Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Nós já sobrevivemos a grandes crises. Nós ficamos unidos. Nós nos amparamos. De todo meu coração, imploro a vocês: cuidem uns dos outros.
Quem somos nós se desistirmos sem lutar? Quem somos nós se deixarmos o medo nos dominar? Quem somos nós se deixarmos que nos destruam?
A democracia tem como pilar central a capacidade de escolha do indivíduo. Isso tem sido ameaçado pelos moldes atuais de fazer política: baseado na mentira, no descolamento da realidade. Realidade paralelas representam um dos maiores riscos ao sistema, Elon Musk está indo na direção de piorar as coisas.
Política é igual casamento: as pessoas decidem se envolver por motivos errados. O que não é surpresa: dá merda! Existem um abismo entre a realidade e o motivo pelo qual as pessoas se envolvem e reagem. A realidade vira um inimigo a combater, e ficção se torna atraente.
O Brasil não precisa passar pelo fascismo, a Itália nos ensinou; o Brasil não precisa passar pelo nazismo, a Alemanha nos ensinou; o Brasil não precisa passar pelo autoritarismo, a Venezuela no ensinou; O Brasil não precisa passar pelo negacionismo da ciência, a África nos ensinou; O Brasil não precisa passar pela covardia, a Rússia nos ensinou. O que nos resta é sermos humildes a aprender, como disse Kasparov “Listen, just listen”.
Eu sei que tudo começou no maior caos, e alguns aqui sabem disso, mas uma pessoa muito querida me disse uma vez: "Não pense tanto no caos, pense no resultado." E não imagino um resultado melhor do que ser sempre seu.
Eu não tenho medo da corrupção do Lula nem do PT: em condições normais de pressão e temperatura, isso não me afeta. Somente se o suborno for realmente alto, eu tenho medo de ser corrupto. Nem tente me corruptor com dois reais, não vai funcionar.
