa da divisão do sujeito, que vem ao seu lugar. Aquele que, fantasmaticamente, joga a partida com o psicanalisando como sujeito suposto saber, a saber, o analista, é aquele (o analista) que vem, ao termo da análise, a suportar não ser nada mais que este resto. Esse resto da coisa sabida que se chama objeto 'a'.
O ato psicanalítico é, evidentemente, o que dá esse suporte, autoriza a realização da tarefa psicanalisante. É na medida em que o psicanalista dá a esse ato sua autorização, que o ato psicanalítico se realiza.
