Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
O cristão maduro busca convencer ou persuadir equilibradamente quem está equivocado; mas o pseudocristão procura converter ou dissuadir psicologicamente quem está certo. O 1º dialoga, o 2º discorda ! O 1º se preocupa contigo, o 2º consigo! Uma coisa é certa, é melhor ser convencido do que ser enganado!
Qual a definição de amor? Bem, antes de qualquer coisa, temos que entender que a definição de amor no nosso idioma não é imprecisa, limitada ou mesmo resumida; na verdade são várias definições para um só termo, pois foram condensadas em apenas uma palavra a diversidade de tipos de amor. Os gregos antigos reconhecem sete tipos de amor; dos tais, quatro estão contidos nas Escrituras. (Se conhecidos, talvez isso explique os porquês das decepções)
Se "todo cristão" tivesse o mesmo ímpeto político na mesma proporção do evangelho, talvez o evangelho fosse visto com mais seriedade e não houvesse tanta apostasia!
A maior realização desta vida, para o cristão, não seria nem estaria em bens materiais, posições sociais ou formações intelectuais, mas somente Nele nosso redentor. Já que a criatura se realiza no Criador.
Sonhar é nutrir o terreno das esperanças, é o âmago da vida e a essência que nos faz crescer e ser; é, sobretudo, tornar possível o intangível e nunca envelhecer!
Estamos tão desacreditados dos nossos governantes e suas políticas que o cenário brasileiro é unânime em declarar que não votaria em lulinha, mas votará em nulinha!
Cogito eu na insignificância dos meus saberes que o visível revela o invisível. Que é a partir do finito observador que conhecemos o infinito idealizador! Logo, é através da criação que conheceremos o criador.
Sabemos que não somos, não podemos nem temos, mas temos um Deus que é, que pode e tem! Então, não desista de querer vencer, ou mesmo desista de querer desistir!
A verdadeira exegese consiste em entender os conceitos de denotação e conotação para não dizermos o que não foi dito pelo autor ou falar o que o autor não quis dizer. Isto é, a interpretação adjuntiva de causuísmos carrega, em si, o sentido eisegético.
Além do seu status de Escritura Sagrada, o Novo Testamento é uma magna obra literária das mais cativantes e valiosas por si só, um genuíno objeto digno de estudos intensos e incessantes. Quem estuda ou examina pode acreditar que nunca ficará só!
As figuras de Linguagem presentes, especificamente, na Literatura do Novo Testamento, foram utilizadas pelos escritores, propositalmente, para tornar a linguagem mais rica, clara e significativa; mantendo, assim, seu espírito vivo.
Podemos analisar o grau de importância que é a utilização das figuras de linguagem; elas podem expor ou revelar desde os aspectos históricos ou culturais até a sensibilidade do autor.
Qual a funcionalidade das Figuras de Linguagens na Bíblia? As figuras nos revelam ou mostram múltiplos aspectos do pensamento da linguagem no âmago figurativo-frasal-linguístico.
O eufemismo procede quando pretende encobrir determinadas expressões e/ou certas palavras pouco decentes, usadas, ora menos agradáveis, ou, até mesmo, mais grosseiras ou que, por delicadeza ou religiosidade, não devam ser pronunciadas.
Enquanto o eufemismo procura minimizar, suavizar ou atenuar certas palavras, expressões grosseiras, desagradáveis ou ríspidas; por outro lado, então, a hipérbole vai buscar ‘’maximizar’’, exaltar (abusar) ou amplificar determinados termos/expressões.
A utilização das hipérboles no texto do NT constitui-se um erro? Evidentemente que não. Pois no Novo Testamento, os autores valeram-se intencionalmente da hipérbole para fins enfáticos na perspectiva didática, lúdica e de caráter informativo.
A efêmera vida me ensinou que é melhor se queixar na vida do que não fez do que se lamentar por toda vida pelo que não se arriscou!
